“… os meus zelosos adoradores… me trarão sacrifícios…” (Sf 3:10)
Ao lermos o texto acima, podemos concluir que o adorador é zeloso com aquilo que o Senhor tem deixado em sua responsabilidade, porém, a imagem que muitos de nós músicos “adoradores” temos passado para as pessoas que nos cercam, é que não somos zelosos com as coisas do Senhor, pelo contrário, somos negligentes, sem compromisso, irresponsáveis, preguiçosos, rebeldes, insubmissos, egoístas, insensíveis, desordeiros, não oramos, não conhecemos a Palavra de Deus, não participamos dos cultos, criamos contendas e divisões, demonstramos falta de respeito e temor para com Deus.
Parece exagero, mas é verdade e necessitamos mudar esta imagem negativa!
A pessoa que zela por algo, o faz considerando ao extremo seu valor. No Salmo 69:9, Davi se deixa consumir pelo zelo das coisas do Senhor, a quem amava e servia. O músico que é um verdadeiro adorador tem no Senhor, a sua maior riqueza, e por Ele zela com toda a sua força.
Se os nossos ministérios de música estão passando por muitos problemas e dificuldades, é porque está faltando zelo com as coisas que o Senhor tem deixado em nossas mãos. Através da sua Palavra, Deus oferece vários modelos para nossas vidas. Assim, Ele tem nos dado um modelo para o ministério da música com o qual devemos estar plenamente identificados e comprometidos para que possamos ver os resultados espirituais que irão surgir do mesmo.
É com esse espírito que vemos a necessidade de estruturarmos o ministério da música. Devemos nos conscientizar de que Deus tem colocado uma riqueza em nossas mãos – A música!
Este ministério, além de alegrar o coração de Deus, é um instrumento de edificação da igreja e um veículo de proclamação do Evangelho.
Eis-me aqui, tantas fraquezas Diante da Tua grandeza O que se vê o coração sente O corpo responde Minha alma não mente Sonda agora este coração Veja, Senhor, se não tenho razão Mas eu não quero ser tão racional Espírito santo pode se achegar E fazer morada, Espírito Santo, mora em mim O meu coração é o Teu lugar, faça morada Eu Te convido a nunca mais me deixar aqui Faça morada em mim.
Páginas
Olá, seja Bem - Vindo(a)!!!
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33
"Leva-me ao lugar seguro, onde nunca ninguém jamais viu, onde nunca ninguém jamais pisou, onde nunca ninguém ouviu falar, onde nunca ninguém jamais sonhou, é lá onde quero estar, bem juntinho a TI Senhor".
segunda-feira, 30 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A VITÓRIA
"Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Rm 11.36.)
A vitória é necessidade de todo ser humano sobre a face da terra, o caminho da vida é um caminho de lutas, em inúmeras formas, diversas circunstâncias se processam na vida de todos nós, meros mortais. Alguns lutam para se manterem vivos, alimentando-se de restos, escondendo-se em marquises frias de prédios imponentes das grandes metrópoles, em casebres escuros nas zonas rurais esquecidas. Outros lutam pela paz interior se afundando em anestésicos e antidepressivos, deitados em suas camas confortáveis dentro de suntuosas mansões, outros milhares labutam sol a sol para conquistar o pão de cada dia. Doenças, insegurança financeira, drogas, crimes, medo, prisões psicológicas, corrupção, homossexualismo, prostituição, adultério, depressão... fato é que todo ser humano é refém de uma guerra, desejando ansiosamente viver a paz.
Forças das trevas são o inimigo número um da humanidade, sua principal arma é o pecado. Sim, pecado, do hebraico (avon) que significa “errar o alvo e trapo de imundícia” (Sl 51.2). Deus criou a humanidade para um propósito: “O Louvor de sua glória”, tudo o que a humanidade faz fora disso é pecado, um erro ao alvo que produz imundícia, concluímos que pecado é igual a imundícia. Uma das mais antigas definições das forças das trevas, satanás, é Belzebu, que significa (pai das moscas). Onde as moscas habitam? Na imundícia, de onde elas vêm? Não se sabe, mas deixe uma carne apodrecer, cheirar mal, que você verá milhares de moscas sobre ela. Isso é o que o pecado faz com a humanidade que fora criada para a paz, pureza e luz, quando pecamos, belzebu detecta a imundícia e vem trazer suas mazelas e destruições. Mas a história não acaba por aí.
Na plenitude dos tempos, nascido sobre a lei, tendo sido homem perfeito, sem pecado algum (avon), limpo, puro, sem imundice, Jesus trouxe libertação a todo ser humano sobre a face da terra que reconhece o sacrifício dele e o aceita como seu Senhor e Salvador. Jesus Cristo, o rei da glória! O Salmo 103.1-4 diz: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios. Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te cora de graça e misericórdia [...]”
Se Belzebu, de posse da nossa imundice humana, sem Deus, quer destruir nossa vida, prendendo-nos a derrota, Ele, Jesus, sara todas as nossas enfermidades e da cova redime nossa alma, dando-nos condições de: por Ele, por meio dele e para Ele, vivermos uma vida de vitórias em todo tempo, independente da circunstância que nos cerca, sabendo que em todo tempo somos mais que vencedores, que esse tempo de lutas e provações em que vivemos hoje é transitório, temporário. E o peso de gloria que há de vir é eterno, e os anos de lutas que vivemos aqui jamais poderão se comparar com a eterna glória que viveremos em muito breve. Creia em Jesus de todo seu coração, faça dele a sua vida e você verá suas lutas rendendo-se à vitória que Jesus venceu para nós na cruz.
:: Por Pr. Romney Cruz
domingo, 15 de maio de 2011
FRUSTRAÇÃO MINISTERIAL
Para se ter uma idéia, vamos recorrer ao recente relatório divulgado pelo Conselho de Igrejas Presbiterianas de Língua Portuguesa nos Estados Unidos. Os dados chocam: 1.500 pastores abandonam o ministério mensalmente naquele país. Vários são os desafios a serem encarados. Destacam-se as dificuldades nos relacionamentos, dentro do ministério, a imaturidade dos que assumem responsabilidades ainda muito jovens e, infelizmente, decepções com o caráter de alguns cristãos.
PRODUÇÃO DE LÍDERES
Para
Lidar de forma errada com o reconhecimento no trabalho ministerial também é apontado como motivo para decepções, de acordo com o pastor Ivan Mendes. Para ele, pelo fato de a sociedade ser dirigida pela prosperidade a todo custo, há uma cobrança para que todos sejam bem-sucedidos em tudo. “Deus não nos chamou para fazer sucesso, mas para sermos fiéis”, defende. Ele faz questão de lembrar que sucesso na vida espiritual, muitas vezes, inclui ser perseguido como foram os personagens bíblicos João Batista (decapitado), e Estêvão (apedrejado). Mendes também sinaliza para o perigo de o líder fazer do ministério a sua fonte de realização. “O ministério não sacia o coração e a alma porque pode acabar de uma hora para outra. A nossa fonte deve estar em Jesus”, apregoa.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
HEROÍS DA FÉ
A crença em Deus deve ser acompanhada por atitudes coerentes
A fé relaciona-se à ação, mas não apenas a atos isolados. Deve estar vinculada a um modo de vida coerente. O capítulo 11 de Hebreus destaca alguns elementos éticos que precisam acompanhar a fé.
De fato, a fé daqueles personagens sempre estava acompanhada por outras virtudes. A fé não dispensa uma vida correta. Isto não significa que ela ocorra apenas no coração dos puros e inocentes. Entretanto, seu resultado deverá ser a purificação daqueles que a possuem.
Observamos a questão ética, por exemplo, quando Moisés recusou ser chamado filho da filha de faraó, escolhendo sofrer com o povo de Deus, considerando o vitupério de Cristo mais precioso do que os tesouros do Egito. Estamos, portanto, falando de valores e prioridades definidos com base na fé e no compromisso com Deus.
Ações divinas
Assim como temos ações humanas acompanhando a fé em todo o capítulo 11 de Hebreus, o mesmo ocorre com as ações divinas. Deus age na vida daqueles que creem e se colocam em ação pela fé. Algumas vezes, a ação do Senhor está oculta no episódio, devendo ser subentendida (v.29, 30, 33, 34, 35).
Temos, portanto, a sequência: Deus fala, o homem crê, o homem age, Deus age. O Senhor trabalha a favor daqueles que creem (Is 64.4).
Sem as ações divinas, as ações humanas seriam insuficientes, insignificantes, ineficazes, inúteis.
Vejamos alguns atos de Deus em Hebreus 11:
- Deu testemunho sobre Abel (v.4).
- Trasladou Enoque (v.5).
- Deu um filho a Abraão e Sara (v.11).
- Preparou uma cidade (v.16).
- Abriu o mar (v.29).
- Derrubou os muros de Jericó (v.30)
- Ressuscitou os mortos (v.35).
- Trasladou Enoque (v.5).
- Deu um filho a Abraão e Sara (v.11).
- Preparou uma cidade (v.16).
- Abriu o mar (v.29).
- Derrubou os muros de Jericó (v.30)
- Ressuscitou os mortos (v.35).
Em todos os episódios citados no capítulo, a ação humana envolve o que é possível. Em seguida, Deus faz o impossível. No caso de Jericó, por exemplo, o povo podia rodear a cidade. Logo, deveria fazê-lo porque Deus mandou. O Senhor poderia ter dito: “Ficai em vossas tendas dormindo, enquanto eu derrubarei as muralhas”. De modo nenhum. Não devemos pensar que Deus fará tudo sozinho. Ele quer a nossa participação, dentro das nossas possibilidades e, principalmente, de acordo com o que ele nos ordenou.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
CHAMADOS E ESCOLHIDOS
“Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.” (Mateus 22.14.)
O versículo acima anuncia uma verdade espiritual muito séria: nem sempre aqueles que conhecem a Cristo serão aprovados por ele. Desvendando o original grego e hebraico, buscaremos meditar sobre o que é ser chamado e o que significa ser escolhido.
Em grego, o termo para “chamados” é “kletos”, que está relacionado a “kello”, que significa “dar uma ordem”. Assim, percebemos que neste primeiro momento de encontro com Cristo, recebemos dele uma ordem. Todavia, muitos não dão ouvidos a tais ordenanças, e por isso são apenas chamados, mas nunca escolhidos. Em Lucas 6.46 Jesus faz a seguinte pergunta: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando”. Isso é o que acontece com aquele que escuta o chamado, mas não obedece, e assim não é escolhido.
Na tradução hebraica do Novo Testamento, o termo usado para “chamados” é “qara”, palavra que possui uma gama de derivações, cada uma trazendo uma verdade espiritual surpreendente. Uma dessas derivações é “qar”, que significa “frio”. Uma característica fundamental da presença de Deus é o fogo, que traz consigo o calor. O próprio João Batista anunciou que ele batizava com água, mas Jesus batizaria com o Espírito Santo e com fogo (Mateus 3.11). O Antigo Testamento possui inúmeras passagens que também associam a presença de Deus com o fogo. Quando Abraão fez um pacto com Deus, o Senhor se manifestou através de uma chama de fogo (Gênesis 15.17). Assim também Moisés teve um encontro com Deus na sarça através do fogo (Êxodo 3.2). No deserto, saindo do Egito, o povo foi acompanhado por uma coluna de fogo (Êxodo 13.21). Assim concluímos que aquele que é chamado por Jesus, mas não atende ao chamado, permanece frio, pois não é aquecido pela presença de Deus, e acaba morrendo espiritualmente. E não se purifica, pois em grego, a palavra para fogo é “puros”, que origina o termo “purificar” (que significa literalmente “passar pelo fogo”).
Outro termo derivado de “qara” é “qeriy”, que significa “oposição”. O curioso é que esta palavra aparece apenas no livro de Levítico, e sempre como uma condenação para aqueles que iniciaram uma caminhada com o Senhor, mas não deram continuidade. Em Levítico 26.21, por exemplo, lemos: “Se andardes contrariamente (“qeriy”) para comigo e não me quiserdes ouvir, trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vossos pecados” (Levítico 26.21). Assim, vemos que aqueles que são chamados (“qara”), mas não atendem ao chamado, acabam sofrendo oposição (“qeriy”) do próprio Deus, pois se opuseram a Ele. Infelizmente, a igreja acaba sofrendo com pessoas que escutaram a voz, o chamado de Cristo, mas por não terem obedecido às coordenadas do mestre, acabam por tonar-se adversários da causa do Evangelho, como ocorreu com Judas Iscariotes. Na verdade, Iscariotes significa “homem de Queriote”. Em hebraico, “qeriyoth” significa “cidades”, plural de “qiryah” (“cidade”), termo relacionado com “qara”. Assim, o nome Iscariotes poderia significar “’ish qeriyoth”, ou seja, “homem das cidades”. Porém, se relacionarmos “qeriyoth” a “qeriy”, poderemos traduzir o nome Iscariotes como “homem da oposição”. Assim é todo aquele que escuta o chamado, mas não dá ouvidos a ele.
Uma curiosidade é que a palavra hebraica geralmente usada para cidade é “’iyr”, e não “qiryah”. O termo “qiryah” é usado para se referir, por exemplo, à cidade de Quiriate-Arba, também conhecida como Hebrom (Gênesis 23.2), local que era governado pelo gigante Arba, que foi pai de Anaque (Josué 15.13) e antepassado dos gigantes Aimã, Sesai e Talmai (Números 13.22 e Juízes 1.10). Pode ser que o nome Iscariotes faça referência a Quiriate-Arba, cidade que abrigava os maiores opositores ao povo de Deus: os gigantes. Na verdade, o nome “Hebrom”, que em hebraico é “chebron”, vem de “cheber” que significa “encantamento”. O termo “chaber” aparece, por exemplo, em Deuteronômio 18.11 quando se fala sobre “encantador” e em Isaías 47.12, na palavra “encantamento”. Assim vemos que Hebrom, além de cidade de gigantes, era também local de intensa prática de feitiçaria.
Voltando a Mateus 22.14, a palavra “escolhidos” é, por sua vez, em grego, “ekletktos”, que significa “destacados”. O termo equivalente em hebraico é “bachar”, que significa “testar”. Isso porque somente quem passa por uma prova pode ser selecionado. Assim vemos que primeiro há o chamado, depois o teste, e então a escolha. Muitos fogem do teste, outros são nele reprovados. Todavia, o Senhor sempre concede uma nova chance, assim como fez com Abraão, que mentiu sobre sua esposa e que engravidou a criada tentando agradar a Deus. Jacó também passou por diversos testes. Sua prova definitiva foi a batalha no vau de Jaboque. Ali ele reconheceu sua fraqueza, ao tornar-se manco, e reconheceu que Deus era seu mestre. Naquele momento, Jacó foi escolhido.
Outro termo derivado de “bachar” é “bachan”, que significa “sentinela”. Ou seja, o escolhido é aquele que vigia, que está sempre alerta, constantemente guardado os portões para que o inimigo não lhe imponha nenhum dano. Esta é a posição do escolhido: ele foi chamado para a obra maravilhosa, mas primeiro deve passar por um teste. Se ele confiar em Deus e dedicar ao Senhor sua vitória, vencerá a prova e se tornará um escolhido, um sentinela, um atirador de elite do Reino de Deus, recebendo ordens diretas do Senhor dos Exércitos.
Desejo aos leitores um 2011 de aprovação, de atendimento ao chamado da soberana vocação que há em Cristo Jesus! (Filipenses 3.14).
:Por Daniel Lago
sexta-feira, 29 de abril de 2011
AS DIFICULDADES
Quando foi ungido, Davi não sabia o que lhe aconteceria. Ele ainda não conhecia Golias. Assim também, os que começam uma caminhada com Deus ou um ministério, não têm a ideia exata do que lhes está reservado. Muitos se iludem com a expectativa de uma jornada tranquila. Estes, diante dos desafios, murmuram e sentem-se decepcionados (Mt 13.20-21).
Entre a unção e o trono, haveria um longo caminho a percorrer: dificuldades, obstáculos, desafios, adversários e batalhas. Apesar de a unção, tão importante e imprescindível, chegar ao trono não seria fácil ou automático, mas uma luta árdua que se estenderia por muitos anos.
Depois da unção, vem a oposição, até mesmo de onde menos se espera: da família (Mt 10.36). O próprio irmão de Davi irritou-se contra ele e o criticou (1Sm 17.28). Afinal, Eliabe era o primogênito, o primeiro candidato no dia da unção, mas Deus o havia rejeitado (1Sm 16.6). Deveria ser muito difícil para ele ver o irmão mais novo alcançando posição de maior destaque. A inveja produz inimizade e ódio.
Saul, que amou Davi quando o conheceu (1Sm 16.21), tornou-se logo seu inimigo, também por inveja, ao ver que o jovem se tornava um sucesso popular (1Sm 18.6-16).
Davi enfrentou adversários externos (Ex.: Golias) e internos (Ex.: Saul), mas cada um deles era necessário no caminho daquele jovem para que ele tivesse experiências com Deus pela fé, manifestasse seu caráter, desenvolvesse habilidades, amadurecendo e tornando-se cada vez mais apto para reinar.
Da mesma forma, todo aquele que se converte ao evangelho de Jesus Cristo enfrenta tribulações, críticas e perseguições. O próprio Mestre, após o batismo, quando ia começar seu ministério, teve que enfrentar Satanás no deserto. Depois, vieram os encontros diários com os fariseus, saduceus, escribas, sacerdotes e Judas Iscariotes.
Voltando à história de Davi, o moço prosseguia firme, apesar da resistência que surgia, pois sobre ele havia a promessa do reino. A palavra do Senhor e a unção do Espírito Santo lhe davam força para prosseguir.
Ele precisava lutar, mas não estava em suas mãos a solução de tudo. Matou Golias, mas não poderia matar Saul. Precisava depender do Senhor nesse assunto, esperando o tempo de Deus.
terça-feira, 26 de abril de 2011
ADORAR, PORQUE?
Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo – “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto” usando as palavras da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só a Ele adoração e o culto.O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus – a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória do Deus vivo, (Ef. 1:12 – a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel, depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria “leigos“ que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho que é Jesus. (Heb.10:19 a 22)
Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja a um entendimento nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse, “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.
Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.
Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja a um entendimento nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse, “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.
Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.
Já fiz diversas vezes a pergunta porque devemos adorar a Deus?
Esta pergunta invade o meu coração pelo fato de entender que Deus é suficiente em Si, não apenas em sua grandeza e majestade, mas em tudo. Apesar de sabermos que Deus se alegra com nossa adoração e obediência e se entristece com o pecado, se ira com a idolatria, seu coração não necessita de nada para que seja completo, não precisa de nossos sacrifícios de louvor e de nossa adoração para ter alegria e sentir-se feliz, não precisa de nossas expressões de amor para sentir-se amado pois Ele é o próprio amor, ( I Jo 4:8). Antes de que cada um de nós existíssemos Deus já existia em sua plenitude e era completo, e o Filho e o Espírito Santo participavam desta plenitude eterna. Em Col 1:16, falando da criação diz que “Nele (em Cristo e junto com Cristo) foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias”.
Esta pergunta invade o meu coração pelo fato de entender que Deus é suficiente em Si, não apenas em sua grandeza e majestade, mas em tudo. Apesar de sabermos que Deus se alegra com nossa adoração e obediência e se entristece com o pecado, se ira com a idolatria, seu coração não necessita de nada para que seja completo, não precisa de nossos sacrifícios de louvor e de nossa adoração para ter alegria e sentir-se feliz, não precisa de nossas expressões de amor para sentir-se amado pois Ele é o próprio amor, ( I Jo 4:8). Antes de que cada um de nós existíssemos Deus já existia em sua plenitude e era completo, e o Filho e o Espírito Santo participavam desta plenitude eterna. Em Col 1:16, falando da criação diz que “Nele (em Cristo e junto com Cristo) foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias”.
Ele é junto com o Pai e o Espírito Santo a fonte e a plenitude de todas as coisas, inclusive de todo louvor , toda a adoração, toda a alegria e júbilo. Por isso Jesus disse que Deus não procura adoração, pois adoração ele tem no céu (Is. 6 1 a 3). Deus procura por seus filhos, seus adoradores.(Jo. 4:23)
O que vem ao meu coração ao meditar sobre isto é que acima de tudo existe algo na adoração que é de vital importância não para Deus, mas para os adoradores, ao ponto de Deus em sua onisciência e auto suficiência estar procurando por adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Adoração (comunhão) é um precioso elo entre a criatura e criador. Tudo está na atitude do adorador, no livre arbítrio que temos para optarmos em sermos ou não adoradores.
O que vem ao meu coração ao meditar sobre isto é que acima de tudo existe algo na adoração que é de vital importância não para Deus, mas para os adoradores, ao ponto de Deus em sua onisciência e auto suficiência estar procurando por adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Adoração (comunhão) é um precioso elo entre a criatura e criador. Tudo está na atitude do adorador, no livre arbítrio que temos para optarmos em sermos ou não adoradores.
Deus nos deixou esta opção. Ele governa todas as coisas e poderia Ter feito de toda a criação seus adoradores assim como são os anjos, mas nos deixou a opção de o sermos ou não. Ao optarmos por Cristo, optamos por Deus.
Esta é a grande brecha da maioria das religiões que querem adorar a Deus, falam até mesmo de vida eterna, porém sem o sacrifício de Jesus. O adorador é aquele que faz uma opção por Deus, optando por Jesus e pelo seu reino, opta em Ter comunhão com Deus, comunhão esta que não é imposta por vontade divina mas é uma livre opção de amor. A parte de Deus é completa e perfeita seu amor por nós é inquestionável, porém ele espera por cada um de nós quando através de Cristo por obra do Espírito Santo que enche nosso coração do Seu amor revelado a nós por pela plenitude de Jesus e depois retorna para Ele. A verdadeira adoração é uma opção deste abrir-se ao amor divino, feita por cada um de nós, se não fosse assim porque Deus estaria procurando verdadeiros adoradores? Qual é a nossa opção? Deus governa sobre todas as coisas, menos sobre a nossa opção por adorá-lo ou não. Deixa para nós esta única e pequena atitude. Optarmos ou não por amá-lo e adorá-lo. Adoração é algo que satisfaz e alegra a Deus, mas beneficia também ao homem , pois este ao optar por Deus está cumprindo a sua parte neste enlace de amor. Adoração emana do amor. Deus quer ser amado por nós. O que trás eficácia na adoração é o amor. O que dá conteúdo as nossas expressões de adoração é a nossa vida de amor expresso em aliança e compromisso para com Deus e o seu reino nesta aliança de amor.
AMAR A DEUS ACIMA DE TUDO
Sl. 18:1 “Eu te amo ó Senhor, força minha”
A maior característica dos adoradores não é a sua forma de cantar e louvar, mas sim o profundo amor que estes tem por Deus. Sempre o que tem me chamado a atenção em homens como Abraão, Davi, os profetas e os discípulos de Jesus, é o profundo amor que tinham por Deus, Davi no Sl 18:1 diz, “ eu te amo oh Senhor” Jesus externou o seu amor incondicional ao Pai, e à sua vontade,sua vida foi em tudo direcionado por este amor, amor que se transformou em uma vida prática de devoção, adoração, submissão e principalmente obediência e sacrifício (Jo.4:34).
Quando falo deste amor falo do amor que Deus coloca no coração de cada um de nós seus filhos através do Espírito Santo que nos leva a uma comunhão que não pode ser quebrada por nada deste mundo. Paulo fala em Rom. 8:35 o que pode nos separar do amor de Cristo? A tribulação ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome ou a nudez, ou o perigo ou a espada? E conclui no verso 38, pois estou certo de que nem a morte nem os principados, nem as potestades, nem o presente nem o porvir, nem altura, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Posso pois entender que este amor que o texto fala de um amor sobrenatural que brota da própria presença do Pai em nós que nos faz amar a Deus, acima de todas as coisas. Em Dt. 11:1 Moisés ordenava ao povo “amarás, pois, o Senhor teu Deus”. Agora pela graça nós podemos fazê-lo através do Espírito Santo. Minha pergunta é sempre o que é amar a Deus, e o quanto eu amo? Passando por esta ou por aquela provação este amor é verdadeiramente provado, se estar ou não bem financeiramente, interfere neste amor, devemos ver os fundamentos do nosso amor para com Deus e o seu reino.
Adoração é uma resposta ao amor constante a Deus, como o amor que Abraão tinha, que entregou seu próprio filho, figura do amor que Deus tem por nós que também o fez. E porque Ele nos amou primeiro é que também podemos amá-lo.
Sl. 18:1 “Eu te amo ó Senhor, força minha”
A maior característica dos adoradores não é a sua forma de cantar e louvar, mas sim o profundo amor que estes tem por Deus. Sempre o que tem me chamado a atenção em homens como Abraão, Davi, os profetas e os discípulos de Jesus, é o profundo amor que tinham por Deus, Davi no Sl 18:1 diz, “ eu te amo oh Senhor” Jesus externou o seu amor incondicional ao Pai, e à sua vontade,sua vida foi em tudo direcionado por este amor, amor que se transformou em uma vida prática de devoção, adoração, submissão e principalmente obediência e sacrifício (Jo.4:34).
Quando falo deste amor falo do amor que Deus coloca no coração de cada um de nós seus filhos através do Espírito Santo que nos leva a uma comunhão que não pode ser quebrada por nada deste mundo. Paulo fala em Rom. 8:35 o que pode nos separar do amor de Cristo? A tribulação ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome ou a nudez, ou o perigo ou a espada? E conclui no verso 38, pois estou certo de que nem a morte nem os principados, nem as potestades, nem o presente nem o porvir, nem altura, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Posso pois entender que este amor que o texto fala de um amor sobrenatural que brota da própria presença do Pai em nós que nos faz amar a Deus, acima de todas as coisas. Em Dt. 11:1 Moisés ordenava ao povo “amarás, pois, o Senhor teu Deus”. Agora pela graça nós podemos fazê-lo através do Espírito Santo. Minha pergunta é sempre o que é amar a Deus, e o quanto eu amo? Passando por esta ou por aquela provação este amor é verdadeiramente provado, se estar ou não bem financeiramente, interfere neste amor, devemos ver os fundamentos do nosso amor para com Deus e o seu reino.
Adoração é uma resposta ao amor constante a Deus, como o amor que Abraão tinha, que entregou seu próprio filho, figura do amor que Deus tem por nós que também o fez. E porque Ele nos amou primeiro é que também podemos amá-lo.
Amor expresso em gratidão: Este amor deve ser expresso em nossas vidas primeiramente em gratidão. Um adorador tem um coração grato. Paulo fala: “Em tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus para convosco”, o salmista falou em entrar por suas portas com “ações de graça” – Esta gratidão que nos leva a dar graças a Deus em qualquer situação é um sublime incenso de amor que nos leva a reconhecer a soberania de Deus sobre todas as coisas. A linguagem deste mundo é a murmuração, a gratidão é porém, fruto dos lábios e corações daqueles que conhecem a Deus. Nosso louvor tem que ser fruto desta gratidão constante em nosso coração, quando me converti recebi de meu amado pastor um livro cujo título era “Louvor que liberta” cujo enfoque era a gratidão em qualquer situação, pois quando assim agimos estamos reconhecendo a soberania de Deus em qualquer situação e sempre lhe somos gratos.
Amor expresso em obediência: A obediência é outro fruto deste amor. Um adorador tem prazer em obedecer a vontade do Pai. Jesus assim o fez. Em Jo 4:34 diz que minha comida e minha bebida é fazer a vontade daquele que me enviou isto é seu prazer maior, acima até mesmo de sua vontade natural era obedecer, a palavra nos diz também que Ele foi obediente até a morte e morte de cruz. A vida de adoração de Cristo não foi regada de conceitos que muitas vezes impomos à nossa adoração como música ou palavras, mas sim foi expressa em uma incondicional vida de amor ao Pai expresso em obediência. Em I Sam. 15:22 Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor que o sacrificar, e o atender melhor que a gordura de carneiros. A grande diferença entre o tabernáculo de Moisés e o novo tabernáculo que aqui neste texto Deus começa a mencionar é a obediência requisitada por Ele que lhe agrada bem mais que os antigos sacrifícios. Obediência estas que foi totalmente consumada em Jesus.
Amor expresso em confiança: Estes dois aspectos anteriores só podem ser gerados em nosso coração quando existe fé “Sem fé é impossível agradar a Deus” e adoração é fruto de fé. Sem crermos de uma maneira total em Deus não poderemos adorá-lo, como Ele é digno de ser adorado. O inimigo sempre tenta roubar a fé. Podemos Ter muita gratidão, podemos até Ter muita obediência, porém somente poderemos agradar a Deus e nos achegar confiantemente ao Seu trono de graças, crendo em um Deus que sempre foi, é e será poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos pelo seu poder que opera em nós. Adoramos porque cremos. Crer não é algo automático em uma vida . Fé uma semente de Deus em nossa vida, a qual o inimigo constantemente nos tenta roubar, e quando isto acontece vem algo que chamamos de incredulidade, Jesus falou desta semente como um grão de mostarda em nosso coração. Nos disse também que tudo que pedíssemos em seu nome ele o faria colocando sobre nós um fundamento para nossa fé: SUA FIDELIDADE. Somos fiéis por causa de um Deus Fiel.
Asaph Borba
sexta-feira, 22 de abril de 2011
ANDAR COM DEUS
O aprendizado de andar com Deus é um processo. Cada vez que achamos que já sabemos como é, Deus nos leva a um lugar novo, onde os nossos velhos truques não funcionam. De fato, pode parecer que temos de aprender tudo de novo. E, num certo sentido, é isso mesmo. Entramos num território desconhecido e logo somos lembrados de que , se caminhamos por nós mesmos, tropeçamos. No entanto, quando seguramos na mão de Deus, nós voamos. Ele deseja que flutuemos muito acima das limitações da vida e do nosso próprio ser. Quer nos levar a lugares onde jamais estivemos e aonde não podemos chegar sem a sua ajuda.
Quando Deus usou Moisés para liderar os israelitas na saída do Egito, ele e o povo tiveram de aprender a depender dele a cada passo da jornada para a TERRA PROMETIDA. Quando não faziam isto, tinham sérios problemas. O mesmo acontece hoje. Deus nos conduz por um caminho novo, para um lugar onde jamais estivemos antes, e acreditamos que fracassaremos se tivermos de depender dele para chegar lá. Tentamos agir por conta própria porque achamos que dependência é sinal de fraqueza, em vez de entendermos que é um sinal da nossa disposição de permitir que Deus seja forte em nós.
Se você sente que se encontra num lugar onde não pode dar nenhum passo sem a ajuda do Senhor, alegre-se. Você se encontra onde Deus deseja que esteja. Se você está se perguntando: "Será que fiz algo errado?", provavelmente a resposta é: "Não. Você fez algo certo". Deus manterá você neste caminho, não importa quão difícil ou impossível possa parecer agora, porque você está disposto a seguir-lo. Ele deseja realizar grandes coisas por seu intermédio, coisas que só podem proceder de uma vida de fé. ELE quer sua atenção total, porque você não pode realizar essas coisas por conta própria. O caminho não é uma punição - é um privilégio. Não é uma restrição - é uma recompensa.
"Deus nos ama, e por isso permite que entremos em lugares difíceis em nossa vida, para que percebamos quanto temos de depender dEle.
by FBGS
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Música secular, novela e filme: Pecado?
É pecado ouvir músicas seculares e assistir novelas e filmes?
Vivemos no tempo da graça, dias nos quais o Espírito de Deus está sobre a igreja, edificando as vidas e concedendo-lhes discernimento para agirem em conformidade com a vontade de Deus em todos os aspectos. A vida santa e pura (“...santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Hb 12.14) nos habilita a desfrutarmos de intimidade com Senhor e na renovação de nossa mente, comungando as mesmas idéias e princípios. É o campo preparado para o agir do Espírito Santo que nos faz sentir a conveniência ou não de algumas ações.
É evidente que não encontraremos na Bíblia um versículo que aborde o tema, até mesmo, pela inexistência de tais situações. Paulo escrevendo aos irmãos de Corinto, disse: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”. (1Co 6.12) Aqui está a sabedoria do servo, ao deixar o Espírito Santo falar ao coração. A nossa escolha é pela licitude das obras, boas obras “mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação”. . (1Pe 2:12)
Façamos uma reflexão:
Ouvir música secular edifica a vida? Muito pouco provável! Na verdade, as letras de tais músicas geralmente exploram temas como: erotismo, sexualidade, ilusões, espiritualidade, mentira, etc. mensagens que destoam dos princípios de Deus. Muitos artistas, falam abertamente de pactos celebrados com entidades, visando o sucesso. O servo de Deus não pode compactuar-se de forma alguma com o mundo. Há também a questão do testemunho. Será lícita esta prática? Jesus teria prazer em nelas?
Assistir Filmes e Novelas edifica a vida? As novelas exibidas em nossos dias são verdadeiros canais disseminadores de toda sorte de práticas contrária à Palavra de Deus. Uma escola que atenta diretamente contra a moral e os bons costumes. A Tônica é: sexo, adultério, fornicação, traição, mentira, inimizade, falsidade, espiritualidade, violência, etc. É lícito o servo de Deus ocupar diariamente a sua mente com tanta imundícia? Jesus seria um assíduo telespectador de novelas? Quanto aos filmes, é preciso ter o bom senso de assistir apenas aquilo que não traga dano à nossa comunhão com o Senhor. É comum nas telas, o errado tornar-se certo e o certo em errado, por exemplo, inúmeros filmes trazem personagens declaradamente maus, bandidos, assassinos, etc. que arrebatam a aprovação e até mesmo, o desejo de vê-los se dar bem. É o compactuar com as obras das trevas. É licito tal diversão? Jesus ocuparia o seu tempo assistindo filmes abertamente contrários aos princípios de Deus?
Irmãos é preciso aprender a analisar e avaliar tudo que tem acesso à vida e que enche a mente, seja através dos olhos e ou dos ouvidos. Se a tua mente está cheia de letras de música mundanas e cenas de novelas e filmes a tendência lógica é a pratica de tais ensinamentos. O Senhor Jesus nos alertou quanto a isto, veja: “Porque a boca fala do que está cheio o coração”. (Mt 12.34). É preciso humildade e santidade para reconhecer esta verdade e guerrear contra a carne, sujeitando-a totalmente a Deus. O viver precisa ser um testemunho vivo da glória de Deus. “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”. (Mt 5:16)
A vida do homem, não pertence a Ele mesmo, sim a Deus, que o santifica e o transforma em morada do Espírito Santo (“Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus”. 1Co 6.19); É lícito encher esta morada santa com as coisas impuras deste mundo? Deus chamou o homem e o separou para toda boa obra, para que nas suas ações Ele seja glorificado.
O que deve ocupar a mente do servo?
“Irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco”. (Fp 4.8,9) O homem segundo o coração de Deus observa os Seus princípios e sempre está com a porta da vida fechada para o diabo e suas más obras, que habilmente, entra pelos lares.
“Irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco”. (Fp 4.8,9) O homem segundo o coração de Deus observa os Seus princípios e sempre está com a porta da vida fechada para o diabo e suas más obras, que habilmente, entra pelos lares.
Afinal é pecado ouvir música secular, novelas e filmes? Após a leitura desta mensagem, tenho plena convicção que o Espírito Santo falou a teu coração e você sabe qual a resposta.
“Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!” (1Tm 1.17)
Elias R. de Oliveira
“Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!” (1Tm 1.17)
Elias R. de Oliveira
sexta-feira, 15 de abril de 2011
PREPARAÇÃO E UNÇÃO
A preparação e a unção são essenciais para um grupo de louvor, para o fluir do Espírito Santo no momento da ministração do louvor e da adoração.
Quando um grupo ministra preparado e ungido, corações recebem alívio, conforto, Deus opera libertação e cura, pois o ministério se torna canal de bênçãos.
Os integrantes de um ministério de música são sócios que ministram juntos. São pessoas ligadas pelo mesmo chamado, servindo a Deus em uma área específica. Relacionam-se regularmente, unindo esforços com o objetivo de satisfazer necessidades contínuas dentro da igreja.
Um departamento de música não pode ser eficiente se todos não estiverem preparados e ungidos, prontos para servirem a todo o momento.
Preparação ? consiste em todo material e recursos disponíveis que ajudam a desenvolver e aperfeiçoar o ministério. Ler livros sobre o tema; participar de seminários; estudar a Palavra de Deus; estudar música; aprimorar a habilidade instrumental/vocal, praticando; investir em bons equipamentos e aprender a usa-los corretamente; participar dos ensaios; conhecer o repertório da igreja; escutar variedades de louvores inspirados, etc.
A falta de preparação pode ser um sinal de descuido, desinteresse, relaxamento, apatia, comodismo, orgulho (achar que já sabe muito), desânimo, preguiça ou achar que qualquer coisa pra Deus está bom.
Unção ? é o derramar do Espírito Santo (At 1.8; Jo 16.13-14; I Co 6.19) que nos torna capazes de realizar a Sua obra de maneira eficaz. A unção está ligada ao cumprimento de um propósito. A unção torna autêntica toda preparação técnica. É o óleo que lubrifica a engrenagem. A unção nos torna aptos a servir.
A unção é derramada quando buscamos a Deus, fazendo Sua vontade, não vivendo em pecado, mas sim em santidade e consagração.
É necessário disciplina espiritual: orar, ler e estudar a Bíblia, jejuar e vigiar.
A falta de unção pode ser sinal de uma vivência sem a vida de Deus, ou resultado e conseqüência do viver em pecado (Rm 8.13).
Pela fé, todos os dias nos apropriamos do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-5). De uma forma prática o crente confia que o Espírito vai lhe dar poder em situações específicas, como compartilhar a sua fé com outros, resistir à tentação, ser fiel etc. Não há uma fórmula secreta que faça com que o Espírito esteja disponível. É simplesmente uma questão de crer que o Espírito o ajudará.
É necessário um novo toque de Deus cada vez que o grupo toma sua posição no altar.
Conclusão
Se você não está fazendo o melhor para Deus, chegou a hora de se perguntar o porquê disso. Vale a pena continuar neste ministério? Este é de fato o seu chamado? É isso mesmo que você quer realizar para Deus com excelência? Pois um dia a Senhor nos pedirá conta de tudo o que tem nos confiado.
Se você está se preparando e buscando a unção, você está fazendo a sua parte, e Deus com certeza vai te usar de uma maneira tremendamente abençoada. Ele é fiel.
Lembre-se: você não é a pessoa errada, mas pode estar na posição errada, tentando realizar uma tarefa sem preparo e desprovido da unção do céu.
Creio que todos sonham com um ministério usado por Deus, então ainda há tempo de entrarmos em seus propósitos, buscando a preparação e a unção do Senhor.
Que Deus te abençõe!
Jader Jan Coutinho Malafaia
Ministro de Louvor - Ig Metodista de Pádua -RJ
quinta-feira, 14 de abril de 2011
ADORADOR OU TRABALHADOR?
Em Lucas 10:38-42 temos os dois extremos de crentes representados nas personalidades de Marta e Maria. Marta estava “sobrecarregada”, cuidadosa e “preocupada”. Maria estava “calma”, enquanto sentava aos pés de Jesus. Ela estava “sem preocupações”, enquanto tirava todo pensamento “temporal” da sua mente para comer das palavras dEle, e “vitoriosa” enquanto recebia do Senhor discernimento eterno. Uma lição que devemos aprender desta história é que quando adoramos o Senhor devemos deixar todo pensamento “temporal” e nos concentrarmos totalmente na pessoa de Jesus. Devemos parar de ser um trabalhador e ser completamente um adorador. Precisamos deixar de lado os problemas que surgirem, deixar as louças na pia, deixar as migalhas de pão no chão (deixar o chão sem varrer). É tempo de sentar-se aos pés de Jesus. Não se trata de irresponsabilidade ou de uma atitude não realista com a vida, mas trata-se de uma questão de disciplinar a mente para se concentrar em Deus. E o gozo subseqüente de contemplar Jesus vai começar a fluir naturalmente do seu coração. “Olharam para Ele, e foram iluminados: e os seus rostos não ficaram confundidos (Sl 34:5).
Existe uma fórmula única para a adoração e o serviço que opera inversamente nas Escrituras. Em Deuteronômio 8:19 nos é dado a fórmula para serviço e adoração… “se de qualquer sorte te esqueceres do senhor teu Deus, e se ouvires outros deuses e os servires, e te inclinares perante eles… certamente perecereis”. Num sentido muito real aquele que servimos é aquele que adoramos. Como servos do Senhor estamos constantemente correndo o risco de nos dedicarmos mais ao serviço do que à adoração. E nós começamos a colher recompensas prometidas neste versículo: “certamente perecereis”. Sem a renovação da disciplina de adoração e os seus benefícios de inspiração nova, nós começamos um processo de “morte” lenta. Jesus nos deu a solução para este problema em Lucas 4:8 onde Ele citou: “…porque está escrito: adorarás o Senhor Teu Deus, e só a Ele servirás. Colocar a adoração acima do serviço é difícil para nós porque o “homem” mede o seu próprio valor por obras visíveis, enquanto Deus considera os motivos do coração. A adoração e depois o serviço se tornam um antídoto espiritual para a tentação satânica e o tormento vistos no versículo 13 de Lucas 4. “E acabando o diabo toda a tentação, ausentou-se dele…” é muito difícil tirar um “adorador verdadeiro” do caminho certo. O adorador verdadeiro está servindo a Deus totalmente porque ele está adorando com todo o seu ser!
SEJA ADORADOR!!!
SEJA ADORADOR!!!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
A ADORAÇÃO E A FÉ
Concluímos, portanto, que podemos adorar a Deus cantando ou tocando, mas também podemos adorar a Deus, sem tocar ou cantar, ou seja, sem utilizar música. Se todas as afirmações acima estiverem corretas, pode-se constatar que a música não é um item essencial para o ato da adoração.
No entanto, há itens que são essenciais para o ato da adoração. Um deles é a fé. Por várias vezes na Bíblia, vemos que pessoas adoraram e agradaram a Deus com um ato de fé no Senhor Jesus. Leia atenciosamente duas destas passagens transcritas abaixo:
”...E eis que veio um leproso e o adorava, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo.” (Mateus 8:2.)
”...Enquanto ainda lhes dizia essas coisas, eis que chegou um chefe da sinagoga e o adorou, dizendo: Minha filha acaba de falecer; mas vem, impõe-lhe a tua mão, e ela viverá.” (Mateus 9:18.)
Creio que é impossível adorarmos verdadeiramente quando não temos um coração agradável aos olhos de Deus. Se não fizermos somente o que agrada a Deus, certamente perderemos uma grande oportunidade de adora-lO em verdade, sem incredulidade. Podemos concluir, então, que para adorar precisamos primeiramente aprender a agradar. A Bíblia nos diz no livro de Hebreus que sem fé é impossível agradar a Deus. E não se pode adorar, quando não se agrada. Portanto, sem fé é impossível adorar a Deus. Que detalhe curioso, não?
Mas vamos contextualizar este artigo. Quando chegamos à presença de Deus, com incredulidade no coração, a adoração vai por água abaixo! Confesso que já estive muitas vezes nesta situação, cheio de dúvidas, de perguntas e sem acreditar no Pai. Muitas vezes me cheguei para adorar a Deus, duvidando que Ele estivesse ouvindo ou recebendo a minha adoração. Já cheguei ao extremo de duvidar de Sua existência! Sei que estou parecendo um Tomé, e me entristeço ao saber que o sentimento de Jesus para com Tomé no dia de Pentecostes não foi dos melhores. E isso já aconteceu comigo, quando inconscientemente pensei: "...só vou crer se ver!".
Os dois versos de Mateus que lemos acima indicam que o leproso e o chefe da sinagoga adoraram apenas crendo. E o que mais me marca é ler as constantes expressões de Jesus: "a tua fé te salvou", "vai que a tua fé te curou", etc. Esta posição de fé é essencial quando chegamos aos pés de Jesus para adora-lO. Quando chegamos à presença de Deus devemos crer que Ele pode fazer infinitamente além daquilo que pensamos ou imaginamos! Da mesma forma, devemos acreditar que Ele nos ama assim como nós somos e que Sua misericórdia é grande o suficiente para nos aceitar, pecadores como somos. Ah, como é bom saber disto!
Para concluir quero dizer ao amado leitor que você sempre lembre do que foi escrito neste artigo: sem fé é impossível adorar a Deus! Faça todas as coisas mediante a fé e creia no Pai sem duvidar jamais de seus atos, de sua obra, de sua existência, de Sua Palavra, de suas promessas, de sua grandeza, de seu poderio, ... assim as possibilidades de haver um ato de verdadeira adoração aumentam muito. Esta posição de fé realmente agrada a DEUS!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
A GERAÇÃO DE SAMUEL

A Geração de Samuel é a restauração do Ministério Profético. O Ministério Profético não deve ser usado apenas para dar profecias que tenham a ver com as nossas realizações e anseios futuros, a nível emocional, ou ministerial. O Ministério Profético brota da revelação da Palavra de Deus. Brota do Coração de Deus, por isso está intimamente ligado ao Louvor e Adoração. Homens e mulheres - Adoradores - segundo o coração de Deus. A Geração de Samuel - a restauração do Ministério Profético - é a geração que unge David , ou seja, restaura a Adoração Profética nas igrejas. É a Geração de Samuel que depõe a liderança de Saul, baseada no espírito de controle, manipulação, ciúme e inveja. É a geração que levanta e unge a liderança de David, que é segundo o coração de Deus e que se rende à Vontade de Deus eo seu Novo Mover. Uma geração de adoradores que adoram em espírito e em verdade e que se levanta ppara restaurar o Ministério Profético, que durante muitos anos foi retirados das igrejas, trazendo em seu lugar um silêncio constrangedor. O controle da mão humana impediu que a Voz de Deus se ouvisse claramente nos nossos cultos. Distorsemos o cavalheirismo de Deus. Deus é um cavalheiro, por isso nunca impõe a sua presença. Ele anseia ouvir o nosso clamor pela sua presença e a sua glória, mas só se manifesta se lhe dermos lugar. Por isso , é urgente que Deus volte a tomar o seu lugar nos nossos cultos.
Em Jo.23e24, Jesus faz uma revelação tremenda à mulher samaritana. Ele diz "que é chegado o tempo daAdoração Profética. Estamos vivendo este tempo de Louvor e Adoração Profética. Não importa o lugar, nem a hora, mas sim a intimidade com o Senhor da Adoração.
É necessário que se levante a geração de Samuel, ( ISam.16:6-7 e10-17) que depõe a desobediência e unge a David - restaura o Ministério Profético: que é uma geração de adoradores segundo o coração de Deus.Aleluia! Este é o novo tempo espiritual, a Nova Jerusalém, que renasce das cinzas do arrependimento e quebrantamento das igrejas, que têm sede da presença de Deus; que clamam pela chuva sobre os osssos secos e a terra seca; que clamam pelo fogo da Unção, que quebra o jugo da vontade do homem e faz resplandecer a Glória de Deus e a sua Vontade!
Uma geração que unge David, uma geração humilde que se reúne em casa, que se ergue das feridas causadas pelas igrejas. Uma geração humilde que através de uma Adoração Intercessória profunda, depõe a liderança de Saul e unge David, para um novo tempo de Louvor e Adoração, um novo tempo de restauração e Avivamento. É esta a geração de Samuel - geração de adoradores-profetas que através de uma adoração intercessória cobrem e ungem a liderança de David e depõem toda a sorte de carnalidade nos ministérios, nas igrejas, nos líderes - Saul! Esta geração de Adoração Intercessória- Geração de Samuel, se posiciona emobediência à Deus, para este novo tempo de Adoração Profética. Assim como disse Jesus, é chegado este Tempo. Já chegou o tempo dos adoradores-profetas segundo o coração e vontade de Deus! Amém!
segunda-feira, 21 de março de 2011
PARA ENCONTRAR A MINHA SARÇA EU PRECISO ATRAVESSAR O MEU DESERTO

Há muitas portas de entradas para o deserto, mas só uma de saída, a porta da promessa, da terra prometida. Não importa como e porque você entrou no deserto, mas sim como você vai sair, o que você deve saber é que ali tem uma experiência que vai mudar a sua vida e te direcionar para o centro da vontade de Deus, para o cumprimento da promessa d'Ele mudando sua história. No Egito não tem experiência com Deus, só escravidão, mas depois do deserto existe Horebe, o monte de Deus, e ali a sarça ardente. A minha experiência mais profunda com Deus está além do meu deserto. Não fuja do seu deserto e nem murmure isso só aumentaria sua temporada na terra árida do tratamento de caráter, o que eu falo determina o tamanho do meu deserto.
quarta-feira, 16 de março de 2011
PODEMOS LOUVÁ-LO COM INSTRUMENTOS E COM PALAVRASS

Com Instrumentos:
Os instrumentos são também usados para louvar a Deus. Ele está presente na harmonia.
Está entronizado em meio aos louvores. Cada nota musical manifesta adoração ao Senhor.
Davi tangia a sua harpa e com aquele som que produzia ao Senhor, expulsava os demônios
de Saul. (I Sm 16: 14-23) No Salmo 150, observamos que devemos louvar ao Senhor com o som da trombeta, com o saltério, com a harpa; com instrumentos de cordas e com flautas, com címbalos sonoros e com címbalos retumbantes. Os instrumentos fazem parte da adoração, porém, só há a unção de Deus quando a vida de quem os tange é dedicada ao Senhor; se não for assim, tornam-se apenas notas e sons.
Com Palavras:
“De boas palavras transborda o meu coração. [...] a minha língua é como pena de
habilidoso escritor.” Sl. 45:1
O Senhor também se agrada quando o louvamos com palavras. Com palavras podemos
agradecer ao Senhor por seu amor (I Jo 4:8), por seu grande poder (Sl 71-19); declaramos que Ele é maravilhoso (Jz 13-18); e podemos usar as suas infinitas qualidades para declarar o nosso amor para Ele.
Deus gosta de ser reconhecido. Quando o louvamos com palavras também reconhecemos
seus poderosos feitos. Às vezes, admiramos pessoas que são humanas; todas têm defeitos e virtudes.
Muitas vezes nos decepcionamos com elas porque elas são falíveis, passíveis de erros. Porém, com Deus não há riscos; podemos louvá-lo sempre sem nos decepcionarmos porque Ele é imaculado; Ele não tem defeitos, só qualidades. Por isso, a Ele toda a Glória.
sexta-feira, 11 de março de 2011
DAVID QUINLAN
"Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas.’” (Sal. 150:3-4).
TEMOS QUE ADORAR A DEUS COM TODO O NOSSO CORAÇÃO, CORPO E MENTE, POIS TUDO QUE TEM FÔLEGO LOUVE AO SENHOR.....
TIRANDO AS SANDÁLIAS

Leitura bíblica: Ex. 3: 1-10
Senhor, ajuda-nos a permanecer na Tua santa presença a cada dia.
Que episódio fascinante! Ali estava um homem solitário, pés cansados, sandálias empoeiradas... marcas do caminho percorrido. Caminho de fuga, temores, mágoas e incertezas. Quem sabe no peito a saudade do seu povo e na mente o borbulhar de pensamentos e interrogações que pareciam não ter respostas. Mas algo de extraordinário aconteceria! Uma visão! Um encontro, uma experiência marcante e decisiva... “Moisés, tira as sandálias de teus pés, porque o lugar onde tu estás é terra santa.” Terra santa... presença santa, gloriosa, onipotente. Presença do Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Moisés os conhecia, mas agora conheceria o Deus deles de uma maneira tão pessoal e amorosa.
É impossível ter a revelação da glória, do poder, da beleza e santidade de Deus sem tirar as sandálias. Sandálias que trazem as impurezas da estrada percorrida pelas nossas próprias escolhas. Sandálias da justiça própria, do medo, da covardia, do egoísmo, enfim, sandálias que trazem a feiura do pecado. Tirar as sandálias... rendição plena, incondicional ao propósito maior de um caminho mais elevado, preparado por aquele que é Senhor absoluto sobre todas as coisas. Tirar as sandálias... deixar para trás uma vida de fracassos e desencantos partindo em rumo ao extraordinário, vislumbrado por uma fé cristalina. Tirar as sandálias... sacudir a poeira do deserto e entrar na terra prometida: lugar santo, onde somente habitam aqueles cujas vidas foram santificadas por Cristo Jesus.
Moisés andaria agora de acordo com uma nova proposta de vida. Desafios e acontecimentos magníficos seriam experimentados ao longo de tão grande caminhada. Não mais sozinho, mas com a firme convicção de que a mesma presença reveladora que ardia na sarça, no Monte Horebe estaria sempre com ele. A presença do Grande Eu Sou. Coragem, determinação, esperança, certeza de realização seriam agora suas companheiras.
Tiremos, pois, diariamente nossas sandálias do ontem, partindo em direção ao amanhã que Deus tem reservado de maneira extraordinariamente amorosa para cada um de nós. Permaneçamos continuamente na terra santa.
Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. Ex. 3:5b.
Pra. Iara Diniz
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
ASPECTOS IMPORTANTES NO MINISTÉRIO DA MÚSICA
“… os meus zelosos adoradores… me trarão sacrifícios…” (Sf 3:10)
Ao lermos o texto acima, podemos concluir que o adorador é zeloso com aquilo que o Senhor tem deixado em sua responsabilidade, porém, a imagem que muitos de nós músicos “adoradores” temos passado para as pessoas que nos cercam, é que não somos zelosos com as coisas do Senhor, pelo contrário, somos negligentes, sem compromisso, irresponsáveis, preguiçosos, rebeldes, insubmissos, egoístas, insensíveis, desordeiros, não oramos, não conhecemos a Palavra de Deus, não participamos dos cultos, criamos contendas e divisões, demonstramos falta de respeito e temor para com Deus.
Parece exagero, mas é verdade e necessitamos mudar esta imagem negativa!
A pessoa que zela por algo, o faz considerando ao extremo seu valor. No Salmo 69:9, Davi se deixa consumir pelo zelo das coisas do Senhor, a quem amava e servia. O músico que é um verdadeiro adorador tem no Senhor, a sua maior riqueza, e por Ele zela com toda a sua força.
Se os nossos ministérios de música estão passando por muitos problemas e dificuldades, é porque está faltando zelo com as coisas que o Senhor tem deixado em nossas mãos. Através da sua Palavra, Deus oferece vários modelos para nossas vidas. Assim, Ele tem nos dado um modelo para o ministério da música com o qual devemos estar plenamente identificados e comprometidos para que possamos ver os resultados espirituais que irão surgir do mesmo.
É com esse espírito que vemos a necessidade de estruturarmos o ministério da música. Devemos nos conscientizar de que Deus tem colocado uma riqueza em nossas mãos – A música!
Este ministério, além de alegrar o coração de Deus, é um instrumento de edificação da igreja e um veículo de proclamação do Evangelho.
Ao lermos o texto acima, podemos concluir que o adorador é zeloso com aquilo que o Senhor tem deixado em sua responsabilidade, porém, a imagem que muitos de nós músicos “adoradores” temos passado para as pessoas que nos cercam, é que não somos zelosos com as coisas do Senhor, pelo contrário, somos negligentes, sem compromisso, irresponsáveis, preguiçosos, rebeldes, insubmissos, egoístas, insensíveis, desordeiros, não oramos, não conhecemos a Palavra de Deus, não participamos dos cultos, criamos contendas e divisões, demonstramos falta de respeito e temor para com Deus.
Parece exagero, mas é verdade e necessitamos mudar esta imagem negativa!
A pessoa que zela por algo, o faz considerando ao extremo seu valor. No Salmo 69:9, Davi se deixa consumir pelo zelo das coisas do Senhor, a quem amava e servia. O músico que é um verdadeiro adorador tem no Senhor, a sua maior riqueza, e por Ele zela com toda a sua força.
Se os nossos ministérios de música estão passando por muitos problemas e dificuldades, é porque está faltando zelo com as coisas que o Senhor tem deixado em nossas mãos. Através da sua Palavra, Deus oferece vários modelos para nossas vidas. Assim, Ele tem nos dado um modelo para o ministério da música com o qual devemos estar plenamente identificados e comprometidos para que possamos ver os resultados espirituais que irão surgir do mesmo.
É com esse espírito que vemos a necessidade de estruturarmos o ministério da música. Devemos nos conscientizar de que Deus tem colocado uma riqueza em nossas mãos – A música!
Este ministério, além de alegrar o coração de Deus, é um instrumento de edificação da igreja e um veículo de proclamação do Evangelho.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A VITÓRIA
"Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Rm 11.36.)
A vitória é necessidade de todo ser humano sobre a face da terra, o caminho da vida é um caminho de lutas, em inúmeras formas, diversas circunstâncias se processam na vida de todos nós, meros mortais. Alguns lutam para se manterem vivos, alimentando-se de restos, escondendo-se em marquises frias de prédios imponentes das grandes metrópoles, em casebres escuros nas zonas rurais esquecidas. Outros lutam pela paz interior se afundando em anestésicos e antidepressivos, deitados em suas camas confortáveis dentro de suntuosas mansões, outros milhares labutam sol a sol para conquistar o pão de cada dia. Doenças, insegurança financeira, drogas, crimes, medo, prisões psicológicas, corrupção, homossexualismo, prostituição, adultério, depressão... fato é que todo ser humano é refém de uma guerra, desejando ansiosamente viver a paz.
Forças das trevas são o inimigo número um da humanidade, sua principal arma é o pecado. Sim, pecado, do hebraico (avon) que significa “errar o alvo e trapo de imundícia” (Sl 51.2). Deus criou a humanidade para um propósito: “O Louvor de sua glória”, tudo o que a humanidade faz fora disso é pecado, um erro ao alvo que produz imundícia, concluímos que pecado é igual a imundícia. Uma das mais antigas definições das forças das trevas, satanás, é Belzebu, que significa (pai das moscas). Onde as moscas habitam? Na imundícia, de onde elas vêm? Não se sabe, mas deixe uma carne apodrecer, cheirar mal, que você verá milhares de moscas sobre ela. Isso é o que o pecado faz com a humanidade que fora criada para a paz, pureza e luz, quando pecamos, belzebu detecta a imundícia e vem trazer suas mazelas e destruições. Mas a história não acaba por aí.
Na plenitude dos tempos, nascido sobre a lei, tendo sido homem perfeito, sem pecado algum (avon), limpo, puro, sem imundice, Jesus trouxe libertação a todo ser humano sobre a face da terra que reconhece o sacrifício dele e o aceita como seu Senhor e Salvador. Jesus Cristo, o rei da glória! O Salmo 103.1-4 diz: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios. Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te cora de graça e misericórdia [...]”
Se Belzebu, de posse da nossa imundice humana, sem Deus, quer destruir nossa vida, prendendo-nos a derrota, Ele, Jesus, sara todas as nossas enfermidades e da cova redime nossa alma, dando-nos condições de: por Ele, por meio dele e para Ele, vivermos uma vida de vitórias em todo tempo, independente da circunstância que nos cerca, sabendo que em todo tempo somos mais que vencedores, que esse tempo de lutas e provações em que vivemos hoje é transitório, temporário. E o peso de gloria que há de vir é eterno, e os anos de lutas que vivemos aqui jamais poderão se comparar com a eterna glória que viveremos em muito breve. Creia em Jesus de todo seu coração, faça dele a sua vida e você verá suas lutas rendendo-se à vitória que Jesus venceu para nós na cruz.
:: Por Pr. Romney Cruz
domingo, 15 de maio de 2011
FRUSTRAÇÃO MINISTERIAL
Para se ter uma idéia, vamos recorrer ao recente relatório divulgado pelo Conselho de Igrejas Presbiterianas de Língua Portuguesa nos Estados Unidos. Os dados chocam: 1.500 pastores abandonam o ministério mensalmente naquele país. Vários são os desafios a serem encarados. Destacam-se as dificuldades nos relacionamentos, dentro do ministério, a imaturidade dos que assumem responsabilidades ainda muito jovens e, infelizmente, decepções com o caráter de alguns cristãos.
PRODUÇÃO DE LÍDERES
Para
Lidar de forma errada com o reconhecimento no trabalho ministerial também é apontado como motivo para decepções, de acordo com o pastor Ivan Mendes. Para ele, pelo fato de a sociedade ser dirigida pela prosperidade a todo custo, há uma cobrança para que todos sejam bem-sucedidos em tudo. “Deus não nos chamou para fazer sucesso, mas para sermos fiéis”, defende. Ele faz questão de lembrar que sucesso na vida espiritual, muitas vezes, inclui ser perseguido como foram os personagens bíblicos João Batista (decapitado), e Estêvão (apedrejado). Mendes também sinaliza para o perigo de o líder fazer do ministério a sua fonte de realização. “O ministério não sacia o coração e a alma porque pode acabar de uma hora para outra. A nossa fonte deve estar em Jesus”, apregoa.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
HEROÍS DA FÉ
A crença em Deus deve ser acompanhada por atitudes coerentes
A fé relaciona-se à ação, mas não apenas a atos isolados. Deve estar vinculada a um modo de vida coerente. O capítulo 11 de Hebreus destaca alguns elementos éticos que precisam acompanhar a fé.
De fato, a fé daqueles personagens sempre estava acompanhada por outras virtudes. A fé não dispensa uma vida correta. Isto não significa que ela ocorra apenas no coração dos puros e inocentes. Entretanto, seu resultado deverá ser a purificação daqueles que a possuem.
Observamos a questão ética, por exemplo, quando Moisés recusou ser chamado filho da filha de faraó, escolhendo sofrer com o povo de Deus, considerando o vitupério de Cristo mais precioso do que os tesouros do Egito. Estamos, portanto, falando de valores e prioridades definidos com base na fé e no compromisso com Deus.
Ações divinas
Assim como temos ações humanas acompanhando a fé em todo o capítulo 11 de Hebreus, o mesmo ocorre com as ações divinas. Deus age na vida daqueles que creem e se colocam em ação pela fé. Algumas vezes, a ação do Senhor está oculta no episódio, devendo ser subentendida (v.29, 30, 33, 34, 35).
Temos, portanto, a sequência: Deus fala, o homem crê, o homem age, Deus age. O Senhor trabalha a favor daqueles que creem (Is 64.4).
Sem as ações divinas, as ações humanas seriam insuficientes, insignificantes, ineficazes, inúteis.
Vejamos alguns atos de Deus em Hebreus 11:
- Deu testemunho sobre Abel (v.4).
- Trasladou Enoque (v.5).
- Deu um filho a Abraão e Sara (v.11).
- Preparou uma cidade (v.16).
- Abriu o mar (v.29).
- Derrubou os muros de Jericó (v.30)
- Ressuscitou os mortos (v.35).
- Trasladou Enoque (v.5).
- Deu um filho a Abraão e Sara (v.11).
- Preparou uma cidade (v.16).
- Abriu o mar (v.29).
- Derrubou os muros de Jericó (v.30)
- Ressuscitou os mortos (v.35).
Em todos os episódios citados no capítulo, a ação humana envolve o que é possível. Em seguida, Deus faz o impossível. No caso de Jericó, por exemplo, o povo podia rodear a cidade. Logo, deveria fazê-lo porque Deus mandou. O Senhor poderia ter dito: “Ficai em vossas tendas dormindo, enquanto eu derrubarei as muralhas”. De modo nenhum. Não devemos pensar que Deus fará tudo sozinho. Ele quer a nossa participação, dentro das nossas possibilidades e, principalmente, de acordo com o que ele nos ordenou.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
CHAMADOS E ESCOLHIDOS
“Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.” (Mateus 22.14.)
O versículo acima anuncia uma verdade espiritual muito séria: nem sempre aqueles que conhecem a Cristo serão aprovados por ele. Desvendando o original grego e hebraico, buscaremos meditar sobre o que é ser chamado e o que significa ser escolhido.
Em grego, o termo para “chamados” é “kletos”, que está relacionado a “kello”, que significa “dar uma ordem”. Assim, percebemos que neste primeiro momento de encontro com Cristo, recebemos dele uma ordem. Todavia, muitos não dão ouvidos a tais ordenanças, e por isso são apenas chamados, mas nunca escolhidos. Em Lucas 6.46 Jesus faz a seguinte pergunta: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando”. Isso é o que acontece com aquele que escuta o chamado, mas não obedece, e assim não é escolhido.
Na tradução hebraica do Novo Testamento, o termo usado para “chamados” é “qara”, palavra que possui uma gama de derivações, cada uma trazendo uma verdade espiritual surpreendente. Uma dessas derivações é “qar”, que significa “frio”. Uma característica fundamental da presença de Deus é o fogo, que traz consigo o calor. O próprio João Batista anunciou que ele batizava com água, mas Jesus batizaria com o Espírito Santo e com fogo (Mateus 3.11). O Antigo Testamento possui inúmeras passagens que também associam a presença de Deus com o fogo. Quando Abraão fez um pacto com Deus, o Senhor se manifestou através de uma chama de fogo (Gênesis 15.17). Assim também Moisés teve um encontro com Deus na sarça através do fogo (Êxodo 3.2). No deserto, saindo do Egito, o povo foi acompanhado por uma coluna de fogo (Êxodo 13.21). Assim concluímos que aquele que é chamado por Jesus, mas não atende ao chamado, permanece frio, pois não é aquecido pela presença de Deus, e acaba morrendo espiritualmente. E não se purifica, pois em grego, a palavra para fogo é “puros”, que origina o termo “purificar” (que significa literalmente “passar pelo fogo”).
Outro termo derivado de “qara” é “qeriy”, que significa “oposição”. O curioso é que esta palavra aparece apenas no livro de Levítico, e sempre como uma condenação para aqueles que iniciaram uma caminhada com o Senhor, mas não deram continuidade. Em Levítico 26.21, por exemplo, lemos: “Se andardes contrariamente (“qeriy”) para comigo e não me quiserdes ouvir, trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vossos pecados” (Levítico 26.21). Assim, vemos que aqueles que são chamados (“qara”), mas não atendem ao chamado, acabam sofrendo oposição (“qeriy”) do próprio Deus, pois se opuseram a Ele. Infelizmente, a igreja acaba sofrendo com pessoas que escutaram a voz, o chamado de Cristo, mas por não terem obedecido às coordenadas do mestre, acabam por tonar-se adversários da causa do Evangelho, como ocorreu com Judas Iscariotes. Na verdade, Iscariotes significa “homem de Queriote”. Em hebraico, “qeriyoth” significa “cidades”, plural de “qiryah” (“cidade”), termo relacionado com “qara”. Assim, o nome Iscariotes poderia significar “’ish qeriyoth”, ou seja, “homem das cidades”. Porém, se relacionarmos “qeriyoth” a “qeriy”, poderemos traduzir o nome Iscariotes como “homem da oposição”. Assim é todo aquele que escuta o chamado, mas não dá ouvidos a ele.
Uma curiosidade é que a palavra hebraica geralmente usada para cidade é “’iyr”, e não “qiryah”. O termo “qiryah” é usado para se referir, por exemplo, à cidade de Quiriate-Arba, também conhecida como Hebrom (Gênesis 23.2), local que era governado pelo gigante Arba, que foi pai de Anaque (Josué 15.13) e antepassado dos gigantes Aimã, Sesai e Talmai (Números 13.22 e Juízes 1.10). Pode ser que o nome Iscariotes faça referência a Quiriate-Arba, cidade que abrigava os maiores opositores ao povo de Deus: os gigantes. Na verdade, o nome “Hebrom”, que em hebraico é “chebron”, vem de “cheber” que significa “encantamento”. O termo “chaber” aparece, por exemplo, em Deuteronômio 18.11 quando se fala sobre “encantador” e em Isaías 47.12, na palavra “encantamento”. Assim vemos que Hebrom, além de cidade de gigantes, era também local de intensa prática de feitiçaria.
Voltando a Mateus 22.14, a palavra “escolhidos” é, por sua vez, em grego, “ekletktos”, que significa “destacados”. O termo equivalente em hebraico é “bachar”, que significa “testar”. Isso porque somente quem passa por uma prova pode ser selecionado. Assim vemos que primeiro há o chamado, depois o teste, e então a escolha. Muitos fogem do teste, outros são nele reprovados. Todavia, o Senhor sempre concede uma nova chance, assim como fez com Abraão, que mentiu sobre sua esposa e que engravidou a criada tentando agradar a Deus. Jacó também passou por diversos testes. Sua prova definitiva foi a batalha no vau de Jaboque. Ali ele reconheceu sua fraqueza, ao tornar-se manco, e reconheceu que Deus era seu mestre. Naquele momento, Jacó foi escolhido.
Outro termo derivado de “bachar” é “bachan”, que significa “sentinela”. Ou seja, o escolhido é aquele que vigia, que está sempre alerta, constantemente guardado os portões para que o inimigo não lhe imponha nenhum dano. Esta é a posição do escolhido: ele foi chamado para a obra maravilhosa, mas primeiro deve passar por um teste. Se ele confiar em Deus e dedicar ao Senhor sua vitória, vencerá a prova e se tornará um escolhido, um sentinela, um atirador de elite do Reino de Deus, recebendo ordens diretas do Senhor dos Exércitos.
Desejo aos leitores um 2011 de aprovação, de atendimento ao chamado da soberana vocação que há em Cristo Jesus! (Filipenses 3.14).
:Por Daniel Lago
sexta-feira, 29 de abril de 2011
AS DIFICULDADES
Quando foi ungido, Davi não sabia o que lhe aconteceria. Ele ainda não conhecia Golias. Assim também, os que começam uma caminhada com Deus ou um ministério, não têm a ideia exata do que lhes está reservado. Muitos se iludem com a expectativa de uma jornada tranquila. Estes, diante dos desafios, murmuram e sentem-se decepcionados (Mt 13.20-21).
Entre a unção e o trono, haveria um longo caminho a percorrer: dificuldades, obstáculos, desafios, adversários e batalhas. Apesar de a unção, tão importante e imprescindível, chegar ao trono não seria fácil ou automático, mas uma luta árdua que se estenderia por muitos anos.
Depois da unção, vem a oposição, até mesmo de onde menos se espera: da família (Mt 10.36). O próprio irmão de Davi irritou-se contra ele e o criticou (1Sm 17.28). Afinal, Eliabe era o primogênito, o primeiro candidato no dia da unção, mas Deus o havia rejeitado (1Sm 16.6). Deveria ser muito difícil para ele ver o irmão mais novo alcançando posição de maior destaque. A inveja produz inimizade e ódio.
Saul, que amou Davi quando o conheceu (1Sm 16.21), tornou-se logo seu inimigo, também por inveja, ao ver que o jovem se tornava um sucesso popular (1Sm 18.6-16).
Davi enfrentou adversários externos (Ex.: Golias) e internos (Ex.: Saul), mas cada um deles era necessário no caminho daquele jovem para que ele tivesse experiências com Deus pela fé, manifestasse seu caráter, desenvolvesse habilidades, amadurecendo e tornando-se cada vez mais apto para reinar.
Da mesma forma, todo aquele que se converte ao evangelho de Jesus Cristo enfrenta tribulações, críticas e perseguições. O próprio Mestre, após o batismo, quando ia começar seu ministério, teve que enfrentar Satanás no deserto. Depois, vieram os encontros diários com os fariseus, saduceus, escribas, sacerdotes e Judas Iscariotes.
Voltando à história de Davi, o moço prosseguia firme, apesar da resistência que surgia, pois sobre ele havia a promessa do reino. A palavra do Senhor e a unção do Espírito Santo lhe davam força para prosseguir.
Ele precisava lutar, mas não estava em suas mãos a solução de tudo. Matou Golias, mas não poderia matar Saul. Precisava depender do Senhor nesse assunto, esperando o tempo de Deus.
terça-feira, 26 de abril de 2011
ADORAR, PORQUE?
Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo – “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto” usando as palavras da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só a Ele adoração e o culto.O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus – a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória do Deus vivo, (Ef. 1:12 – a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel, depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria “leigos“ que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho que é Jesus. (Heb.10:19 a 22)
Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja a um entendimento nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse, “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.
Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.
Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja a um entendimento nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse, “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.
Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.
Já fiz diversas vezes a pergunta porque devemos adorar a Deus?
Esta pergunta invade o meu coração pelo fato de entender que Deus é suficiente em Si, não apenas em sua grandeza e majestade, mas em tudo. Apesar de sabermos que Deus se alegra com nossa adoração e obediência e se entristece com o pecado, se ira com a idolatria, seu coração não necessita de nada para que seja completo, não precisa de nossos sacrifícios de louvor e de nossa adoração para ter alegria e sentir-se feliz, não precisa de nossas expressões de amor para sentir-se amado pois Ele é o próprio amor, ( I Jo 4:8). Antes de que cada um de nós existíssemos Deus já existia em sua plenitude e era completo, e o Filho e o Espírito Santo participavam desta plenitude eterna. Em Col 1:16, falando da criação diz que “Nele (em Cristo e junto com Cristo) foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias”.
Esta pergunta invade o meu coração pelo fato de entender que Deus é suficiente em Si, não apenas em sua grandeza e majestade, mas em tudo. Apesar de sabermos que Deus se alegra com nossa adoração e obediência e se entristece com o pecado, se ira com a idolatria, seu coração não necessita de nada para que seja completo, não precisa de nossos sacrifícios de louvor e de nossa adoração para ter alegria e sentir-se feliz, não precisa de nossas expressões de amor para sentir-se amado pois Ele é o próprio amor, ( I Jo 4:8). Antes de que cada um de nós existíssemos Deus já existia em sua plenitude e era completo, e o Filho e o Espírito Santo participavam desta plenitude eterna. Em Col 1:16, falando da criação diz que “Nele (em Cristo e junto com Cristo) foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias”.
Ele é junto com o Pai e o Espírito Santo a fonte e a plenitude de todas as coisas, inclusive de todo louvor , toda a adoração, toda a alegria e júbilo. Por isso Jesus disse que Deus não procura adoração, pois adoração ele tem no céu (Is. 6 1 a 3). Deus procura por seus filhos, seus adoradores.(Jo. 4:23)
O que vem ao meu coração ao meditar sobre isto é que acima de tudo existe algo na adoração que é de vital importância não para Deus, mas para os adoradores, ao ponto de Deus em sua onisciência e auto suficiência estar procurando por adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Adoração (comunhão) é um precioso elo entre a criatura e criador. Tudo está na atitude do adorador, no livre arbítrio que temos para optarmos em sermos ou não adoradores.
O que vem ao meu coração ao meditar sobre isto é que acima de tudo existe algo na adoração que é de vital importância não para Deus, mas para os adoradores, ao ponto de Deus em sua onisciência e auto suficiência estar procurando por adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Adoração (comunhão) é um precioso elo entre a criatura e criador. Tudo está na atitude do adorador, no livre arbítrio que temos para optarmos em sermos ou não adoradores.
Deus nos deixou esta opção. Ele governa todas as coisas e poderia Ter feito de toda a criação seus adoradores assim como são os anjos, mas nos deixou a opção de o sermos ou não. Ao optarmos por Cristo, optamos por Deus.
Esta é a grande brecha da maioria das religiões que querem adorar a Deus, falam até mesmo de vida eterna, porém sem o sacrifício de Jesus. O adorador é aquele que faz uma opção por Deus, optando por Jesus e pelo seu reino, opta em Ter comunhão com Deus, comunhão esta que não é imposta por vontade divina mas é uma livre opção de amor. A parte de Deus é completa e perfeita seu amor por nós é inquestionável, porém ele espera por cada um de nós quando através de Cristo por obra do Espírito Santo que enche nosso coração do Seu amor revelado a nós por pela plenitude de Jesus e depois retorna para Ele. A verdadeira adoração é uma opção deste abrir-se ao amor divino, feita por cada um de nós, se não fosse assim porque Deus estaria procurando verdadeiros adoradores? Qual é a nossa opção? Deus governa sobre todas as coisas, menos sobre a nossa opção por adorá-lo ou não. Deixa para nós esta única e pequena atitude. Optarmos ou não por amá-lo e adorá-lo. Adoração é algo que satisfaz e alegra a Deus, mas beneficia também ao homem , pois este ao optar por Deus está cumprindo a sua parte neste enlace de amor. Adoração emana do amor. Deus quer ser amado por nós. O que trás eficácia na adoração é o amor. O que dá conteúdo as nossas expressões de adoração é a nossa vida de amor expresso em aliança e compromisso para com Deus e o seu reino nesta aliança de amor.
AMAR A DEUS ACIMA DE TUDO
Sl. 18:1 “Eu te amo ó Senhor, força minha”
A maior característica dos adoradores não é a sua forma de cantar e louvar, mas sim o profundo amor que estes tem por Deus. Sempre o que tem me chamado a atenção em homens como Abraão, Davi, os profetas e os discípulos de Jesus, é o profundo amor que tinham por Deus, Davi no Sl 18:1 diz, “ eu te amo oh Senhor” Jesus externou o seu amor incondicional ao Pai, e à sua vontade,sua vida foi em tudo direcionado por este amor, amor que se transformou em uma vida prática de devoção, adoração, submissão e principalmente obediência e sacrifício (Jo.4:34).
Quando falo deste amor falo do amor que Deus coloca no coração de cada um de nós seus filhos através do Espírito Santo que nos leva a uma comunhão que não pode ser quebrada por nada deste mundo. Paulo fala em Rom. 8:35 o que pode nos separar do amor de Cristo? A tribulação ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome ou a nudez, ou o perigo ou a espada? E conclui no verso 38, pois estou certo de que nem a morte nem os principados, nem as potestades, nem o presente nem o porvir, nem altura, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Posso pois entender que este amor que o texto fala de um amor sobrenatural que brota da própria presença do Pai em nós que nos faz amar a Deus, acima de todas as coisas. Em Dt. 11:1 Moisés ordenava ao povo “amarás, pois, o Senhor teu Deus”. Agora pela graça nós podemos fazê-lo através do Espírito Santo. Minha pergunta é sempre o que é amar a Deus, e o quanto eu amo? Passando por esta ou por aquela provação este amor é verdadeiramente provado, se estar ou não bem financeiramente, interfere neste amor, devemos ver os fundamentos do nosso amor para com Deus e o seu reino.
Adoração é uma resposta ao amor constante a Deus, como o amor que Abraão tinha, que entregou seu próprio filho, figura do amor que Deus tem por nós que também o fez. E porque Ele nos amou primeiro é que também podemos amá-lo.
Sl. 18:1 “Eu te amo ó Senhor, força minha”
A maior característica dos adoradores não é a sua forma de cantar e louvar, mas sim o profundo amor que estes tem por Deus. Sempre o que tem me chamado a atenção em homens como Abraão, Davi, os profetas e os discípulos de Jesus, é o profundo amor que tinham por Deus, Davi no Sl 18:1 diz, “ eu te amo oh Senhor” Jesus externou o seu amor incondicional ao Pai, e à sua vontade,sua vida foi em tudo direcionado por este amor, amor que se transformou em uma vida prática de devoção, adoração, submissão e principalmente obediência e sacrifício (Jo.4:34).
Quando falo deste amor falo do amor que Deus coloca no coração de cada um de nós seus filhos através do Espírito Santo que nos leva a uma comunhão que não pode ser quebrada por nada deste mundo. Paulo fala em Rom. 8:35 o que pode nos separar do amor de Cristo? A tribulação ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome ou a nudez, ou o perigo ou a espada? E conclui no verso 38, pois estou certo de que nem a morte nem os principados, nem as potestades, nem o presente nem o porvir, nem altura, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Posso pois entender que este amor que o texto fala de um amor sobrenatural que brota da própria presença do Pai em nós que nos faz amar a Deus, acima de todas as coisas. Em Dt. 11:1 Moisés ordenava ao povo “amarás, pois, o Senhor teu Deus”. Agora pela graça nós podemos fazê-lo através do Espírito Santo. Minha pergunta é sempre o que é amar a Deus, e o quanto eu amo? Passando por esta ou por aquela provação este amor é verdadeiramente provado, se estar ou não bem financeiramente, interfere neste amor, devemos ver os fundamentos do nosso amor para com Deus e o seu reino.
Adoração é uma resposta ao amor constante a Deus, como o amor que Abraão tinha, que entregou seu próprio filho, figura do amor que Deus tem por nós que também o fez. E porque Ele nos amou primeiro é que também podemos amá-lo.
Amor expresso em gratidão: Este amor deve ser expresso em nossas vidas primeiramente em gratidão. Um adorador tem um coração grato. Paulo fala: “Em tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus para convosco”, o salmista falou em entrar por suas portas com “ações de graça” – Esta gratidão que nos leva a dar graças a Deus em qualquer situação é um sublime incenso de amor que nos leva a reconhecer a soberania de Deus sobre todas as coisas. A linguagem deste mundo é a murmuração, a gratidão é porém, fruto dos lábios e corações daqueles que conhecem a Deus. Nosso louvor tem que ser fruto desta gratidão constante em nosso coração, quando me converti recebi de meu amado pastor um livro cujo título era “Louvor que liberta” cujo enfoque era a gratidão em qualquer situação, pois quando assim agimos estamos reconhecendo a soberania de Deus em qualquer situação e sempre lhe somos gratos.
Amor expresso em obediência: A obediência é outro fruto deste amor. Um adorador tem prazer em obedecer a vontade do Pai. Jesus assim o fez. Em Jo 4:34 diz que minha comida e minha bebida é fazer a vontade daquele que me enviou isto é seu prazer maior, acima até mesmo de sua vontade natural era obedecer, a palavra nos diz também que Ele foi obediente até a morte e morte de cruz. A vida de adoração de Cristo não foi regada de conceitos que muitas vezes impomos à nossa adoração como música ou palavras, mas sim foi expressa em uma incondicional vida de amor ao Pai expresso em obediência. Em I Sam. 15:22 Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor que o sacrificar, e o atender melhor que a gordura de carneiros. A grande diferença entre o tabernáculo de Moisés e o novo tabernáculo que aqui neste texto Deus começa a mencionar é a obediência requisitada por Ele que lhe agrada bem mais que os antigos sacrifícios. Obediência estas que foi totalmente consumada em Jesus.
Amor expresso em confiança: Estes dois aspectos anteriores só podem ser gerados em nosso coração quando existe fé “Sem fé é impossível agradar a Deus” e adoração é fruto de fé. Sem crermos de uma maneira total em Deus não poderemos adorá-lo, como Ele é digno de ser adorado. O inimigo sempre tenta roubar a fé. Podemos Ter muita gratidão, podemos até Ter muita obediência, porém somente poderemos agradar a Deus e nos achegar confiantemente ao Seu trono de graças, crendo em um Deus que sempre foi, é e será poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos pelo seu poder que opera em nós. Adoramos porque cremos. Crer não é algo automático em uma vida . Fé uma semente de Deus em nossa vida, a qual o inimigo constantemente nos tenta roubar, e quando isto acontece vem algo que chamamos de incredulidade, Jesus falou desta semente como um grão de mostarda em nosso coração. Nos disse também que tudo que pedíssemos em seu nome ele o faria colocando sobre nós um fundamento para nossa fé: SUA FIDELIDADE. Somos fiéis por causa de um Deus Fiel.
Asaph Borba
sexta-feira, 22 de abril de 2011
ANDAR COM DEUS
O aprendizado de andar com Deus é um processo. Cada vez que achamos que já sabemos como é, Deus nos leva a um lugar novo, onde os nossos velhos truques não funcionam. De fato, pode parecer que temos de aprender tudo de novo. E, num certo sentido, é isso mesmo. Entramos num território desconhecido e logo somos lembrados de que , se caminhamos por nós mesmos, tropeçamos. No entanto, quando seguramos na mão de Deus, nós voamos. Ele deseja que flutuemos muito acima das limitações da vida e do nosso próprio ser. Quer nos levar a lugares onde jamais estivemos e aonde não podemos chegar sem a sua ajuda.
Quando Deus usou Moisés para liderar os israelitas na saída do Egito, ele e o povo tiveram de aprender a depender dele a cada passo da jornada para a TERRA PROMETIDA. Quando não faziam isto, tinham sérios problemas. O mesmo acontece hoje. Deus nos conduz por um caminho novo, para um lugar onde jamais estivemos antes, e acreditamos que fracassaremos se tivermos de depender dele para chegar lá. Tentamos agir por conta própria porque achamos que dependência é sinal de fraqueza, em vez de entendermos que é um sinal da nossa disposição de permitir que Deus seja forte em nós.
Se você sente que se encontra num lugar onde não pode dar nenhum passo sem a ajuda do Senhor, alegre-se. Você se encontra onde Deus deseja que esteja. Se você está se perguntando: "Será que fiz algo errado?", provavelmente a resposta é: "Não. Você fez algo certo". Deus manterá você neste caminho, não importa quão difícil ou impossível possa parecer agora, porque você está disposto a seguir-lo. Ele deseja realizar grandes coisas por seu intermédio, coisas que só podem proceder de uma vida de fé. ELE quer sua atenção total, porque você não pode realizar essas coisas por conta própria. O caminho não é uma punição - é um privilégio. Não é uma restrição - é uma recompensa.
"Deus nos ama, e por isso permite que entremos em lugares difíceis em nossa vida, para que percebamos quanto temos de depender dEle.
by FBGS
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Música secular, novela e filme: Pecado?
É pecado ouvir músicas seculares e assistir novelas e filmes?
Vivemos no tempo da graça, dias nos quais o Espírito de Deus está sobre a igreja, edificando as vidas e concedendo-lhes discernimento para agirem em conformidade com a vontade de Deus em todos os aspectos. A vida santa e pura (“...santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Hb 12.14) nos habilita a desfrutarmos de intimidade com Senhor e na renovação de nossa mente, comungando as mesmas idéias e princípios. É o campo preparado para o agir do Espírito Santo que nos faz sentir a conveniência ou não de algumas ações.
É evidente que não encontraremos na Bíblia um versículo que aborde o tema, até mesmo, pela inexistência de tais situações. Paulo escrevendo aos irmãos de Corinto, disse: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”. (1Co 6.12) Aqui está a sabedoria do servo, ao deixar o Espírito Santo falar ao coração. A nossa escolha é pela licitude das obras, boas obras “mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação”. . (1Pe 2:12)
Façamos uma reflexão:
Ouvir música secular edifica a vida? Muito pouco provável! Na verdade, as letras de tais músicas geralmente exploram temas como: erotismo, sexualidade, ilusões, espiritualidade, mentira, etc. mensagens que destoam dos princípios de Deus. Muitos artistas, falam abertamente de pactos celebrados com entidades, visando o sucesso. O servo de Deus não pode compactuar-se de forma alguma com o mundo. Há também a questão do testemunho. Será lícita esta prática? Jesus teria prazer em nelas?
Assistir Filmes e Novelas edifica a vida? As novelas exibidas em nossos dias são verdadeiros canais disseminadores de toda sorte de práticas contrária à Palavra de Deus. Uma escola que atenta diretamente contra a moral e os bons costumes. A Tônica é: sexo, adultério, fornicação, traição, mentira, inimizade, falsidade, espiritualidade, violência, etc. É lícito o servo de Deus ocupar diariamente a sua mente com tanta imundícia? Jesus seria um assíduo telespectador de novelas? Quanto aos filmes, é preciso ter o bom senso de assistir apenas aquilo que não traga dano à nossa comunhão com o Senhor. É comum nas telas, o errado tornar-se certo e o certo em errado, por exemplo, inúmeros filmes trazem personagens declaradamente maus, bandidos, assassinos, etc. que arrebatam a aprovação e até mesmo, o desejo de vê-los se dar bem. É o compactuar com as obras das trevas. É licito tal diversão? Jesus ocuparia o seu tempo assistindo filmes abertamente contrários aos princípios de Deus?
Irmãos é preciso aprender a analisar e avaliar tudo que tem acesso à vida e que enche a mente, seja através dos olhos e ou dos ouvidos. Se a tua mente está cheia de letras de música mundanas e cenas de novelas e filmes a tendência lógica é a pratica de tais ensinamentos. O Senhor Jesus nos alertou quanto a isto, veja: “Porque a boca fala do que está cheio o coração”. (Mt 12.34). É preciso humildade e santidade para reconhecer esta verdade e guerrear contra a carne, sujeitando-a totalmente a Deus. O viver precisa ser um testemunho vivo da glória de Deus. “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”. (Mt 5:16)
A vida do homem, não pertence a Ele mesmo, sim a Deus, que o santifica e o transforma em morada do Espírito Santo (“Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus”. 1Co 6.19); É lícito encher esta morada santa com as coisas impuras deste mundo? Deus chamou o homem e o separou para toda boa obra, para que nas suas ações Ele seja glorificado.
O que deve ocupar a mente do servo?
“Irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco”. (Fp 4.8,9) O homem segundo o coração de Deus observa os Seus princípios e sempre está com a porta da vida fechada para o diabo e suas más obras, que habilmente, entra pelos lares.
“Irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco”. (Fp 4.8,9) O homem segundo o coração de Deus observa os Seus princípios e sempre está com a porta da vida fechada para o diabo e suas más obras, que habilmente, entra pelos lares.
Afinal é pecado ouvir música secular, novelas e filmes? Após a leitura desta mensagem, tenho plena convicção que o Espírito Santo falou a teu coração e você sabe qual a resposta.
“Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!” (1Tm 1.17)
Elias R. de Oliveira
“Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!” (1Tm 1.17)
Elias R. de Oliveira
sexta-feira, 15 de abril de 2011
PREPARAÇÃO E UNÇÃO
A preparação e a unção são essenciais para um grupo de louvor, para o fluir do Espírito Santo no momento da ministração do louvor e da adoração.
Quando um grupo ministra preparado e ungido, corações recebem alívio, conforto, Deus opera libertação e cura, pois o ministério se torna canal de bênçãos.
Os integrantes de um ministério de música são sócios que ministram juntos. São pessoas ligadas pelo mesmo chamado, servindo a Deus em uma área específica. Relacionam-se regularmente, unindo esforços com o objetivo de satisfazer necessidades contínuas dentro da igreja.
Um departamento de música não pode ser eficiente se todos não estiverem preparados e ungidos, prontos para servirem a todo o momento.
Preparação ? consiste em todo material e recursos disponíveis que ajudam a desenvolver e aperfeiçoar o ministério. Ler livros sobre o tema; participar de seminários; estudar a Palavra de Deus; estudar música; aprimorar a habilidade instrumental/vocal, praticando; investir em bons equipamentos e aprender a usa-los corretamente; participar dos ensaios; conhecer o repertório da igreja; escutar variedades de louvores inspirados, etc.
A falta de preparação pode ser um sinal de descuido, desinteresse, relaxamento, apatia, comodismo, orgulho (achar que já sabe muito), desânimo, preguiça ou achar que qualquer coisa pra Deus está bom.
Unção ? é o derramar do Espírito Santo (At 1.8; Jo 16.13-14; I Co 6.19) que nos torna capazes de realizar a Sua obra de maneira eficaz. A unção está ligada ao cumprimento de um propósito. A unção torna autêntica toda preparação técnica. É o óleo que lubrifica a engrenagem. A unção nos torna aptos a servir.
A unção é derramada quando buscamos a Deus, fazendo Sua vontade, não vivendo em pecado, mas sim em santidade e consagração.
É necessário disciplina espiritual: orar, ler e estudar a Bíblia, jejuar e vigiar.
A falta de unção pode ser sinal de uma vivência sem a vida de Deus, ou resultado e conseqüência do viver em pecado (Rm 8.13).
Pela fé, todos os dias nos apropriamos do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-5). De uma forma prática o crente confia que o Espírito vai lhe dar poder em situações específicas, como compartilhar a sua fé com outros, resistir à tentação, ser fiel etc. Não há uma fórmula secreta que faça com que o Espírito esteja disponível. É simplesmente uma questão de crer que o Espírito o ajudará.
É necessário um novo toque de Deus cada vez que o grupo toma sua posição no altar.
Conclusão
Se você não está fazendo o melhor para Deus, chegou a hora de se perguntar o porquê disso. Vale a pena continuar neste ministério? Este é de fato o seu chamado? É isso mesmo que você quer realizar para Deus com excelência? Pois um dia a Senhor nos pedirá conta de tudo o que tem nos confiado.
Se você está se preparando e buscando a unção, você está fazendo a sua parte, e Deus com certeza vai te usar de uma maneira tremendamente abençoada. Ele é fiel.
Lembre-se: você não é a pessoa errada, mas pode estar na posição errada, tentando realizar uma tarefa sem preparo e desprovido da unção do céu.
Creio que todos sonham com um ministério usado por Deus, então ainda há tempo de entrarmos em seus propósitos, buscando a preparação e a unção do Senhor.
Que Deus te abençõe!
Jader Jan Coutinho Malafaia
Ministro de Louvor - Ig Metodista de Pádua -RJ
quinta-feira, 14 de abril de 2011
ADORADOR OU TRABALHADOR?
Em Lucas 10:38-42 temos os dois extremos de crentes representados nas personalidades de Marta e Maria. Marta estava “sobrecarregada”, cuidadosa e “preocupada”. Maria estava “calma”, enquanto sentava aos pés de Jesus. Ela estava “sem preocupações”, enquanto tirava todo pensamento “temporal” da sua mente para comer das palavras dEle, e “vitoriosa” enquanto recebia do Senhor discernimento eterno. Uma lição que devemos aprender desta história é que quando adoramos o Senhor devemos deixar todo pensamento “temporal” e nos concentrarmos totalmente na pessoa de Jesus. Devemos parar de ser um trabalhador e ser completamente um adorador. Precisamos deixar de lado os problemas que surgirem, deixar as louças na pia, deixar as migalhas de pão no chão (deixar o chão sem varrer). É tempo de sentar-se aos pés de Jesus. Não se trata de irresponsabilidade ou de uma atitude não realista com a vida, mas trata-se de uma questão de disciplinar a mente para se concentrar em Deus. E o gozo subseqüente de contemplar Jesus vai começar a fluir naturalmente do seu coração. “Olharam para Ele, e foram iluminados: e os seus rostos não ficaram confundidos (Sl 34:5).
Existe uma fórmula única para a adoração e o serviço que opera inversamente nas Escrituras. Em Deuteronômio 8:19 nos é dado a fórmula para serviço e adoração… “se de qualquer sorte te esqueceres do senhor teu Deus, e se ouvires outros deuses e os servires, e te inclinares perante eles… certamente perecereis”. Num sentido muito real aquele que servimos é aquele que adoramos. Como servos do Senhor estamos constantemente correndo o risco de nos dedicarmos mais ao serviço do que à adoração. E nós começamos a colher recompensas prometidas neste versículo: “certamente perecereis”. Sem a renovação da disciplina de adoração e os seus benefícios de inspiração nova, nós começamos um processo de “morte” lenta. Jesus nos deu a solução para este problema em Lucas 4:8 onde Ele citou: “…porque está escrito: adorarás o Senhor Teu Deus, e só a Ele servirás. Colocar a adoração acima do serviço é difícil para nós porque o “homem” mede o seu próprio valor por obras visíveis, enquanto Deus considera os motivos do coração. A adoração e depois o serviço se tornam um antídoto espiritual para a tentação satânica e o tormento vistos no versículo 13 de Lucas 4. “E acabando o diabo toda a tentação, ausentou-se dele…” é muito difícil tirar um “adorador verdadeiro” do caminho certo. O adorador verdadeiro está servindo a Deus totalmente porque ele está adorando com todo o seu ser!
SEJA ADORADOR!!!
SEJA ADORADOR!!!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
A ADORAÇÃO E A FÉ
Concluímos, portanto, que podemos adorar a Deus cantando ou tocando, mas também podemos adorar a Deus, sem tocar ou cantar, ou seja, sem utilizar música. Se todas as afirmações acima estiverem corretas, pode-se constatar que a música não é um item essencial para o ato da adoração.
No entanto, há itens que são essenciais para o ato da adoração. Um deles é a fé. Por várias vezes na Bíblia, vemos que pessoas adoraram e agradaram a Deus com um ato de fé no Senhor Jesus. Leia atenciosamente duas destas passagens transcritas abaixo:
”...E eis que veio um leproso e o adorava, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo.” (Mateus 8:2.)
”...Enquanto ainda lhes dizia essas coisas, eis que chegou um chefe da sinagoga e o adorou, dizendo: Minha filha acaba de falecer; mas vem, impõe-lhe a tua mão, e ela viverá.” (Mateus 9:18.)
Creio que é impossível adorarmos verdadeiramente quando não temos um coração agradável aos olhos de Deus. Se não fizermos somente o que agrada a Deus, certamente perderemos uma grande oportunidade de adora-lO em verdade, sem incredulidade. Podemos concluir, então, que para adorar precisamos primeiramente aprender a agradar. A Bíblia nos diz no livro de Hebreus que sem fé é impossível agradar a Deus. E não se pode adorar, quando não se agrada. Portanto, sem fé é impossível adorar a Deus. Que detalhe curioso, não?
Mas vamos contextualizar este artigo. Quando chegamos à presença de Deus, com incredulidade no coração, a adoração vai por água abaixo! Confesso que já estive muitas vezes nesta situação, cheio de dúvidas, de perguntas e sem acreditar no Pai. Muitas vezes me cheguei para adorar a Deus, duvidando que Ele estivesse ouvindo ou recebendo a minha adoração. Já cheguei ao extremo de duvidar de Sua existência! Sei que estou parecendo um Tomé, e me entristeço ao saber que o sentimento de Jesus para com Tomé no dia de Pentecostes não foi dos melhores. E isso já aconteceu comigo, quando inconscientemente pensei: "...só vou crer se ver!".
Os dois versos de Mateus que lemos acima indicam que o leproso e o chefe da sinagoga adoraram apenas crendo. E o que mais me marca é ler as constantes expressões de Jesus: "a tua fé te salvou", "vai que a tua fé te curou", etc. Esta posição de fé é essencial quando chegamos aos pés de Jesus para adora-lO. Quando chegamos à presença de Deus devemos crer que Ele pode fazer infinitamente além daquilo que pensamos ou imaginamos! Da mesma forma, devemos acreditar que Ele nos ama assim como nós somos e que Sua misericórdia é grande o suficiente para nos aceitar, pecadores como somos. Ah, como é bom saber disto!
Para concluir quero dizer ao amado leitor que você sempre lembre do que foi escrito neste artigo: sem fé é impossível adorar a Deus! Faça todas as coisas mediante a fé e creia no Pai sem duvidar jamais de seus atos, de sua obra, de sua existência, de Sua Palavra, de suas promessas, de sua grandeza, de seu poderio, ... assim as possibilidades de haver um ato de verdadeira adoração aumentam muito. Esta posição de fé realmente agrada a DEUS!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
A GERAÇÃO DE SAMUEL

A Geração de Samuel é a restauração do Ministério Profético. O Ministério Profético não deve ser usado apenas para dar profecias que tenham a ver com as nossas realizações e anseios futuros, a nível emocional, ou ministerial. O Ministério Profético brota da revelação da Palavra de Deus. Brota do Coração de Deus, por isso está intimamente ligado ao Louvor e Adoração. Homens e mulheres - Adoradores - segundo o coração de Deus. A Geração de Samuel - a restauração do Ministério Profético - é a geração que unge David , ou seja, restaura a Adoração Profética nas igrejas. É a Geração de Samuel que depõe a liderança de Saul, baseada no espírito de controle, manipulação, ciúme e inveja. É a geração que levanta e unge a liderança de David, que é segundo o coração de Deus e que se rende à Vontade de Deus eo seu Novo Mover. Uma geração de adoradores que adoram em espírito e em verdade e que se levanta ppara restaurar o Ministério Profético, que durante muitos anos foi retirados das igrejas, trazendo em seu lugar um silêncio constrangedor. O controle da mão humana impediu que a Voz de Deus se ouvisse claramente nos nossos cultos. Distorsemos o cavalheirismo de Deus. Deus é um cavalheiro, por isso nunca impõe a sua presença. Ele anseia ouvir o nosso clamor pela sua presença e a sua glória, mas só se manifesta se lhe dermos lugar. Por isso , é urgente que Deus volte a tomar o seu lugar nos nossos cultos.
Em Jo.23e24, Jesus faz uma revelação tremenda à mulher samaritana. Ele diz "que é chegado o tempo daAdoração Profética. Estamos vivendo este tempo de Louvor e Adoração Profética. Não importa o lugar, nem a hora, mas sim a intimidade com o Senhor da Adoração.
É necessário que se levante a geração de Samuel, ( ISam.16:6-7 e10-17) que depõe a desobediência e unge a David - restaura o Ministério Profético: que é uma geração de adoradores segundo o coração de Deus.Aleluia! Este é o novo tempo espiritual, a Nova Jerusalém, que renasce das cinzas do arrependimento e quebrantamento das igrejas, que têm sede da presença de Deus; que clamam pela chuva sobre os osssos secos e a terra seca; que clamam pelo fogo da Unção, que quebra o jugo da vontade do homem e faz resplandecer a Glória de Deus e a sua Vontade!
Uma geração que unge David, uma geração humilde que se reúne em casa, que se ergue das feridas causadas pelas igrejas. Uma geração humilde que através de uma Adoração Intercessória profunda, depõe a liderança de Saul e unge David, para um novo tempo de Louvor e Adoração, um novo tempo de restauração e Avivamento. É esta a geração de Samuel - geração de adoradores-profetas que através de uma adoração intercessória cobrem e ungem a liderança de David e depõem toda a sorte de carnalidade nos ministérios, nas igrejas, nos líderes - Saul! Esta geração de Adoração Intercessória- Geração de Samuel, se posiciona emobediência à Deus, para este novo tempo de Adoração Profética. Assim como disse Jesus, é chegado este Tempo. Já chegou o tempo dos adoradores-profetas segundo o coração e vontade de Deus! Amém!
segunda-feira, 21 de março de 2011
PARA ENCONTRAR A MINHA SARÇA EU PRECISO ATRAVESSAR O MEU DESERTO

Há muitas portas de entradas para o deserto, mas só uma de saída, a porta da promessa, da terra prometida. Não importa como e porque você entrou no deserto, mas sim como você vai sair, o que você deve saber é que ali tem uma experiência que vai mudar a sua vida e te direcionar para o centro da vontade de Deus, para o cumprimento da promessa d'Ele mudando sua história. No Egito não tem experiência com Deus, só escravidão, mas depois do deserto existe Horebe, o monte de Deus, e ali a sarça ardente. A minha experiência mais profunda com Deus está além do meu deserto. Não fuja do seu deserto e nem murmure isso só aumentaria sua temporada na terra árida do tratamento de caráter, o que eu falo determina o tamanho do meu deserto.
quarta-feira, 16 de março de 2011
PODEMOS LOUVÁ-LO COM INSTRUMENTOS E COM PALAVRASS

Com Instrumentos:
Os instrumentos são também usados para louvar a Deus. Ele está presente na harmonia.
Está entronizado em meio aos louvores. Cada nota musical manifesta adoração ao Senhor.
Davi tangia a sua harpa e com aquele som que produzia ao Senhor, expulsava os demônios
de Saul. (I Sm 16: 14-23) No Salmo 150, observamos que devemos louvar ao Senhor com o som da trombeta, com o saltério, com a harpa; com instrumentos de cordas e com flautas, com címbalos sonoros e com címbalos retumbantes. Os instrumentos fazem parte da adoração, porém, só há a unção de Deus quando a vida de quem os tange é dedicada ao Senhor; se não for assim, tornam-se apenas notas e sons.
Com Palavras:
“De boas palavras transborda o meu coração. [...] a minha língua é como pena de
habilidoso escritor.” Sl. 45:1
O Senhor também se agrada quando o louvamos com palavras. Com palavras podemos
agradecer ao Senhor por seu amor (I Jo 4:8), por seu grande poder (Sl 71-19); declaramos que Ele é maravilhoso (Jz 13-18); e podemos usar as suas infinitas qualidades para declarar o nosso amor para Ele.
Deus gosta de ser reconhecido. Quando o louvamos com palavras também reconhecemos
seus poderosos feitos. Às vezes, admiramos pessoas que são humanas; todas têm defeitos e virtudes.
Muitas vezes nos decepcionamos com elas porque elas são falíveis, passíveis de erros. Porém, com Deus não há riscos; podemos louvá-lo sempre sem nos decepcionarmos porque Ele é imaculado; Ele não tem defeitos, só qualidades. Por isso, a Ele toda a Glória.
sexta-feira, 11 de março de 2011
DAVID QUINLAN
"Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas.’” (Sal. 150:3-4).
TEMOS QUE ADORAR A DEUS COM TODO O NOSSO CORAÇÃO, CORPO E MENTE, POIS TUDO QUE TEM FÔLEGO LOUVE AO SENHOR.....
TIRANDO AS SANDÁLIAS

Leitura bíblica: Ex. 3: 1-10
Senhor, ajuda-nos a permanecer na Tua santa presença a cada dia.
Que episódio fascinante! Ali estava um homem solitário, pés cansados, sandálias empoeiradas... marcas do caminho percorrido. Caminho de fuga, temores, mágoas e incertezas. Quem sabe no peito a saudade do seu povo e na mente o borbulhar de pensamentos e interrogações que pareciam não ter respostas. Mas algo de extraordinário aconteceria! Uma visão! Um encontro, uma experiência marcante e decisiva... “Moisés, tira as sandálias de teus pés, porque o lugar onde tu estás é terra santa.” Terra santa... presença santa, gloriosa, onipotente. Presença do Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Moisés os conhecia, mas agora conheceria o Deus deles de uma maneira tão pessoal e amorosa.
É impossível ter a revelação da glória, do poder, da beleza e santidade de Deus sem tirar as sandálias. Sandálias que trazem as impurezas da estrada percorrida pelas nossas próprias escolhas. Sandálias da justiça própria, do medo, da covardia, do egoísmo, enfim, sandálias que trazem a feiura do pecado. Tirar as sandálias... rendição plena, incondicional ao propósito maior de um caminho mais elevado, preparado por aquele que é Senhor absoluto sobre todas as coisas. Tirar as sandálias... deixar para trás uma vida de fracassos e desencantos partindo em rumo ao extraordinário, vislumbrado por uma fé cristalina. Tirar as sandálias... sacudir a poeira do deserto e entrar na terra prometida: lugar santo, onde somente habitam aqueles cujas vidas foram santificadas por Cristo Jesus.
Moisés andaria agora de acordo com uma nova proposta de vida. Desafios e acontecimentos magníficos seriam experimentados ao longo de tão grande caminhada. Não mais sozinho, mas com a firme convicção de que a mesma presença reveladora que ardia na sarça, no Monte Horebe estaria sempre com ele. A presença do Grande Eu Sou. Coragem, determinação, esperança, certeza de realização seriam agora suas companheiras.
Tiremos, pois, diariamente nossas sandálias do ontem, partindo em direção ao amanhã que Deus tem reservado de maneira extraordinariamente amorosa para cada um de nós. Permaneçamos continuamente na terra santa.
Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. Ex. 3:5b.
Pra. Iara Diniz
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