Olá, seja Bem - Vindo(a)!!!

Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33

"Lembre-se JESUS é o caminho, a verdade e a vida e ninguém vai ao PAI, senão por ELE".

"Leva-me ao lugar seguro, onde nunca ninguém jamais viu, onde nunca ninguém jamais pisou, onde nunca ninguém ouviu falar, onde nunca ninguém jamais sonhou, é lá onde quero estar, bem juntinho a TI Senhor".




quinta-feira, 28 de julho de 2011

SER USADA X SER PROVADA



Eu não quero somente ser usada por Deus. Quero ser aprovada!
Talvez você se assuste com tal afirmação. Continue lendo e permita-me explicar-lhe melhor.

Existe uma grande diferença entre ser usado por Deus e ser aprovado por Deus. É uma diferença tão grande, que chega a ser assustadora. Mateus 7:21-23 nos mostra uma cena onde Jesus tem um diálogo com pessoas que foram USADAS para operar milagres e maravilhas em Nome de Jesus. Leia cuidadosamente cada palavra, mesmo que você já conheça o texto. Lembre-se que os detalhes é que contém o tesouro escondido nessa passagem tão pouco pregada.

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”.

Talvez sua primeira reação seja: “Ah, eu já conheço este texto”; (esse é o erro de muitos cristãos hoje em dia). Mas Jesus, falando aos discípulos, lhes disse que esta cena aconteceria. E o mais assustador: Jesus não falou que alguns lhe dirão isto. Ele disse que muitos, naquele dia, lhe questionarão sobre os seus feitos, usando como argumento o fato de terem sido USADOS por Deus.

E o que isso tem a ver com instrumentistas, cantores, artistas plásticos, dançarinas, dentre outros, que usam formas de arte para adorar a Deus?
Ás vezes você está ministrando ao coração de Deus, quer seja tocando, cantando ou através de qualquer outra forma, já citada. E você consegue ver o agir de Deus. Você pode sentir o mover do Espírito Santo. Talvez você esteja fazendo algo e vendo as pessoas sendo abençoadas, curadas, restauradas. E então você vai embora pensando: “Que benção! Deus me usou!”. Mas o fato de Deus ter usado você (no caso, um vaso, canal para o Espírito Santo), não significa que tudo está bem dentro do seu coração! Infelizmente esta é a verdade e não conheço uma forma mais clara de dizê-la. Ser usado não significa ser aprovado. Talvez você pense: “Mas Deus não usa um vaso que não está santificado!” Deus USOU Faraó! Ele mesmo disse que o usaria para levantar Seu Nome e mostrar a Sua Glória! Deus usou Nabucodonosor! Deus usou a famosa mula de Balaão! Então, Deus usa sim! Você também já deve ter ouvido histórias em que pessoas incrédulas, iníquas, são ‘usadas’ por Deus para até mesmo falar com ‘cristãos’ que infelizmente não têm dado ouvidos a Deus. Deus usa incrédulos! Deus usa quem Ele quer!
No texto de Mateus, é inquestionável o fato de que aquelas pessoas tenham sido usadas por Deus. Elas operaram muitos milagres. Elas curaram. E não foi no nome delas mesmas. Foi no Poderoso Nome de Jesus. E aqueles que foram curados, receberam milagres, libertação de espíritos malignos pelo poder de Deus foram ricamente abençoados. E talvez saíram pensando: ‘Puxa! Fulano é uma benção! Deus o usou na minha vida para que eu fosse liberto, curado, etc’. Repito que ser USADO por Deus não significa que seu coração está correto perante o Espírito Santo, que tudo vê e tudo sonda.
Quando Deus te usa e pessoas são abençoadas, nunca é por sua causa, porque você ‘orou o suficiente’, ‘jejuou o suficiente’, etc... Sempre é por dois motivos: primeiro porque Ele é fiel à Palavra Dele, e segundo, por misericórdia das pessoas às quais você ministra; Ele honra aqueles que estão ali, sedentos para receber de Deus! Vemos pastores, ministros, etc, que são tremendamente usados por Deus e saem achando que são os mais ungidos!
Deus tem martelado esta palavra em minha mente: SER USADO NÃO QUER DIZER SER APROVADO.
Acredito que quando somos aprovados, conseqüentemente somos usados por Deus, pois estamos levando uma vida reta diante dos olhos do Senhor. Mas o contrário nem sempre é verdade. Ser usado não quer dizer que somos aprovados.
Paulo, em sua carta a Timóteo, deixa um conselho extremamente sábio e útil para nossas vidas nos dias de hoje. Ele não disse para que Timóteo se apresentasse a Deus como alguém USADO. Ele disse:
“Procura apresentar-te a Deus APROVADO, como obreiro que não tem de que se envergonhar...” (II Tm. 2:15).

Por isso concluo, dizendo que não quero somente ser USADA para ser benção na vida de outras pessoas, usando o precioso Nome de Jesus para operar milagres, e no último dia, ouvir: “Apartai-vos de mim!”. Não é esta a frase que quero ouvir de Deus. E sei que minhas atitudes fora dos ‘holofotes e luzes’, quando ninguém me vê, é que vão determinar qual a reposta que receberei de Deus. Eu quero ouvir: “Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt. 25:23).

E para sermos aprovados, temos que seguir os passos de Jesus, irmos para a nossa cruz todos os dias e carregá-la, vivendo de um modo digno do nome que carregamos.
“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me” (Lc. 9:23).

Que o Senhor te abençoe e imprima estas palavras em seu coração sedento!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

UM ADORADOR À PROVA DE FOGO


Leia: Daniel 3:19-30 

UM século antes dos três amigos enfren-tarem o fogo da Babilônia, Deus previu exílio e perseguição, mas ele sempre disse, "Não tema, pois eu o resgatei... Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas." (Isaías 43.1-2) Deus manteve sua palavra. Enquanto os soldados do rei queimavam, nem um fio de cabelo dos amigos fiéis de Deus se danificou. Eles eram à prova de fogo, graças a um quarto "homem" que também estava dentro do fogo. Essa figura era um anjo, ou provavelmente o próprio Filho de Deus.

Mas, como explicar os cristãos que morrem em outros movimentos de perseguição? Os cristãos primitivos eram queimados como tochas em caminhos e estradas pelo cruel imperador Nero. Os heróis da reforma eram queimados em fogueiras. Inúmeros mártires, em várias épocas, morreram pela sua fé. Deus falhou com eles? De forma alguma. Jesus disse: "Eles entregarão alguns de vocês à morte... Contudo, nenhum fio de cabelo da cabeça de vocês se perderá..." (Lucas 21.16-19) Jesus desceu ao inferno para salvar seus eleitos das chamas eternas. Apesar de eles morrerem ou serem mortos, crentes à prova do fogo serão ressurretos para desfrutar a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. (Romanos 8.21-23).

Pense:
"Quando você andar através do fogo, não se queimará..."

Ore:
Poderoso Deus, dá-nos fé sob o fogo. Caminha conosco através das chamas da aflição e da adversidade. Equipa-nos para reinarmos um dia como filhos e filhas do Rei. 
Em nome de Jesus. 
Amém. 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O AMOR DE DEUS NOS CONSTRANGE


Que a doce e tão maravilhosa paz de Jesus Cristo envolva completamente sua vida!
2 Coríntios 5: 14 diz assim: "Pois o amor de Cristo nos constrange julgando nós isto, um morreu por todos, logo todos morreram".
A nossa vida é marcada por aquilo que conhecemos, o próprio Jesus disse:"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Mas a pergunta que fica é: "Que verdade é esta?".
É a verdade que eu conheço. O sonho de Deus sempre foi um, que o homem fosse livre, que o homem dependesse exclusivamente só de Deus e visse Nele o sentido de todas as coisas. O amor de Deus nos constrange, o constrangimento é aquilo que sentimos quando não merecemos algo. Quando olhamos para a cruz e ali vemos a realidade do amor do Senhor ficamos constrangidos.
Um morreu por todos, logo todos morremos. Quando você olha para a cruz, você vê a paixão de Cristo, o que levou o Senhor para a cruz foi a graça. Ele morreu por todos. Você precisa se incluir nisso, Ele morreu por você. A morte de Jesus foi substitutiva, Ele tomou o nosso lugar, Ele assumiu o nosso lugar. Jesus morreu por você e você pode tomar posse dos benefícios da morte Dele. Ele morreu para te dar vida.
Meus olhos se abriram e essa verdade entrou no meu coração. Você precisa olhar no espelho e contemplar a pessoa mais amada, mais querida no universo. Você pode ser uma pessoa que tem sido desprezada, zombada, mas hoje a beleza da fé chega ao seu coração com esta verdade: Jesus te ama.
É preciso que você se entregue ao Senhor, você precisa dizer "Jesus eu te quero". Hoje é o tempo de você considerar de maneira muito séria e assumir o amor do Senhor. Quanto mais você permitir que o amor de Jesus entre no seu coração, mais você vai sendo transformado em uma pessoa melhor. Deus fez o dia de hoje para que você viva inteiramente esta realidade: o amor Dele.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O DEUS QUE REALIZA SONHOS IMPOSSÍVEIS

[Neemias 2.1-20]


Os sonhos inspiram o poeta, dão ânimo e criatividade ao escritor, instigam o cientista, alimentam a alma e transformam a realidade em esperança. Todos nós temos sonhos. Mas, nem sempre é fácil concretizá-los.

Abraham Lincoln foi um homem que jamais deixou de sonhar: Ele faliu no comércio aos 31 anos de idade. Perdeu a eleição para Deputado Estadual aos 32 anos. Faliu novamente no comércio aos 34 anos.  Aos 35 anos, sua esposa faleceu. Teve colapso nervoso aos 36 anos. Perdeu a eleição para Prefeito aos 38 anos. Perdeu para Deputado Federal aos 43 anos. Perdeu para Deputado Estadual aos 46 anos. Perdeu para Senador aos 55 anos. Perdeu para Vice-Presidente aos 56 anos. Como se não bastasse, perdeu a eleição para Senador aos 58 anos. Entretanto, ele não deixou de sonhar, tornou-se Presidente dos EUA aos 60 anos (1861). Abraham Lincoln teve todos os motivos para abandonar seus sonhos, mas apesar de lágrimas e incontáveis frustrações, jamais desistiu deles.
O copeiro Neemias, também era um grande sonhador. Alguém que não desiste facilmente.  Alguém que sabe das dificuldades e barreiras para a concretização dos sonhos. A cidade de Jerusalém estava debaixo de condições desesperadoras: insegurança pública, injustiça social, pobreza e grande miséria e desprezo (Ne 1.3). O que o povo precisava era de um grande líder, um verdadeiro sonhador. Neemias foi capaz de enxergar o problema e ao mesmo tempo a solução, sem nunca ter estado em Jerusalém.
O sonho humanamente impossível da reconstrução de Jerusalém estava se tornando realidade.  Uma grande obra pode começar quando um homem se levanta e se coloca nas mãos de Deus. O povo precisou apenas de 52 dias para reconstruir os muros da cidade que estavam arruinados há 140 anos (Ne 6.15).
O sonho humanamente impossível torna-se realidade quando você se prepara em oração, jejum e lágrimas antes de agir. Quais são os sonhos que lhe parecem impossíveis? Eu quero lhe desafiar a começar a orar, chorar e jejuar por eles. Não Desista dos seus sonhos, pois o Deus que você serve é especialista em realizar sonhos humanamente impossíveis.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

VIVENDO UMA VIDA DE VENCEDOR


Como é bom ser um vencedor, mas nós que somos de Deus , ou seja, só nós que somos de DEUS, temos o privilégio de sermos mais que vencedores (Rm.8:37). Olha, neste tempo vemos muitas pessoas se acovardando diante dos problemas que são vários, cada um carrega o seu. Mas vemos na palavra de Deus a solução para nossas dificuldades, mas a Bíblia diz para nós em (Joel 3:9,10,11), quando nos tomarmos esta posição vamos começar a viver como verdadeiros vencedores é somente no furor da batalha que você vence. Veja um exemplo (Gen 32:22-30), isto nos prova que sem luta não à vitória, lute com as armas que Deus te deu e estas são as armas (Efésios 6.13-17) e tomando posse destas armas devemos lutar espiritualmente (II Cor. 10:3-5), uma vez tomando esta posição e só levantar a bandeira da vitória, queira você ou não sua família, seu emprego, suas finanças, seus negócios, seus amigos, ou seja, tudo que é teu esta sobre a alça de mira do diabo, agora depende de você para tomar posse deste escudo da fé e defender a você e os que você ama dos dardos inflamados do diabo (Efésios 6).

QUER VENCER?
CONTRA ATAQUE.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

JESUS NOSSO SUMO SACERDOTE


"...e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência, e lavado o corpo com água pura" (Hebreus 10:21-22).

O elemento essencial de todo sumo sacerdote é que, além de ser chamado por Deus, ele precisa ter algo para oferecer como sacrifício (Hebreus 5:4; 8:3). Isto era verdadeiro quanto aos descendentes de Arão, que eram sumos sacerdotes sob a lei de Moisés, e é verdadeiro de nosso sumo sacerdote: Jesus Cristo.

A diferença entre estes dois sacerdotes é impressionante. Os sumos sacerdotes, sob a lei, tinham somente o sacrifício de sangue de animais para oferecer. Isto, temos certeza, não pode retirar o pecado (Hebreus 10:1-4). Nosso sumo sacerdote, Jesus, que passou através dos céus, ofereceu a si mesmo como sacrifício, um oferecimento que limpa a consciência das obras mortas do pecado (Hebreus 9:14,15,24,25).

Jesus, como nosso sumo sacerdote, é descrito tanto como advogado como intercessor. Ele sempre vive, o escritor de Hebreus diz, para fazer intercessão por nós, uma intercessão à mão direita de Deus, que inclui mais do que perdão pelos pecados (Hebreus 7:25; 4:14-16). Ele está ali para interceder de qualquer modo que precisemos: dando-nos força para superar a tentação, conforto em tempos de sofrimento ou privação, ajuda quando enfrentamos enfermidades corporais, e sabedoria quando somos desafiados a tomar duras decisões.

Ele, como intercessor, também é advogado (1 João 2:1). Um advogado, de acordo com a palavra na história grega, era em essência um legista, um ajudante que os réus literalmente levavam ao tribunal para que ficassem ao seu lado e defendessem o seu caso. O Espírito Santo foi um advogado (traduzido como "Consolador" em João 14:15-16) que os apóstolos tiveram com eles para guiá-los em toda a verdade.

Como nosso advogado, Jesus fica, não somente ao lado de Deus no tribunal celeste, mas fica ali em favor de seus discípulos. Ele entende nossas fraquezas, nossas frustrações, nossas ansiedades, nossas angústias; e ali está para ouvir e defender nosso caso diante de Deus. Junto ao trono de Deus estão a "misericórdia" e a "graça" para nos ajudar nos tempos da necessidade, e Jesus lá está para simpatizar-se conosco e fazer nosso apelo a Deus (Hebreus 4:14-16).

Lembremo-nos, portanto, de não desanimar, mas orar sempre quando temos necessidade de Deus (Lucas 18:1). Deus nos ama, sabe o que é melhor para nós, e tem poder para no-lo dar. Certifique-se de pedir-lhe, mas lembre-se também de agradecer através de Jesus, nosso intercessor e advogado.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Steve Lawson - Irá lhe custar tudo

COMO IDENTIFICAR UM ADORADOR




É importante ressaltar que desde a concepção de Cristo até a sua crucificação o fator que levou homens a prostrar-se humildemente diante dele e a adorá-lo não foi a mera visão de Jesus , mas foi uma revelação sobrenatural.
Adoração é sempre uma reação espontânea a uma revelação. É bem provável que centenas de pessoas, talvez até milhares tenham ouvido falar do nascimento de Jesus, mas somente aqueles que receberam uma revelação sobrenatural do acontecido o adoraram . Assim que recebemos a revelação de quem Jesus é, somos levados a adorá-lo, pois a revelação acha-se estreitamente ligada a adoração.

Não basta existir o objeto da adoração; é necessário também motivação . E essa motivação brota quando enxergamos Jesus com os olhos de nosso entendimento espiritual. Conhecer Jesus é amá-lo, e amar Jesus é adorar a Deus. Se ouvirmos o que Deus esta nos dizendo, e tivermos uma reação de obediência ,também conheceremos uma inusitada felicidade que nos inspirará a comunicar essa nova aonde quer que formos. Então descobriremos que não precisamos dos aparatos religiosos para praticarmos a verdadeira adoração.Sem essa restauração redentora é muito difícil adorar . Quem se acha prisioneiro da lei não adora; geme. Quem é escravo de um sistema religioso não louva a Deus; dirige-lhe petições . Mas o filho de Deus que já foi restaurado, deleita-se com Suas promessas, regozija-se com Sua pessoa e, diante de Sua presença adora-o.

A razão por que não percebemos a presença de Deus , na maior parte das vezes, é que ela não se manifesta da forma como achamos que ela deveria se manifestar, mas Deus está presente tanto na luz quanto nas trevas, tanto no prazer , como na dor. Embora seja fato que Ele está em toda parte , é verdade também que raramente o reconhecemos, percebemos e nos deleitamos em Sua presença. É que a maioria dos crentes se acha cega a essa realidade.

Atos 16 : 25 e 26 diz que perto da meia-noite dois servos de Deus receberam a revelação de quem era Jesus e o que Ele podia fazer, então começaram a adorar. Eles entendiam que se reclamassem sua prova prorrogaria, porém quando eles começaram a adorar, os cárceres todos começaram a estremecer pois não há inferno, nem cadeia, nem grilhão que Deus não quebra através da adoração, adoração além de ser um enorme veiculo para tocarmos o coração de Deus, é uma poderosa arma contra satanás pois quem adora prova para satanás que ele está errado em pensar que Deus nunca terá Sua criação O adorando .

Características de um adorador :
João 4:22 a 24 – CONHECE A DEUS:
Uma das maiores características de um adorador é que ele conhece o seu Deus. Em Lucas 11:1;2 Jesus dá a sua primeira lição sobre comunhão pessoal com Deus, que aliás é a essência da adoração.
É importante observar que esse ensinamento inicial de Jesus focaliza o relacionamento do adorador com aquele a quem adora.
“Dizei: Pai”; a adoração não é o ato de um súdito que se prostra diante de seu rei; é mais que isso. Também não é a atitude de um escravo que submissamente recebe ordens do seu senhor, vai muito além disso. A adoração é o relacionamento amoroso entre um filho com seu pai.

Outra característica de um adorador é ele ADORAR EM ESPÍRITO E EM VERDADE (João 4:23,24)
Adorar em Espírito é adorar pela motivação da revelação de quem é de Deus; é alcançar o coração de Deus ao ponto D´Ele revelar Seu poder e Sua glória, ao ponto da nossa adoração tocar o sobrenatural de Deus (At. 16:25,26) quando adoramos em Espírito, alinhamos o nosso espírito ao Espírito de Deus , então tocamos o sobrenatural (II Crônicas 20:22)

Adorar em verdade é adorar firmado e fortalecido na PALAVRA que é a VERDADE (João 14:21) ter os mandamentos não apenas guardados na cabeça mas praticando-os (MT 7:24 a 27), ou seja; um ADORADOR cumpre tudo aquilo o que a palavra diz.

Uma outra característica na vida de um ADORADOR são os seus frutos (Mat.12:33)
Não adianta cantar e tocar bem, não adianta chorar ou falar em línguas estranhas, uma das características de uma ADORADOR, são os frutos do Espírito.

FRUTOS DO ESPÍRITO: Gl. 5:22.
Mas a principal característica de um adorador é a sua relação de extrema intimidade com Deus, buscando conhecer e arrebatar o coração dEle, refletindo em sua vida pública a intimidade que adquiriu em sua intimidade com Deus.

Mas não perca tempo caçando adoradores, porque esse é o papel de Deus, apenas procure intensificar sua busca pela presença de Deus, assim Deus intensificará sua manifestação a você. E lembre-se: o Pai não está em busca de adoração, mas de ADORADORES. Que Ele ache em ti nesse dia um adorador extremo.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dança na Igreja: A adoração é o princípio de tudo



São multidões em busca da salvação e os crentes sendo restaurados, vivendo uma nova vida em Cristo. 

Um dos instrumentos desse avivamento é exatamente o louvor e a adoração e, assim, como a musica e o canto, a dança vem expressar a sede do coração do ser humano por mais de Deus. Nesse processo de busca por intimidade com o Pai, seu coração nos é revelado em canções e gestos que nos envolvem em Seu amor, cada vez que nos colocamos diante dEle em adoração. 

Em se tratando de evangelismo o primeiro sentimento e a primeira motivação, é exatamente a adoração, o estar apaixonado por Jesus. Desse sentimento é então gerado uma necessidade de declarar ao mundo esse amor e anunciar as boas novas àqueles que ainda não conhecem a Jesus. 

Como bem sabemos, a adoração não é um ato separado do corpo de uma pessoa. Ainda que a vontade, a razão, a mente e o emocional de alguém possam ser considerados separadamente, estas são expressões que designam o ser humano por inteiro. Não somos incumbidos de amar a Deus por partes específicas de nossa personalidade, mas com todo o nosso ser. E nesse contexto o critério é o mesmo para a dança, seja no louvor, na adoração, no evangelismo ou em qualquer circunstância que envolva o nome de Jesus. 

Além disso, gostaria de reiterar que a dança no louvor, na adoração ou no evangelismo não é uma prática corporal por ela mesma, muito menos uma exibição artística ou um enfeite na liturgia ou nos impactos evangelísticos. Nela, a essência de total entrega do adorador se manifesta por uma espontaneidade responsiva, trazendo toda a congregação ou no caso do evangelismo o público, para momentos de júbilo, edificação, salvação, libertação, cura e restauração na presença de Deus. Louvamos a Deus com danças por causa da Sua santidade, da criação e da redenção do ser humano. 

Nessas circunstâncias, a dança expressa e intensifica o desfrutamento da presença de Deus e seu relacionamento conosco numa celebração a Ele e com Ele. Não queremos ser bailarinas, bailarinos ou interpretes, mas adoradores; não realizamos apresentações, mas ministramos o louvor a Deus, o adoramos ou proclamamos sua Palavra, e em vez de palco para nós existe o púlpito, lugar de santidade e autoridade onde a Palavra é anunciada, no nosso caso, com a linguagem da dança. 

Nesse contexto, entendendo a dança como linguagem, seu processo criativo é uma possibilidade de arte inscrita no corpo, traduzida em metáforas do pensamento e realidade desse mesmo corpo. Realidade, pois é neste corpo que a dança se estrutura, se molda, conforma, transforma e disciplina quando ele se faz presente. 

Portanto, um corpo, ao dançar, desenha no tempo e no espaço com seus gestos. São movimentos orquestrados pelo sensível e pelo inteligível do ser em deslocamento e pelas impulsões do movimento, gerando formas e (re)formas, em constantes transformações, tornando a dança uma realidade visível e dinâmica. A exemplo dos pintores, que usam as cores e as linhas para dar forma no plano pictórico, ou dos poetas, que se utilizam palavras para construir seus poemas, o bailarino e o coreógrafo utilizam-se dos gestos corporais para dar forma à dança. 

Assim, o gesto corporal dançante, parte da experiência humana, vem dialogando e participando da arquitetura da cultura corporal e do viver humano num espaço e num tempo histórico transitando de certa maneira entre as inúmeras oportunidades de movimentos, construindo, no contexto da Igreja, uma dança contemporânea santificada pelo vaso de honra que somos nós no louvor, na adoração e também no evangelismo. 

Nesse caso, a dança não é um fim em si mesma. É um corpo transfigurando-se em formas que podem ter vários sentidos: fazer e operar; conceber e imaginar; construir e constituir; fundar, criar e preparar com o objetivo de primeiro adorar a Deus e depois, sob a orientação do Espírito Santo e em nome de Jesus, alcançar o coração dos homens através da salvação, da cura, da libertação, edificação e restauração de suas vidas. 

:: ISABEL COIMBRA
Líder do Mudança Cia de Dança a Artes Cênica

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ASPECTOS IMPORTANTES NO MINISTÉRIO DA MÚSICA

“… os meus zelosos adoradores… me trarão sacrifícios…” (Sf 3:10)
Ao lermos o texto acima, podemos concluir que o adorador é zeloso com aquilo que o Senhor tem deixado em sua responsabilidade, porém, a imagem que muitos de nós músicos “adoradores” temos passado para as pessoas que nos cercam, é que não somos zelosos com as coisas do Senhor, pelo contrário, somos negligentes, sem compromisso, irresponsáveis, preguiçosos, rebeldes, insubmissos, egoístas, insensíveis, desordeiros, não oramos, não conhecemos a Palavra de Deus, não participamos dos cultos, criamos contendas e divisões, demonstramos falta de respeito e temor para com Deus.
Parece exagero, mas é verdade e necessitamos mudar esta imagem negativa!
A pessoa que zela por algo, o faz considerando ao extremo seu valor. No Salmo 69:9, Davi se deixa consumir pelo zelo das coisas do Senhor, a quem amava e servia. O músico que é um verdadeiro adorador tem no Senhor, a sua maior riqueza, e por Ele zela com toda a sua força.
Se os nossos ministérios de música estão passando por muitos problemas e dificuldades, é porque está faltando zelo com as coisas que o Senhor tem deixado em nossas mãos. Através da sua Palavra, Deus oferece vários modelos para nossas vidas. Assim, Ele tem nos dado um modelo para o ministério da música com o qual devemos estar plenamente identificados e comprometidos para que possamos ver os resultados espirituais que irão surgir do mesmo.
É com esse espírito que vemos a necessidade de estruturarmos o ministério da música. Devemos nos conscientizar de que Deus tem colocado uma riqueza em nossas mãos – A música!
Este ministério, além de alegrar o coração de Deus, é um instrumento de edificação da igreja e um veículo de proclamação do Evangelho.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A VITÓRIA









"Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Rm 11.36.)

A vitória é necessidade de todo ser humano sobre a face da terra, o caminho da vida é um caminho de lutas, em inúmeras formas, diversas circunstâncias se processam na vida de todos nós, meros mortais. Alguns lutam para se manterem vivos, alimentando-se de restos, escondendo-se em marquises frias de prédios imponentes das grandes metrópoles, em casebres escuros nas zonas rurais esquecidas. Outros lutam pela paz interior se afundando em anestésicos e antidepressivos, deitados em suas camas confortáveis dentro de suntuosas mansões, outros milhares labutam sol a sol para conquistar o pão de cada dia. Doenças, insegurança financeira, drogas, crimes, medo, prisões psicológicas, corrupção, homossexualismo, prostituição, adultério, depressão... fato é que todo ser humano é refém de uma guerra, desejando ansiosamente viver a paz.

Forças das trevas são o inimigo número um da humanidade, sua principal arma é o pecado. Sim, pecado, do hebraico (avon) que significa “errar o alvo e trapo de imundícia” (Sl 51.2). Deus criou a humanidade para um propósito: “O Louvor de sua glória”, tudo o que a humanidade faz fora disso é pecado, um erro ao alvo que produz imundícia, concluímos que pecado é igual a imundícia. Uma das mais antigas definições das forças das trevas, satanás, é Belzebu, que significa (pai das moscas). Onde as moscas habitam? Na imundícia, de onde elas vêm? Não se sabe, mas deixe uma carne apodrecer, cheirar mal, que você verá milhares de moscas sobre ela. Isso é o que o pecado faz com a humanidade que fora criada para a paz, pureza e luz, quando pecamos, belzebu detecta a imundícia e vem trazer suas mazelas e destruições. Mas a história não acaba por aí.

Na plenitude dos tempos, nascido sobre a lei, tendo sido homem perfeito, sem pecado algum (avon), limpo, puro, sem imundice, Jesus trouxe libertação a todo ser humano sobre a face da terra que reconhece o sacrifício dele e o aceita como seu Senhor e Salvador. Jesus Cristo, o rei da glória! O Salmo 103.1-4 diz: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios. Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te cora de graça e misericórdia [...]”

Se Belzebu, de posse da nossa imundice humana, sem Deus, quer destruir nossa vida, prendendo-nos a derrota, Ele, Jesus, sara todas as nossas enfermidades e da cova redime nossa alma, dando-nos condições de: por Ele, por meio dele e para Ele, vivermos uma vida de vitórias em todo tempo, independente da circunstância que nos cerca, sabendo que em todo tempo somos mais que vencedores, que esse tempo de lutas e provações em que vivemos hoje é transitório, temporário. E o peso de gloria que há de vir é eterno, e os anos de lutas que vivemos aqui jamais poderão se comparar com a eterna glória que viveremos em muito breve. Creia em Jesus de todo seu coração, faça dele a sua vida e você verá suas lutas rendendo-se à vitória que Jesus venceu para nós na cruz.

:: Por Pr. Romney Cruz

domingo, 15 de maio de 2011

FRUSTRAÇÃO MINISTERIAL


O chamado para servir a Deus em algum trabalho na igreja é um sonho para muitos que se convertem ao Evangelho. No entanto, com o passar do tempo, é possível contemplar uma multidão de obreiros frustrados com tudo o que envolve um cargo ministerial. A visão e os sonhos românticos de uma vida de dedicação dão, muitas vezes, lugar ao cansaço e à amargura. Manter um ministério saudável por anos a fio é uma árdua tarefa, conquistada por poucos. Mas qual será o segredo para quem alcança essa vitória? Como equilibrar as peculiaridades do trabalho cristão e as decepções, comuns e incomuns, com outros cristãos e com as igrejas?

Para se ter uma idéia, vamos recorrer ao recente relatório divulgado pelo Conselho de Igrejas Presbiterianas de Língua Portuguesa nos Estados Unidos. Os dados chocam: 1.500 pastores abandonam o ministério mensalmente naquele país. Vários são os desafios a serem encarados. Destacam-se as dificuldades nos relacionamentos, dentro do ministério, a imaturidade dos que assumem responsabilidades ainda muito jovens e, infelizmente, decepções com o caráter de alguns cristãos.


PRODUÇÃO DE LÍDERES EM MASSA

Para
a psicóloga Janaína Moura, uma das causas para tanta frustração é o fato de que, atualmente, a igreja tem desencadeado uma produção em massa de obreiros e líderes. “
Igrejas neopentecostais, principalmente, têm preparado líderes em tempo acelerado. Alguns pecados advém dessa visão, porque essa é uma visão de mercado. Estão sendo produzidos profissionais de púlpito”, afirma, enfatizando que o pastorado precisa ser visto como um chamado de Deus.

Lidar de forma errada com o reconhecimento no trabalho ministerial também é apontado como motivo para decepções, de acordo com o pastor Ivan Mendes. Para ele, pelo fato de a sociedade ser dirigida pela prosperidade a todo custo, há uma cobrança para que todos sejam bem-sucedidos em tudo. “
Deus não nos chamou para fazer sucesso, mas para sermos fiéis”, defende. Ele faz questão de lembrar que sucesso na vida espiritual, muitas vezes, inclui ser perseguido como foram os personagens bíblicos João Batista (decapitado), e Estêvão (apedrejado). Mendes também sinaliza para o perigo de o líder fazer do ministério a sua fonte de realização. “O ministério não sacia o coração e a alma porque pode acabar de uma hora para outra. A nossa fonte deve estar em Jesus”, apregoa.



quarta-feira, 11 de maio de 2011

HEROÍS DA FÉ


A crença em Deus deve ser acompanhada por atitudes coerentes
A fé relaciona-se à ação, mas não apenas a atos isolados. Deve estar vinculada a um modo de vida coerente. O capítulo 11 de Hebreus destaca alguns elementos éticos que precisam acompanhar a fé.
De fato, a fé daqueles personagens sempre estava acompanhada por outras virtudes. A fé não dispensa uma vida correta. Isto não significa que ela ocorra apenas no coração dos puros e inocentes. Entretanto, seu resultado deverá ser a purificação daqueles que a possuem.
Observamos a questão ética, por exemplo, quando Moisés recusou ser chamado filho da filha de faraó, escolhendo sofrer com o povo de Deus, considerando o vitupério de Cristo mais precioso do que os tesouros do Egito. Estamos, portanto, falando de valores e prioridades definidos com base na fé e no compromisso com Deus.
Ações divinas
Assim como temos ações humanas acompanhando a fé em todo o capítulo 11 de Hebreus, o mesmo ocorre com as ações divinas. Deus age na vida daqueles que creem e se colocam em ação pela fé.  Algumas vezes, a ação do Senhor está oculta no episódio, devendo ser subentendida (v.29, 30, 33, 34, 35).
Temos, portanto, a sequência: Deus fala, o homem crê, o homem age, Deus age. O Senhor trabalha a favor daqueles que creem (Is 64.4).
Sem as ações divinas, as ações humanas seriam insuficientes, insignificantes, ineficazes, inúteis.
Vejamos alguns atos de Deus em Hebreus 11:
- Deu testemunho sobre Abel (v.4).
- Trasladou Enoque (v.5).
- Deu um filho a Abraão e Sara (v.11).
- Preparou uma cidade (v.16).
- Abriu o mar (v.29).
- Derrubou os muros de Jericó (v.30)
- Ressuscitou os mortos (v.35).
Em todos os episódios citados no capítulo, a ação humana envolve o que é possível. Em seguida, Deus faz o impossível. No caso de Jericó, por exemplo, o povo podia rodear a cidade. Logo, deveria fazê-lo porque Deus mandou. O Senhor poderia ter dito: “Ficai em vossas tendas dormindo, enquanto eu derrubarei as muralhas”. De modo nenhum. Não devemos pensar que Deus fará tudo sozinho. Ele quer a nossa participação, dentro das nossas possibilidades e, principalmente, de acordo com o que ele nos ordenou.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

CHAMADOS E ESCOLHIDOS



“Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.”
 (Mateus 22.14.)

O versículo acima anuncia uma verdade espiritual muito séria: nem sempre aqueles que conhecem a Cristo serão aprovados por ele. Desvendando o original grego e hebraico, buscaremos meditar sobre o que é ser chamado e o que significa ser escolhido.

Em grego, o termo para “chamados” é “kletos”, que está relacionado a “kello”, que significa “dar uma ordem”. Assim, percebemos que neste primeiro momento de encontro com Cristo, recebemos dele uma ordem. Todavia, muitos não dão ouvidos a tais ordenanças, e por isso são apenas chamados, mas nunca escolhidos. Em Lucas 6.46 Jesus faz a seguinte pergunta: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando”. Isso é o que acontece com aquele que escuta o chamado, mas não obedece, e assim não é escolhido.

Na tradução hebraica do Novo Testamento, o termo usado para “chamados” é “qara”, palavra que possui uma gama de derivações, cada uma trazendo uma verdade espiritual surpreendente. Uma dessas derivações é “qar”, que significa “frio”. Uma característica fundamental da presença de Deus é o fogo, que traz consigo o calor. O próprio João Batista anunciou que ele batizava com água, mas Jesus batizaria com o Espírito Santo e com fogo (Mateus 3.11). O Antigo Testamento possui inúmeras passagens que também associam a presença de Deus com o fogo. Quando Abraão fez um pacto com Deus, o Senhor se manifestou através de uma chama de fogo (Gênesis 15.17). Assim também Moisés teve um encontro com Deus na sarça através do fogo (Êxodo 3.2). No deserto, saindo do Egito, o povo foi acompanhado por uma coluna de fogo (Êxodo 13.21). Assim concluímos que aquele que é chamado por Jesus, mas não atende ao chamado, permanece frio, pois não é aquecido pela presença de Deus, e acaba morrendo espiritualmente. E não se purifica, pois em grego, a palavra para fogo é “puros”, que origina o termo “purificar” (que significa literalmente “passar pelo fogo”).

Outro termo derivado de “qara” é “qeriy”, que significa “oposição”. O curioso é que esta palavra aparece apenas no livro de Levítico, e sempre como uma condenação para aqueles que iniciaram uma caminhada com o Senhor, mas não deram continuidade. Em Levítico 26.21, por exemplo, lemos: “Se andardes contrariamente (“qeriy”) para comigo e não me quiserdes ouvir, trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vossos pecados” (Levítico 26.21). Assim, vemos que aqueles que são chamados (“qara”), mas não atendem ao chamado, acabam sofrendo oposição (“qeriy”) do próprio Deus, pois se opuseram a Ele. Infelizmente, a igreja acaba sofrendo com pessoas que escutaram a voz, o chamado de Cristo, mas por não terem obedecido às coordenadas do mestre, acabam por tonar-se adversários da causa do Evangelho, como ocorreu com Judas Iscariotes. Na verdade, Iscariotes significa “homem de Queriote”. Em hebraico, “qeriyoth” significa “cidades”, plural de “qiryah” (“cidade”), termo relacionado com “qara”. Assim, o nome Iscariotes poderia significar “’ish qeriyoth”, ou seja, “homem das cidades”. Porém, se relacionarmos “qeriyoth” a “qeriy”, poderemos traduzir o nome Iscariotes como “homem da oposição”. Assim é todo aquele que escuta o chamado, mas não dá ouvidos a ele.

Uma curiosidade é que a palavra hebraica geralmente usada para cidade é “’iyr”, e não “qiryah”. O termo “qiryah” é usado para se referir, por exemplo, à cidade de Quiriate-Arba, também conhecida como Hebrom (Gênesis 23.2), local que era governado pelo gigante Arba, que foi pai de Anaque (Josué 15.13) e antepassado dos gigantes Aimã, Sesai e Talmai (Números 13.22 e Juízes 1.10). Pode ser que o nome Iscariotes faça referência a Quiriate-Arba, cidade que abrigava os maiores opositores ao povo de Deus: os gigantes. Na verdade, o nome “Hebrom”, que em hebraico é “chebron”, vem de “cheber” que significa “encantamento”. O termo “chaber” aparece, por exemplo, em Deuteronômio 18.11 quando se fala sobre “encantador” e em Isaías 47.12, na palavra “encantamento”. Assim vemos que Hebrom, além de cidade de gigantes, era também local de intensa prática de feitiçaria.

Voltando a Mateus 22.14, a palavra “escolhidos” é, por sua vez, em grego, “ekletktos”, que significa “destacados”. O termo equivalente em hebraico é “bachar”, que significa “testar”. Isso porque somente quem passa por uma prova pode ser selecionado. Assim vemos que primeiro há o chamado, depois o teste, e então a escolha. Muitos fogem do teste, outros são nele reprovados. Todavia, o Senhor sempre concede uma nova chance, assim como fez com Abraão, que mentiu sobre sua esposa e que engravidou a criada tentando agradar a Deus. Jacó também passou por diversos testes. Sua prova definitiva foi a batalha no vau de Jaboque. Ali ele reconheceu sua fraqueza, ao tornar-se manco, e reconheceu que Deus era seu mestre. Naquele momento, Jacó foi escolhido.

Outro termo derivado de “bachar” é “bachan”, que significa “sentinela”. Ou seja, o escolhido é aquele que vigia, que está sempre alerta, constantemente guardado os portões para que o inimigo não lhe imponha nenhum dano. Esta é a posição do escolhido: ele foi chamado para a obra maravilhosa, mas primeiro deve passar por um teste. Se ele confiar em Deus e dedicar ao Senhor sua vitória, vencerá a prova e se tornará um escolhido, um sentinela, um atirador de elite do Reino de Deus, recebendo ordens diretas do Senhor dos Exércitos.

Desejo aos leitores um 2011 de aprovação, de atendimento ao chamado da soberana vocação que há em Cristo Jesus! (Filipenses 3.14).
:Por Daniel Lago

sexta-feira, 29 de abril de 2011

AS DIFICULDADES



Quando foi ungido, Davi não sabia o que lhe aconteceria. Ele ainda não conhecia Golias. Assim também, os que começam uma caminhada com Deus ou um ministério, não têm a ideia exata do que lhes está reservado. Muitos se iludem com a expectativa de uma jornada tranquila. Estes, diante dos desafios, murmuram e sentem-se decepcionados (Mt 13.20-21).
Entre a unção e o trono, haveria um longo caminho a percorrer: dificuldades, obstáculos, desafios, adversários e batalhas. Apesar de a unção, tão importante e imprescindível, chegar ao trono não seria fácil ou automático, mas uma luta árdua que se estenderia por muitos anos.
Depois da unção, vem a oposição, até mesmo de onde menos se espera: da família (Mt 10.36). O próprio irmão de Davi irritou-se contra ele e o criticou (1Sm 17.28). Afinal, Eliabe era o primogênito, o primeiro candidato no dia da unção, mas Deus o havia rejeitado (1Sm 16.6). Deveria ser muito difícil para ele ver o irmão mais novo alcançando posição de maior destaque. A inveja produz inimizade e ódio.
Saul, que amou Davi quando o conheceu (1Sm 16.21), tornou-se logo seu inimigo, também por inveja, ao ver que o jovem se tornava um sucesso popular (1Sm 18.6-16).
Davi enfrentou adversários externos (Ex.: Golias) e internos (Ex.: Saul), mas cada um deles era necessário no caminho daquele jovem para que ele tivesse experiências com Deus pela fé, manifestasse seu caráter, desenvolvesse habilidades, amadurecendo e tornando-se cada vez mais apto para reinar.
Da mesma forma, todo aquele que se converte ao evangelho de Jesus Cristo enfrenta tribulações, críticas e perseguições. O próprio Mestre, após o batismo, quando ia começar seu ministério, teve que enfrentar Satanás no deserto. Depois, vieram os encontros diários com os fariseus, saduceus, escribas, sacerdotes e Judas Iscariotes.
Voltando à história de Davi, o moço prosseguia firme, apesar da resistência que surgia, pois sobre ele havia a promessa do reino. A palavra do Senhor e a unção do Espírito Santo lhe davam força para prosseguir.
Ele precisava lutar, mas não estava em suas mãos a solução de tudo. Matou Golias, mas não poderia matar Saul. Precisava depender do Senhor nesse assunto, esperando o tempo de Deus.

terça-feira, 26 de abril de 2011

ADORAR, PORQUE?


Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo – “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto” usando as palavras da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só a Ele adoração e o culto.O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus – a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória do Deus vivo, (Ef. 1:12 – a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel, depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria “leigos“ que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho que é Jesus. (Heb.10:19 a 22)
Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja  a um entendimento  nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse,  “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.
Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.
Já fiz diversas vezes a pergunta porque devemos adorar a Deus?
Esta pergunta invade o meu coração pelo fato de  entender que Deus é suficiente em Si, não apenas em sua grandeza e majestade, mas em tudo. Apesar de sabermos que Deus se alegra com nossa adoração e obediência e se entristece com o pecado, se ira com a idolatria, seu coração não necessita de nada para que seja completo, não precisa de nossos sacrifícios de louvor e de nossa adoração para ter alegria e sentir-se feliz, não precisa de nossas expressões de amor para sentir-se amado pois Ele é o próprio amor, ( I Jo 4:8). Antes de que cada um de nós existíssemos  Deus já existia em sua plenitude e era completo, e o Filho e o Espírito Santo participavam desta plenitude eterna. Em Col 1:16, falando da criação diz que “Nele (em Cristo e junto com Cristo) foram criadas todas  as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias”.
Ele é junto com o Pai e o Espírito Santo a fonte e a plenitude de todas as coisas, inclusive de todo louvor , toda a adoração, toda a alegria e júbilo. Por isso Jesus disse que Deus não procura adoração, pois adoração ele tem no céu (Is. 6 1 a 3). Deus procura por seus filhos, seus adoradores.(Jo. 4:23)
O que vem ao meu coração ao meditar sobre isto é que acima de tudo existe algo na adoração que é de vital importância não para Deus, mas para os adoradores, ao ponto de Deus em sua onisciência  e auto suficiência estar procurando por adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Adoração (comunhão) é um precioso elo entre a criatura e criador. Tudo está na atitude do adorador, no livre arbítrio que temos para optarmos em sermos ou não adoradores.
Deus nos deixou esta opção. Ele governa todas as coisas e poderia Ter feito de toda a criação seus adoradores assim como são os anjos, mas nos deixou a opção de o sermos ou não. Ao optarmos por Cristo, optamos por Deus.
Esta é a grande brecha da maioria das religiões que querem adorar a Deus, falam até mesmo de vida eterna,  porém  sem o sacrifício de Jesus. O adorador é aquele que faz uma opção por Deus, optando por Jesus e pelo seu reino, opta em Ter comunhão com Deus, comunhão esta que não é imposta por vontade divina mas é uma livre opção de amor. A parte de Deus é completa e perfeita seu amor por nós é inquestionável, porém ele espera por cada um de nós quando através de Cristo por obra do Espírito Santo que enche  nosso coração do Seu amor revelado a nós por pela plenitude de Jesus e depois retorna para Ele. A  verdadeira adoração é uma opção deste abrir-se ao amor divino, feita por cada um de nós, se não fosse assim porque Deus estaria procurando verdadeiros adoradores? Qual é a nossa opção? Deus governa sobre todas as coisas, menos sobre a nossa opção por adorá-lo ou não. Deixa para nós esta única e pequena atitude. Optarmos ou não por amá-lo e adorá-lo. Adoração é algo que satisfaz e alegra a Deus, mas beneficia também ao homem , pois este ao optar por Deus está cumprindo a sua parte neste enlace de amor. Adoração emana do amor.  Deus quer ser amado por nós. O que trás eficácia na adoração é o amor. O que dá conteúdo as nossas expressões de adoração é a nossa vida de amor expresso em aliança e compromisso para com Deus e o seu reino nesta aliança de amor.
AMAR A DEUS ACIMA DE TUDO
Sl. 18:1 “Eu te amo ó Senhor, força minha”
A maior característica dos adoradores não é a sua forma de cantar e louvar, mas sim o profundo amor que estes tem por Deus. Sempre o que tem me chamado a atenção em homens como Abraão, Davi, os profetas e os discípulos de Jesus, é o profundo amor que tinham por Deus, Davi no Sl 18:1 diz, “ eu te amo oh Senhor” Jesus externou o seu amor incondicional ao Pai, e à sua vontade,sua vida foi em tudo direcionado por este amor, amor que se transformou em uma vida prática de devoção, adoração, submissão e principalmente obediência e sacrifício (Jo.4:34).
Quando falo deste amor falo do amor que Deus coloca no coração de cada um de nós seus filhos através do Espírito Santo que nos leva a uma comunhão que não pode ser quebrada por nada deste mundo. Paulo fala em Rom. 8:35 o que pode nos separar do amor de Cristo? A tribulação ou a angústia, ou a perseguição, ou a  fome ou a nudez, ou o perigo ou a espada? E conclui no verso 38, pois estou certo de que nem a morte nem os principados, nem as potestades, nem o presente nem o porvir, nem altura, nem alguma  outra criatura nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus  nosso Senhor.
Posso pois entender que este amor que o texto fala de um amor sobrenatural que brota da própria presença do Pai em nós que nos faz amar a Deus, acima de todas as coisas. Em Dt. 11:1 Moisés ordenava ao povo “amarás, pois, o Senhor teu Deus”. Agora pela graça nós podemos fazê-lo através do Espírito Santo. Minha pergunta é sempre o que  é amar a Deus, e o quanto eu amo? Passando por esta ou por aquela provação este amor  é verdadeiramente provado, se estar ou não bem financeiramente, interfere neste amor, devemos ver os fundamentos do nosso amor para com  Deus e o seu reino.
Adoração é uma resposta ao amor constante a Deus, como o amor que Abraão tinha, que entregou seu próprio filho, figura do amor que Deus tem por nós que também o fez. E porque Ele nos amou primeiro é que também podemos amá-lo.
Amor expresso em gratidão: Este amor deve ser expresso em nossas vidas primeiramente em gratidão. Um adorador tem um coração grato.  Paulo fala: “Em tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus para convosco”, o salmista falou em entrar por suas portas com “ações de graça” – Esta gratidão que nos leva a dar graças a Deus em qualquer situação é um  sublime incenso de amor que nos leva a reconhecer a soberania de Deus sobre todas as coisas. A linguagem deste mundo é a murmuração, a gratidão é porém, fruto dos lábios e corações daqueles que conhecem a Deus. Nosso louvor tem que ser fruto desta gratidão constante em nosso coração, quando me converti recebi de meu amado pastor um livro cujo título era “Louvor que liberta” cujo enfoque era a gratidão em qualquer situação, pois quando assim agimos estamos reconhecendo a soberania de Deus em qualquer situação e sempre lhe somos gratos.
Amor expresso em obediência: A obediência é outro fruto deste amor. Um adorador tem prazer em obedecer a vontade do Pai. Jesus assim o fez. Em Jo 4:34 diz que minha comida e minha  bebida é fazer a vontade daquele que me enviou isto é seu prazer maior, acima até mesmo de sua vontade natural era obedecer, a palavra nos diz também que  Ele foi obediente até a morte e morte de cruz. A vida de  adoração de Cristo não foi regada de conceitos que muitas vezes impomos à nossa adoração como música ou palavras, mas sim foi expressa em uma incondicional vida de amor ao Pai expresso em obediência. Em I Sam. 15:22 Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor que o sacrificar, e o atender melhor que a gordura de carneiros. A grande diferença entre o tabernáculo de Moisés e o novo tabernáculo que aqui neste texto Deus começa a mencionar é a obediência requisitada por Ele que lhe agrada bem mais que os antigos sacrifícios. Obediência estas que foi totalmente consumada em Jesus.
Amor expresso em confiança: Estes dois aspectos anteriores só podem ser gerados em nosso coração quando existe fé “Sem fé é impossível agradar a Deus” e adoração é fruto de fé. Sem crermos de uma maneira total em Deus não poderemos adorá-lo, como Ele é digno de ser adorado. O inimigo sempre tenta roubar a fé. Podemos Ter muita gratidão, podemos até Ter muita obediência, porém somente poderemos agradar a Deus e nos achegar confiantemente ao Seu trono de graças, crendo em um Deus que sempre foi, é e será poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos pelo seu poder que opera em nós. Adoramos porque cremos. Crer não é algo automático  em uma vida . Fé uma semente de Deus em nossa vida, a qual o inimigo constantemente  nos tenta roubar, e quando isto acontece vem algo que chamamos de incredulidade, Jesus falou desta semente como um grão de mostarda em nosso coração. Nos disse também que tudo que pedíssemos em seu nome ele o faria colocando sobre nós um fundamento para nossa fé: SUA FIDELIDADE. Somos fiéis por causa de um Deus Fiel.
Asaph Borba

sexta-feira, 22 de abril de 2011

ANDAR COM DEUS


O aprendizado de andar com Deus é um processo. Cada vez que achamos que já sabemos como é, Deus nos leva a um lugar novo, onde os nossos velhos truques não funcionam. De fato, pode parecer que temos de aprender tudo de novo. E, num certo sentido, é isso mesmo. Entramos num território desconhecido e logo somos lembrados de que , se caminhamos por nós mesmos, tropeçamos. No entanto, quando seguramos na mão de Deus, nós voamos. Ele deseja que flutuemos muito acima das limitações da vida e do nosso próprio ser. Quer nos levar a lugares onde jamais estivemos e aonde não podemos chegar sem a sua ajuda.


Quando Deus usou Moisés para liderar os israelitas na saída do Egito, ele e o povo tiveram de aprender a depender dele a cada passo da jornada para a TERRA PROMETIDA. Quando não faziam isto, tinham sérios problemas. O mesmo acontece hoje. Deus nos conduz por um caminho novo, para um lugar onde jamais estivemos antes, e acreditamos que fracassaremos se tivermos de depender dele para chegar lá. Tentamos agir por conta própria porque achamos que dependência é sinal de fraqueza, em vez de entendermos que é um sinal da nossa disposição de permitir que Deus seja forte em nós.


Se você sente que se encontra num lugar onde não pode dar nenhum passo sem a ajuda do Senhor, alegre-se. Você se encontra onde Deus deseja que esteja. Se você está se perguntando: "Será que fiz algo errado?", provavelmente a resposta é: "Não. Você fez algo certo". Deus manterá você neste caminho, não importa quão difícil ou impossível possa parecer agora, porque você está disposto a seguir-lo. Ele deseja realizar grandes coisas por seu intermédio, coisas que só podem proceder de uma vida de fé. ELE quer sua atenção total, porque você não pode realizar essas coisas por conta própria. O caminho não é uma punição - é um privilégio. Não é uma restrição - é uma recompensa.


"Deus nos ama, e por isso permite que entremos em lugares difíceis em nossa vida, para que percebamos quanto temos de depender dEle.


by FBGS

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

SER USADA X SER PROVADA



Eu não quero somente ser usada por Deus. Quero ser aprovada!
Talvez você se assuste com tal afirmação. Continue lendo e permita-me explicar-lhe melhor.

Existe uma grande diferença entre ser usado por Deus e ser aprovado por Deus. É uma diferença tão grande, que chega a ser assustadora. Mateus 7:21-23 nos mostra uma cena onde Jesus tem um diálogo com pessoas que foram USADAS para operar milagres e maravilhas em Nome de Jesus. Leia cuidadosamente cada palavra, mesmo que você já conheça o texto. Lembre-se que os detalhes é que contém o tesouro escondido nessa passagem tão pouco pregada.

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”.

Talvez sua primeira reação seja: “Ah, eu já conheço este texto”; (esse é o erro de muitos cristãos hoje em dia). Mas Jesus, falando aos discípulos, lhes disse que esta cena aconteceria. E o mais assustador: Jesus não falou que alguns lhe dirão isto. Ele disse que muitos, naquele dia, lhe questionarão sobre os seus feitos, usando como argumento o fato de terem sido USADOS por Deus.

E o que isso tem a ver com instrumentistas, cantores, artistas plásticos, dançarinas, dentre outros, que usam formas de arte para adorar a Deus?
Ás vezes você está ministrando ao coração de Deus, quer seja tocando, cantando ou através de qualquer outra forma, já citada. E você consegue ver o agir de Deus. Você pode sentir o mover do Espírito Santo. Talvez você esteja fazendo algo e vendo as pessoas sendo abençoadas, curadas, restauradas. E então você vai embora pensando: “Que benção! Deus me usou!”. Mas o fato de Deus ter usado você (no caso, um vaso, canal para o Espírito Santo), não significa que tudo está bem dentro do seu coração! Infelizmente esta é a verdade e não conheço uma forma mais clara de dizê-la. Ser usado não significa ser aprovado. Talvez você pense: “Mas Deus não usa um vaso que não está santificado!” Deus USOU Faraó! Ele mesmo disse que o usaria para levantar Seu Nome e mostrar a Sua Glória! Deus usou Nabucodonosor! Deus usou a famosa mula de Balaão! Então, Deus usa sim! Você também já deve ter ouvido histórias em que pessoas incrédulas, iníquas, são ‘usadas’ por Deus para até mesmo falar com ‘cristãos’ que infelizmente não têm dado ouvidos a Deus. Deus usa incrédulos! Deus usa quem Ele quer!
No texto de Mateus, é inquestionável o fato de que aquelas pessoas tenham sido usadas por Deus. Elas operaram muitos milagres. Elas curaram. E não foi no nome delas mesmas. Foi no Poderoso Nome de Jesus. E aqueles que foram curados, receberam milagres, libertação de espíritos malignos pelo poder de Deus foram ricamente abençoados. E talvez saíram pensando: ‘Puxa! Fulano é uma benção! Deus o usou na minha vida para que eu fosse liberto, curado, etc’. Repito que ser USADO por Deus não significa que seu coração está correto perante o Espírito Santo, que tudo vê e tudo sonda.
Quando Deus te usa e pessoas são abençoadas, nunca é por sua causa, porque você ‘orou o suficiente’, ‘jejuou o suficiente’, etc... Sempre é por dois motivos: primeiro porque Ele é fiel à Palavra Dele, e segundo, por misericórdia das pessoas às quais você ministra; Ele honra aqueles que estão ali, sedentos para receber de Deus! Vemos pastores, ministros, etc, que são tremendamente usados por Deus e saem achando que são os mais ungidos!
Deus tem martelado esta palavra em minha mente: SER USADO NÃO QUER DIZER SER APROVADO.
Acredito que quando somos aprovados, conseqüentemente somos usados por Deus, pois estamos levando uma vida reta diante dos olhos do Senhor. Mas o contrário nem sempre é verdade. Ser usado não quer dizer que somos aprovados.
Paulo, em sua carta a Timóteo, deixa um conselho extremamente sábio e útil para nossas vidas nos dias de hoje. Ele não disse para que Timóteo se apresentasse a Deus como alguém USADO. Ele disse:
“Procura apresentar-te a Deus APROVADO, como obreiro que não tem de que se envergonhar...” (II Tm. 2:15).

Por isso concluo, dizendo que não quero somente ser USADA para ser benção na vida de outras pessoas, usando o precioso Nome de Jesus para operar milagres, e no último dia, ouvir: “Apartai-vos de mim!”. Não é esta a frase que quero ouvir de Deus. E sei que minhas atitudes fora dos ‘holofotes e luzes’, quando ninguém me vê, é que vão determinar qual a reposta que receberei de Deus. Eu quero ouvir: “Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt. 25:23).

E para sermos aprovados, temos que seguir os passos de Jesus, irmos para a nossa cruz todos os dias e carregá-la, vivendo de um modo digno do nome que carregamos.
“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me” (Lc. 9:23).

Que o Senhor te abençoe e imprima estas palavras em seu coração sedento!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

UM ADORADOR À PROVA DE FOGO


Leia: Daniel 3:19-30 

UM século antes dos três amigos enfren-tarem o fogo da Babilônia, Deus previu exílio e perseguição, mas ele sempre disse, "Não tema, pois eu o resgatei... Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas." (Isaías 43.1-2) Deus manteve sua palavra. Enquanto os soldados do rei queimavam, nem um fio de cabelo dos amigos fiéis de Deus se danificou. Eles eram à prova de fogo, graças a um quarto "homem" que também estava dentro do fogo. Essa figura era um anjo, ou provavelmente o próprio Filho de Deus.

Mas, como explicar os cristãos que morrem em outros movimentos de perseguição? Os cristãos primitivos eram queimados como tochas em caminhos e estradas pelo cruel imperador Nero. Os heróis da reforma eram queimados em fogueiras. Inúmeros mártires, em várias épocas, morreram pela sua fé. Deus falhou com eles? De forma alguma. Jesus disse: "Eles entregarão alguns de vocês à morte... Contudo, nenhum fio de cabelo da cabeça de vocês se perderá..." (Lucas 21.16-19) Jesus desceu ao inferno para salvar seus eleitos das chamas eternas. Apesar de eles morrerem ou serem mortos, crentes à prova do fogo serão ressurretos para desfrutar a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. (Romanos 8.21-23).

Pense:
"Quando você andar através do fogo, não se queimará..."

Ore:
Poderoso Deus, dá-nos fé sob o fogo. Caminha conosco através das chamas da aflição e da adversidade. Equipa-nos para reinarmos um dia como filhos e filhas do Rei. 
Em nome de Jesus. 
Amém. 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O AMOR DE DEUS NOS CONSTRANGE


Que a doce e tão maravilhosa paz de Jesus Cristo envolva completamente sua vida!
2 Coríntios 5: 14 diz assim: "Pois o amor de Cristo nos constrange julgando nós isto, um morreu por todos, logo todos morreram".
A nossa vida é marcada por aquilo que conhecemos, o próprio Jesus disse:"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Mas a pergunta que fica é: "Que verdade é esta?".
É a verdade que eu conheço. O sonho de Deus sempre foi um, que o homem fosse livre, que o homem dependesse exclusivamente só de Deus e visse Nele o sentido de todas as coisas. O amor de Deus nos constrange, o constrangimento é aquilo que sentimos quando não merecemos algo. Quando olhamos para a cruz e ali vemos a realidade do amor do Senhor ficamos constrangidos.
Um morreu por todos, logo todos morremos. Quando você olha para a cruz, você vê a paixão de Cristo, o que levou o Senhor para a cruz foi a graça. Ele morreu por todos. Você precisa se incluir nisso, Ele morreu por você. A morte de Jesus foi substitutiva, Ele tomou o nosso lugar, Ele assumiu o nosso lugar. Jesus morreu por você e você pode tomar posse dos benefícios da morte Dele. Ele morreu para te dar vida.
Meus olhos se abriram e essa verdade entrou no meu coração. Você precisa olhar no espelho e contemplar a pessoa mais amada, mais querida no universo. Você pode ser uma pessoa que tem sido desprezada, zombada, mas hoje a beleza da fé chega ao seu coração com esta verdade: Jesus te ama.
É preciso que você se entregue ao Senhor, você precisa dizer "Jesus eu te quero". Hoje é o tempo de você considerar de maneira muito séria e assumir o amor do Senhor. Quanto mais você permitir que o amor de Jesus entre no seu coração, mais você vai sendo transformado em uma pessoa melhor. Deus fez o dia de hoje para que você viva inteiramente esta realidade: o amor Dele.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O DEUS QUE REALIZA SONHOS IMPOSSÍVEIS

[Neemias 2.1-20]


Os sonhos inspiram o poeta, dão ânimo e criatividade ao escritor, instigam o cientista, alimentam a alma e transformam a realidade em esperança. Todos nós temos sonhos. Mas, nem sempre é fácil concretizá-los.

Abraham Lincoln foi um homem que jamais deixou de sonhar: Ele faliu no comércio aos 31 anos de idade. Perdeu a eleição para Deputado Estadual aos 32 anos. Faliu novamente no comércio aos 34 anos.  Aos 35 anos, sua esposa faleceu. Teve colapso nervoso aos 36 anos. Perdeu a eleição para Prefeito aos 38 anos. Perdeu para Deputado Federal aos 43 anos. Perdeu para Deputado Estadual aos 46 anos. Perdeu para Senador aos 55 anos. Perdeu para Vice-Presidente aos 56 anos. Como se não bastasse, perdeu a eleição para Senador aos 58 anos. Entretanto, ele não deixou de sonhar, tornou-se Presidente dos EUA aos 60 anos (1861). Abraham Lincoln teve todos os motivos para abandonar seus sonhos, mas apesar de lágrimas e incontáveis frustrações, jamais desistiu deles.
O copeiro Neemias, também era um grande sonhador. Alguém que não desiste facilmente.  Alguém que sabe das dificuldades e barreiras para a concretização dos sonhos. A cidade de Jerusalém estava debaixo de condições desesperadoras: insegurança pública, injustiça social, pobreza e grande miséria e desprezo (Ne 1.3). O que o povo precisava era de um grande líder, um verdadeiro sonhador. Neemias foi capaz de enxergar o problema e ao mesmo tempo a solução, sem nunca ter estado em Jerusalém.
O sonho humanamente impossível da reconstrução de Jerusalém estava se tornando realidade.  Uma grande obra pode começar quando um homem se levanta e se coloca nas mãos de Deus. O povo precisou apenas de 52 dias para reconstruir os muros da cidade que estavam arruinados há 140 anos (Ne 6.15).
O sonho humanamente impossível torna-se realidade quando você se prepara em oração, jejum e lágrimas antes de agir. Quais são os sonhos que lhe parecem impossíveis? Eu quero lhe desafiar a começar a orar, chorar e jejuar por eles. Não Desista dos seus sonhos, pois o Deus que você serve é especialista em realizar sonhos humanamente impossíveis.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

VIVENDO UMA VIDA DE VENCEDOR


Como é bom ser um vencedor, mas nós que somos de Deus , ou seja, só nós que somos de DEUS, temos o privilégio de sermos mais que vencedores (Rm.8:37). Olha, neste tempo vemos muitas pessoas se acovardando diante dos problemas que são vários, cada um carrega o seu. Mas vemos na palavra de Deus a solução para nossas dificuldades, mas a Bíblia diz para nós em (Joel 3:9,10,11), quando nos tomarmos esta posição vamos começar a viver como verdadeiros vencedores é somente no furor da batalha que você vence. Veja um exemplo (Gen 32:22-30), isto nos prova que sem luta não à vitória, lute com as armas que Deus te deu e estas são as armas (Efésios 6.13-17) e tomando posse destas armas devemos lutar espiritualmente (II Cor. 10:3-5), uma vez tomando esta posição e só levantar a bandeira da vitória, queira você ou não sua família, seu emprego, suas finanças, seus negócios, seus amigos, ou seja, tudo que é teu esta sobre a alça de mira do diabo, agora depende de você para tomar posse deste escudo da fé e defender a você e os que você ama dos dardos inflamados do diabo (Efésios 6).

QUER VENCER?
CONTRA ATAQUE.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

JESUS NOSSO SUMO SACERDOTE


"...e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência, e lavado o corpo com água pura" (Hebreus 10:21-22).

O elemento essencial de todo sumo sacerdote é que, além de ser chamado por Deus, ele precisa ter algo para oferecer como sacrifício (Hebreus 5:4; 8:3). Isto era verdadeiro quanto aos descendentes de Arão, que eram sumos sacerdotes sob a lei de Moisés, e é verdadeiro de nosso sumo sacerdote: Jesus Cristo.

A diferença entre estes dois sacerdotes é impressionante. Os sumos sacerdotes, sob a lei, tinham somente o sacrifício de sangue de animais para oferecer. Isto, temos certeza, não pode retirar o pecado (Hebreus 10:1-4). Nosso sumo sacerdote, Jesus, que passou através dos céus, ofereceu a si mesmo como sacrifício, um oferecimento que limpa a consciência das obras mortas do pecado (Hebreus 9:14,15,24,25).

Jesus, como nosso sumo sacerdote, é descrito tanto como advogado como intercessor. Ele sempre vive, o escritor de Hebreus diz, para fazer intercessão por nós, uma intercessão à mão direita de Deus, que inclui mais do que perdão pelos pecados (Hebreus 7:25; 4:14-16). Ele está ali para interceder de qualquer modo que precisemos: dando-nos força para superar a tentação, conforto em tempos de sofrimento ou privação, ajuda quando enfrentamos enfermidades corporais, e sabedoria quando somos desafiados a tomar duras decisões.

Ele, como intercessor, também é advogado (1 João 2:1). Um advogado, de acordo com a palavra na história grega, era em essência um legista, um ajudante que os réus literalmente levavam ao tribunal para que ficassem ao seu lado e defendessem o seu caso. O Espírito Santo foi um advogado (traduzido como "Consolador" em João 14:15-16) que os apóstolos tiveram com eles para guiá-los em toda a verdade.

Como nosso advogado, Jesus fica, não somente ao lado de Deus no tribunal celeste, mas fica ali em favor de seus discípulos. Ele entende nossas fraquezas, nossas frustrações, nossas ansiedades, nossas angústias; e ali está para ouvir e defender nosso caso diante de Deus. Junto ao trono de Deus estão a "misericórdia" e a "graça" para nos ajudar nos tempos da necessidade, e Jesus lá está para simpatizar-se conosco e fazer nosso apelo a Deus (Hebreus 4:14-16).

Lembremo-nos, portanto, de não desanimar, mas orar sempre quando temos necessidade de Deus (Lucas 18:1). Deus nos ama, sabe o que é melhor para nós, e tem poder para no-lo dar. Certifique-se de pedir-lhe, mas lembre-se também de agradecer através de Jesus, nosso intercessor e advogado.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Steve Lawson - Irá lhe custar tudo

COMO IDENTIFICAR UM ADORADOR




É importante ressaltar que desde a concepção de Cristo até a sua crucificação o fator que levou homens a prostrar-se humildemente diante dele e a adorá-lo não foi a mera visão de Jesus , mas foi uma revelação sobrenatural.
Adoração é sempre uma reação espontânea a uma revelação. É bem provável que centenas de pessoas, talvez até milhares tenham ouvido falar do nascimento de Jesus, mas somente aqueles que receberam uma revelação sobrenatural do acontecido o adoraram . Assim que recebemos a revelação de quem Jesus é, somos levados a adorá-lo, pois a revelação acha-se estreitamente ligada a adoração.

Não basta existir o objeto da adoração; é necessário também motivação . E essa motivação brota quando enxergamos Jesus com os olhos de nosso entendimento espiritual. Conhecer Jesus é amá-lo, e amar Jesus é adorar a Deus. Se ouvirmos o que Deus esta nos dizendo, e tivermos uma reação de obediência ,também conheceremos uma inusitada felicidade que nos inspirará a comunicar essa nova aonde quer que formos. Então descobriremos que não precisamos dos aparatos religiosos para praticarmos a verdadeira adoração.Sem essa restauração redentora é muito difícil adorar . Quem se acha prisioneiro da lei não adora; geme. Quem é escravo de um sistema religioso não louva a Deus; dirige-lhe petições . Mas o filho de Deus que já foi restaurado, deleita-se com Suas promessas, regozija-se com Sua pessoa e, diante de Sua presença adora-o.

A razão por que não percebemos a presença de Deus , na maior parte das vezes, é que ela não se manifesta da forma como achamos que ela deveria se manifestar, mas Deus está presente tanto na luz quanto nas trevas, tanto no prazer , como na dor. Embora seja fato que Ele está em toda parte , é verdade também que raramente o reconhecemos, percebemos e nos deleitamos em Sua presença. É que a maioria dos crentes se acha cega a essa realidade.

Atos 16 : 25 e 26 diz que perto da meia-noite dois servos de Deus receberam a revelação de quem era Jesus e o que Ele podia fazer, então começaram a adorar. Eles entendiam que se reclamassem sua prova prorrogaria, porém quando eles começaram a adorar, os cárceres todos começaram a estremecer pois não há inferno, nem cadeia, nem grilhão que Deus não quebra através da adoração, adoração além de ser um enorme veiculo para tocarmos o coração de Deus, é uma poderosa arma contra satanás pois quem adora prova para satanás que ele está errado em pensar que Deus nunca terá Sua criação O adorando .

Características de um adorador :
João 4:22 a 24 – CONHECE A DEUS:
Uma das maiores características de um adorador é que ele conhece o seu Deus. Em Lucas 11:1;2 Jesus dá a sua primeira lição sobre comunhão pessoal com Deus, que aliás é a essência da adoração.
É importante observar que esse ensinamento inicial de Jesus focaliza o relacionamento do adorador com aquele a quem adora.
“Dizei: Pai”; a adoração não é o ato de um súdito que se prostra diante de seu rei; é mais que isso. Também não é a atitude de um escravo que submissamente recebe ordens do seu senhor, vai muito além disso. A adoração é o relacionamento amoroso entre um filho com seu pai.

Outra característica de um adorador é ele ADORAR EM ESPÍRITO E EM VERDADE (João 4:23,24)
Adorar em Espírito é adorar pela motivação da revelação de quem é de Deus; é alcançar o coração de Deus ao ponto D´Ele revelar Seu poder e Sua glória, ao ponto da nossa adoração tocar o sobrenatural de Deus (At. 16:25,26) quando adoramos em Espírito, alinhamos o nosso espírito ao Espírito de Deus , então tocamos o sobrenatural (II Crônicas 20:22)

Adorar em verdade é adorar firmado e fortalecido na PALAVRA que é a VERDADE (João 14:21) ter os mandamentos não apenas guardados na cabeça mas praticando-os (MT 7:24 a 27), ou seja; um ADORADOR cumpre tudo aquilo o que a palavra diz.

Uma outra característica na vida de um ADORADOR são os seus frutos (Mat.12:33)
Não adianta cantar e tocar bem, não adianta chorar ou falar em línguas estranhas, uma das características de uma ADORADOR, são os frutos do Espírito.

FRUTOS DO ESPÍRITO: Gl. 5:22.
Mas a principal característica de um adorador é a sua relação de extrema intimidade com Deus, buscando conhecer e arrebatar o coração dEle, refletindo em sua vida pública a intimidade que adquiriu em sua intimidade com Deus.

Mas não perca tempo caçando adoradores, porque esse é o papel de Deus, apenas procure intensificar sua busca pela presença de Deus, assim Deus intensificará sua manifestação a você. E lembre-se: o Pai não está em busca de adoração, mas de ADORADORES. Que Ele ache em ti nesse dia um adorador extremo.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dança na Igreja: A adoração é o princípio de tudo



São multidões em busca da salvação e os crentes sendo restaurados, vivendo uma nova vida em Cristo. 

Um dos instrumentos desse avivamento é exatamente o louvor e a adoração e, assim, como a musica e o canto, a dança vem expressar a sede do coração do ser humano por mais de Deus. Nesse processo de busca por intimidade com o Pai, seu coração nos é revelado em canções e gestos que nos envolvem em Seu amor, cada vez que nos colocamos diante dEle em adoração. 

Em se tratando de evangelismo o primeiro sentimento e a primeira motivação, é exatamente a adoração, o estar apaixonado por Jesus. Desse sentimento é então gerado uma necessidade de declarar ao mundo esse amor e anunciar as boas novas àqueles que ainda não conhecem a Jesus. 

Como bem sabemos, a adoração não é um ato separado do corpo de uma pessoa. Ainda que a vontade, a razão, a mente e o emocional de alguém possam ser considerados separadamente, estas são expressões que designam o ser humano por inteiro. Não somos incumbidos de amar a Deus por partes específicas de nossa personalidade, mas com todo o nosso ser. E nesse contexto o critério é o mesmo para a dança, seja no louvor, na adoração, no evangelismo ou em qualquer circunstância que envolva o nome de Jesus. 

Além disso, gostaria de reiterar que a dança no louvor, na adoração ou no evangelismo não é uma prática corporal por ela mesma, muito menos uma exibição artística ou um enfeite na liturgia ou nos impactos evangelísticos. Nela, a essência de total entrega do adorador se manifesta por uma espontaneidade responsiva, trazendo toda a congregação ou no caso do evangelismo o público, para momentos de júbilo, edificação, salvação, libertação, cura e restauração na presença de Deus. Louvamos a Deus com danças por causa da Sua santidade, da criação e da redenção do ser humano. 

Nessas circunstâncias, a dança expressa e intensifica o desfrutamento da presença de Deus e seu relacionamento conosco numa celebração a Ele e com Ele. Não queremos ser bailarinas, bailarinos ou interpretes, mas adoradores; não realizamos apresentações, mas ministramos o louvor a Deus, o adoramos ou proclamamos sua Palavra, e em vez de palco para nós existe o púlpito, lugar de santidade e autoridade onde a Palavra é anunciada, no nosso caso, com a linguagem da dança. 

Nesse contexto, entendendo a dança como linguagem, seu processo criativo é uma possibilidade de arte inscrita no corpo, traduzida em metáforas do pensamento e realidade desse mesmo corpo. Realidade, pois é neste corpo que a dança se estrutura, se molda, conforma, transforma e disciplina quando ele se faz presente. 

Portanto, um corpo, ao dançar, desenha no tempo e no espaço com seus gestos. São movimentos orquestrados pelo sensível e pelo inteligível do ser em deslocamento e pelas impulsões do movimento, gerando formas e (re)formas, em constantes transformações, tornando a dança uma realidade visível e dinâmica. A exemplo dos pintores, que usam as cores e as linhas para dar forma no plano pictórico, ou dos poetas, que se utilizam palavras para construir seus poemas, o bailarino e o coreógrafo utilizam-se dos gestos corporais para dar forma à dança. 

Assim, o gesto corporal dançante, parte da experiência humana, vem dialogando e participando da arquitetura da cultura corporal e do viver humano num espaço e num tempo histórico transitando de certa maneira entre as inúmeras oportunidades de movimentos, construindo, no contexto da Igreja, uma dança contemporânea santificada pelo vaso de honra que somos nós no louvor, na adoração e também no evangelismo. 

Nesse caso, a dança não é um fim em si mesma. É um corpo transfigurando-se em formas que podem ter vários sentidos: fazer e operar; conceber e imaginar; construir e constituir; fundar, criar e preparar com o objetivo de primeiro adorar a Deus e depois, sob a orientação do Espírito Santo e em nome de Jesus, alcançar o coração dos homens através da salvação, da cura, da libertação, edificação e restauração de suas vidas. 

:: ISABEL COIMBRA
Líder do Mudança Cia de Dança a Artes Cênica

sábado, 4 de junho de 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ASPECTOS IMPORTANTES NO MINISTÉRIO DA MÚSICA

“… os meus zelosos adoradores… me trarão sacrifícios…” (Sf 3:10)
Ao lermos o texto acima, podemos concluir que o adorador é zeloso com aquilo que o Senhor tem deixado em sua responsabilidade, porém, a imagem que muitos de nós músicos “adoradores” temos passado para as pessoas que nos cercam, é que não somos zelosos com as coisas do Senhor, pelo contrário, somos negligentes, sem compromisso, irresponsáveis, preguiçosos, rebeldes, insubmissos, egoístas, insensíveis, desordeiros, não oramos, não conhecemos a Palavra de Deus, não participamos dos cultos, criamos contendas e divisões, demonstramos falta de respeito e temor para com Deus.
Parece exagero, mas é verdade e necessitamos mudar esta imagem negativa!
A pessoa que zela por algo, o faz considerando ao extremo seu valor. No Salmo 69:9, Davi se deixa consumir pelo zelo das coisas do Senhor, a quem amava e servia. O músico que é um verdadeiro adorador tem no Senhor, a sua maior riqueza, e por Ele zela com toda a sua força.
Se os nossos ministérios de música estão passando por muitos problemas e dificuldades, é porque está faltando zelo com as coisas que o Senhor tem deixado em nossas mãos. Através da sua Palavra, Deus oferece vários modelos para nossas vidas. Assim, Ele tem nos dado um modelo para o ministério da música com o qual devemos estar plenamente identificados e comprometidos para que possamos ver os resultados espirituais que irão surgir do mesmo.
É com esse espírito que vemos a necessidade de estruturarmos o ministério da música. Devemos nos conscientizar de que Deus tem colocado uma riqueza em nossas mãos – A música!
Este ministério, além de alegrar o coração de Deus, é um instrumento de edificação da igreja e um veículo de proclamação do Evangelho.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A VITÓRIA









"Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Rm 11.36.)

A vitória é necessidade de todo ser humano sobre a face da terra, o caminho da vida é um caminho de lutas, em inúmeras formas, diversas circunstâncias se processam na vida de todos nós, meros mortais. Alguns lutam para se manterem vivos, alimentando-se de restos, escondendo-se em marquises frias de prédios imponentes das grandes metrópoles, em casebres escuros nas zonas rurais esquecidas. Outros lutam pela paz interior se afundando em anestésicos e antidepressivos, deitados em suas camas confortáveis dentro de suntuosas mansões, outros milhares labutam sol a sol para conquistar o pão de cada dia. Doenças, insegurança financeira, drogas, crimes, medo, prisões psicológicas, corrupção, homossexualismo, prostituição, adultério, depressão... fato é que todo ser humano é refém de uma guerra, desejando ansiosamente viver a paz.

Forças das trevas são o inimigo número um da humanidade, sua principal arma é o pecado. Sim, pecado, do hebraico (avon) que significa “errar o alvo e trapo de imundícia” (Sl 51.2). Deus criou a humanidade para um propósito: “O Louvor de sua glória”, tudo o que a humanidade faz fora disso é pecado, um erro ao alvo que produz imundícia, concluímos que pecado é igual a imundícia. Uma das mais antigas definições das forças das trevas, satanás, é Belzebu, que significa (pai das moscas). Onde as moscas habitam? Na imundícia, de onde elas vêm? Não se sabe, mas deixe uma carne apodrecer, cheirar mal, que você verá milhares de moscas sobre ela. Isso é o que o pecado faz com a humanidade que fora criada para a paz, pureza e luz, quando pecamos, belzebu detecta a imundícia e vem trazer suas mazelas e destruições. Mas a história não acaba por aí.

Na plenitude dos tempos, nascido sobre a lei, tendo sido homem perfeito, sem pecado algum (avon), limpo, puro, sem imundice, Jesus trouxe libertação a todo ser humano sobre a face da terra que reconhece o sacrifício dele e o aceita como seu Senhor e Salvador. Jesus Cristo, o rei da glória! O Salmo 103.1-4 diz: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios. Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te cora de graça e misericórdia [...]”

Se Belzebu, de posse da nossa imundice humana, sem Deus, quer destruir nossa vida, prendendo-nos a derrota, Ele, Jesus, sara todas as nossas enfermidades e da cova redime nossa alma, dando-nos condições de: por Ele, por meio dele e para Ele, vivermos uma vida de vitórias em todo tempo, independente da circunstância que nos cerca, sabendo que em todo tempo somos mais que vencedores, que esse tempo de lutas e provações em que vivemos hoje é transitório, temporário. E o peso de gloria que há de vir é eterno, e os anos de lutas que vivemos aqui jamais poderão se comparar com a eterna glória que viveremos em muito breve. Creia em Jesus de todo seu coração, faça dele a sua vida e você verá suas lutas rendendo-se à vitória que Jesus venceu para nós na cruz.

:: Por Pr. Romney Cruz

domingo, 15 de maio de 2011

FRUSTRAÇÃO MINISTERIAL


O chamado para servir a Deus em algum trabalho na igreja é um sonho para muitos que se convertem ao Evangelho. No entanto, com o passar do tempo, é possível contemplar uma multidão de obreiros frustrados com tudo o que envolve um cargo ministerial. A visão e os sonhos românticos de uma vida de dedicação dão, muitas vezes, lugar ao cansaço e à amargura. Manter um ministério saudável por anos a fio é uma árdua tarefa, conquistada por poucos. Mas qual será o segredo para quem alcança essa vitória? Como equilibrar as peculiaridades do trabalho cristão e as decepções, comuns e incomuns, com outros cristãos e com as igrejas?

Para se ter uma idéia, vamos recorrer ao recente relatório divulgado pelo Conselho de Igrejas Presbiterianas de Língua Portuguesa nos Estados Unidos. Os dados chocam: 1.500 pastores abandonam o ministério mensalmente naquele país. Vários são os desafios a serem encarados. Destacam-se as dificuldades nos relacionamentos, dentro do ministério, a imaturidade dos que assumem responsabilidades ainda muito jovens e, infelizmente, decepções com o caráter de alguns cristãos.


PRODUÇÃO DE LÍDERES EM MASSA

Para
a psicóloga Janaína Moura, uma das causas para tanta frustração é o fato de que, atualmente, a igreja tem desencadeado uma produção em massa de obreiros e líderes. “
Igrejas neopentecostais, principalmente, têm preparado líderes em tempo acelerado. Alguns pecados advém dessa visão, porque essa é uma visão de mercado. Estão sendo produzidos profissionais de púlpito”, afirma, enfatizando que o pastorado precisa ser visto como um chamado de Deus.

Lidar de forma errada com o reconhecimento no trabalho ministerial também é apontado como motivo para decepções, de acordo com o pastor Ivan Mendes. Para ele, pelo fato de a sociedade ser dirigida pela prosperidade a todo custo, há uma cobrança para que todos sejam bem-sucedidos em tudo. “
Deus não nos chamou para fazer sucesso, mas para sermos fiéis”, defende. Ele faz questão de lembrar que sucesso na vida espiritual, muitas vezes, inclui ser perseguido como foram os personagens bíblicos João Batista (decapitado), e Estêvão (apedrejado). Mendes também sinaliza para o perigo de o líder fazer do ministério a sua fonte de realização. “O ministério não sacia o coração e a alma porque pode acabar de uma hora para outra. A nossa fonte deve estar em Jesus”, apregoa.



quarta-feira, 11 de maio de 2011

HEROÍS DA FÉ


A crença em Deus deve ser acompanhada por atitudes coerentes
A fé relaciona-se à ação, mas não apenas a atos isolados. Deve estar vinculada a um modo de vida coerente. O capítulo 11 de Hebreus destaca alguns elementos éticos que precisam acompanhar a fé.
De fato, a fé daqueles personagens sempre estava acompanhada por outras virtudes. A fé não dispensa uma vida correta. Isto não significa que ela ocorra apenas no coração dos puros e inocentes. Entretanto, seu resultado deverá ser a purificação daqueles que a possuem.
Observamos a questão ética, por exemplo, quando Moisés recusou ser chamado filho da filha de faraó, escolhendo sofrer com o povo de Deus, considerando o vitupério de Cristo mais precioso do que os tesouros do Egito. Estamos, portanto, falando de valores e prioridades definidos com base na fé e no compromisso com Deus.
Ações divinas
Assim como temos ações humanas acompanhando a fé em todo o capítulo 11 de Hebreus, o mesmo ocorre com as ações divinas. Deus age na vida daqueles que creem e se colocam em ação pela fé.  Algumas vezes, a ação do Senhor está oculta no episódio, devendo ser subentendida (v.29, 30, 33, 34, 35).
Temos, portanto, a sequência: Deus fala, o homem crê, o homem age, Deus age. O Senhor trabalha a favor daqueles que creem (Is 64.4).
Sem as ações divinas, as ações humanas seriam insuficientes, insignificantes, ineficazes, inúteis.
Vejamos alguns atos de Deus em Hebreus 11:
- Deu testemunho sobre Abel (v.4).
- Trasladou Enoque (v.5).
- Deu um filho a Abraão e Sara (v.11).
- Preparou uma cidade (v.16).
- Abriu o mar (v.29).
- Derrubou os muros de Jericó (v.30)
- Ressuscitou os mortos (v.35).
Em todos os episódios citados no capítulo, a ação humana envolve o que é possível. Em seguida, Deus faz o impossível. No caso de Jericó, por exemplo, o povo podia rodear a cidade. Logo, deveria fazê-lo porque Deus mandou. O Senhor poderia ter dito: “Ficai em vossas tendas dormindo, enquanto eu derrubarei as muralhas”. De modo nenhum. Não devemos pensar que Deus fará tudo sozinho. Ele quer a nossa participação, dentro das nossas possibilidades e, principalmente, de acordo com o que ele nos ordenou.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

CHAMADOS E ESCOLHIDOS



“Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.”
 (Mateus 22.14.)

O versículo acima anuncia uma verdade espiritual muito séria: nem sempre aqueles que conhecem a Cristo serão aprovados por ele. Desvendando o original grego e hebraico, buscaremos meditar sobre o que é ser chamado e o que significa ser escolhido.

Em grego, o termo para “chamados” é “kletos”, que está relacionado a “kello”, que significa “dar uma ordem”. Assim, percebemos que neste primeiro momento de encontro com Cristo, recebemos dele uma ordem. Todavia, muitos não dão ouvidos a tais ordenanças, e por isso são apenas chamados, mas nunca escolhidos. Em Lucas 6.46 Jesus faz a seguinte pergunta: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando”. Isso é o que acontece com aquele que escuta o chamado, mas não obedece, e assim não é escolhido.

Na tradução hebraica do Novo Testamento, o termo usado para “chamados” é “qara”, palavra que possui uma gama de derivações, cada uma trazendo uma verdade espiritual surpreendente. Uma dessas derivações é “qar”, que significa “frio”. Uma característica fundamental da presença de Deus é o fogo, que traz consigo o calor. O próprio João Batista anunciou que ele batizava com água, mas Jesus batizaria com o Espírito Santo e com fogo (Mateus 3.11). O Antigo Testamento possui inúmeras passagens que também associam a presença de Deus com o fogo. Quando Abraão fez um pacto com Deus, o Senhor se manifestou através de uma chama de fogo (Gênesis 15.17). Assim também Moisés teve um encontro com Deus na sarça através do fogo (Êxodo 3.2). No deserto, saindo do Egito, o povo foi acompanhado por uma coluna de fogo (Êxodo 13.21). Assim concluímos que aquele que é chamado por Jesus, mas não atende ao chamado, permanece frio, pois não é aquecido pela presença de Deus, e acaba morrendo espiritualmente. E não se purifica, pois em grego, a palavra para fogo é “puros”, que origina o termo “purificar” (que significa literalmente “passar pelo fogo”).

Outro termo derivado de “qara” é “qeriy”, que significa “oposição”. O curioso é que esta palavra aparece apenas no livro de Levítico, e sempre como uma condenação para aqueles que iniciaram uma caminhada com o Senhor, mas não deram continuidade. Em Levítico 26.21, por exemplo, lemos: “Se andardes contrariamente (“qeriy”) para comigo e não me quiserdes ouvir, trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vossos pecados” (Levítico 26.21). Assim, vemos que aqueles que são chamados (“qara”), mas não atendem ao chamado, acabam sofrendo oposição (“qeriy”) do próprio Deus, pois se opuseram a Ele. Infelizmente, a igreja acaba sofrendo com pessoas que escutaram a voz, o chamado de Cristo, mas por não terem obedecido às coordenadas do mestre, acabam por tonar-se adversários da causa do Evangelho, como ocorreu com Judas Iscariotes. Na verdade, Iscariotes significa “homem de Queriote”. Em hebraico, “qeriyoth” significa “cidades”, plural de “qiryah” (“cidade”), termo relacionado com “qara”. Assim, o nome Iscariotes poderia significar “’ish qeriyoth”, ou seja, “homem das cidades”. Porém, se relacionarmos “qeriyoth” a “qeriy”, poderemos traduzir o nome Iscariotes como “homem da oposição”. Assim é todo aquele que escuta o chamado, mas não dá ouvidos a ele.

Uma curiosidade é que a palavra hebraica geralmente usada para cidade é “’iyr”, e não “qiryah”. O termo “qiryah” é usado para se referir, por exemplo, à cidade de Quiriate-Arba, também conhecida como Hebrom (Gênesis 23.2), local que era governado pelo gigante Arba, que foi pai de Anaque (Josué 15.13) e antepassado dos gigantes Aimã, Sesai e Talmai (Números 13.22 e Juízes 1.10). Pode ser que o nome Iscariotes faça referência a Quiriate-Arba, cidade que abrigava os maiores opositores ao povo de Deus: os gigantes. Na verdade, o nome “Hebrom”, que em hebraico é “chebron”, vem de “cheber” que significa “encantamento”. O termo “chaber” aparece, por exemplo, em Deuteronômio 18.11 quando se fala sobre “encantador” e em Isaías 47.12, na palavra “encantamento”. Assim vemos que Hebrom, além de cidade de gigantes, era também local de intensa prática de feitiçaria.

Voltando a Mateus 22.14, a palavra “escolhidos” é, por sua vez, em grego, “ekletktos”, que significa “destacados”. O termo equivalente em hebraico é “bachar”, que significa “testar”. Isso porque somente quem passa por uma prova pode ser selecionado. Assim vemos que primeiro há o chamado, depois o teste, e então a escolha. Muitos fogem do teste, outros são nele reprovados. Todavia, o Senhor sempre concede uma nova chance, assim como fez com Abraão, que mentiu sobre sua esposa e que engravidou a criada tentando agradar a Deus. Jacó também passou por diversos testes. Sua prova definitiva foi a batalha no vau de Jaboque. Ali ele reconheceu sua fraqueza, ao tornar-se manco, e reconheceu que Deus era seu mestre. Naquele momento, Jacó foi escolhido.

Outro termo derivado de “bachar” é “bachan”, que significa “sentinela”. Ou seja, o escolhido é aquele que vigia, que está sempre alerta, constantemente guardado os portões para que o inimigo não lhe imponha nenhum dano. Esta é a posição do escolhido: ele foi chamado para a obra maravilhosa, mas primeiro deve passar por um teste. Se ele confiar em Deus e dedicar ao Senhor sua vitória, vencerá a prova e se tornará um escolhido, um sentinela, um atirador de elite do Reino de Deus, recebendo ordens diretas do Senhor dos Exércitos.

Desejo aos leitores um 2011 de aprovação, de atendimento ao chamado da soberana vocação que há em Cristo Jesus! (Filipenses 3.14).
:Por Daniel Lago

sexta-feira, 29 de abril de 2011

AS DIFICULDADES



Quando foi ungido, Davi não sabia o que lhe aconteceria. Ele ainda não conhecia Golias. Assim também, os que começam uma caminhada com Deus ou um ministério, não têm a ideia exata do que lhes está reservado. Muitos se iludem com a expectativa de uma jornada tranquila. Estes, diante dos desafios, murmuram e sentem-se decepcionados (Mt 13.20-21).
Entre a unção e o trono, haveria um longo caminho a percorrer: dificuldades, obstáculos, desafios, adversários e batalhas. Apesar de a unção, tão importante e imprescindível, chegar ao trono não seria fácil ou automático, mas uma luta árdua que se estenderia por muitos anos.
Depois da unção, vem a oposição, até mesmo de onde menos se espera: da família (Mt 10.36). O próprio irmão de Davi irritou-se contra ele e o criticou (1Sm 17.28). Afinal, Eliabe era o primogênito, o primeiro candidato no dia da unção, mas Deus o havia rejeitado (1Sm 16.6). Deveria ser muito difícil para ele ver o irmão mais novo alcançando posição de maior destaque. A inveja produz inimizade e ódio.
Saul, que amou Davi quando o conheceu (1Sm 16.21), tornou-se logo seu inimigo, também por inveja, ao ver que o jovem se tornava um sucesso popular (1Sm 18.6-16).
Davi enfrentou adversários externos (Ex.: Golias) e internos (Ex.: Saul), mas cada um deles era necessário no caminho daquele jovem para que ele tivesse experiências com Deus pela fé, manifestasse seu caráter, desenvolvesse habilidades, amadurecendo e tornando-se cada vez mais apto para reinar.
Da mesma forma, todo aquele que se converte ao evangelho de Jesus Cristo enfrenta tribulações, críticas e perseguições. O próprio Mestre, após o batismo, quando ia começar seu ministério, teve que enfrentar Satanás no deserto. Depois, vieram os encontros diários com os fariseus, saduceus, escribas, sacerdotes e Judas Iscariotes.
Voltando à história de Davi, o moço prosseguia firme, apesar da resistência que surgia, pois sobre ele havia a promessa do reino. A palavra do Senhor e a unção do Espírito Santo lhe davam força para prosseguir.
Ele precisava lutar, mas não estava em suas mãos a solução de tudo. Matou Golias, mas não poderia matar Saul. Precisava depender do Senhor nesse assunto, esperando o tempo de Deus.

terça-feira, 26 de abril de 2011

ADORAR, PORQUE?


Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo – “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto” usando as palavras da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só a Ele adoração e o culto.O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus – a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória do Deus vivo, (Ef. 1:12 – a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel, depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria “leigos“ que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho que é Jesus. (Heb.10:19 a 22)
Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja  a um entendimento  nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse,  “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.
Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.
Já fiz diversas vezes a pergunta porque devemos adorar a Deus?
Esta pergunta invade o meu coração pelo fato de  entender que Deus é suficiente em Si, não apenas em sua grandeza e majestade, mas em tudo. Apesar de sabermos que Deus se alegra com nossa adoração e obediência e se entristece com o pecado, se ira com a idolatria, seu coração não necessita de nada para que seja completo, não precisa de nossos sacrifícios de louvor e de nossa adoração para ter alegria e sentir-se feliz, não precisa de nossas expressões de amor para sentir-se amado pois Ele é o próprio amor, ( I Jo 4:8). Antes de que cada um de nós existíssemos  Deus já existia em sua plenitude e era completo, e o Filho e o Espírito Santo participavam desta plenitude eterna. Em Col 1:16, falando da criação diz que “Nele (em Cristo e junto com Cristo) foram criadas todas  as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias”.
Ele é junto com o Pai e o Espírito Santo a fonte e a plenitude de todas as coisas, inclusive de todo louvor , toda a adoração, toda a alegria e júbilo. Por isso Jesus disse que Deus não procura adoração, pois adoração ele tem no céu (Is. 6 1 a 3). Deus procura por seus filhos, seus adoradores.(Jo. 4:23)
O que vem ao meu coração ao meditar sobre isto é que acima de tudo existe algo na adoração que é de vital importância não para Deus, mas para os adoradores, ao ponto de Deus em sua onisciência  e auto suficiência estar procurando por adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Adoração (comunhão) é um precioso elo entre a criatura e criador. Tudo está na atitude do adorador, no livre arbítrio que temos para optarmos em sermos ou não adoradores.
Deus nos deixou esta opção. Ele governa todas as coisas e poderia Ter feito de toda a criação seus adoradores assim como são os anjos, mas nos deixou a opção de o sermos ou não. Ao optarmos por Cristo, optamos por Deus.
Esta é a grande brecha da maioria das religiões que querem adorar a Deus, falam até mesmo de vida eterna,  porém  sem o sacrifício de Jesus. O adorador é aquele que faz uma opção por Deus, optando por Jesus e pelo seu reino, opta em Ter comunhão com Deus, comunhão esta que não é imposta por vontade divina mas é uma livre opção de amor. A parte de Deus é completa e perfeita seu amor por nós é inquestionável, porém ele espera por cada um de nós quando através de Cristo por obra do Espírito Santo que enche  nosso coração do Seu amor revelado a nós por pela plenitude de Jesus e depois retorna para Ele. A  verdadeira adoração é uma opção deste abrir-se ao amor divino, feita por cada um de nós, se não fosse assim porque Deus estaria procurando verdadeiros adoradores? Qual é a nossa opção? Deus governa sobre todas as coisas, menos sobre a nossa opção por adorá-lo ou não. Deixa para nós esta única e pequena atitude. Optarmos ou não por amá-lo e adorá-lo. Adoração é algo que satisfaz e alegra a Deus, mas beneficia também ao homem , pois este ao optar por Deus está cumprindo a sua parte neste enlace de amor. Adoração emana do amor.  Deus quer ser amado por nós. O que trás eficácia na adoração é o amor. O que dá conteúdo as nossas expressões de adoração é a nossa vida de amor expresso em aliança e compromisso para com Deus e o seu reino nesta aliança de amor.
AMAR A DEUS ACIMA DE TUDO
Sl. 18:1 “Eu te amo ó Senhor, força minha”
A maior característica dos adoradores não é a sua forma de cantar e louvar, mas sim o profundo amor que estes tem por Deus. Sempre o que tem me chamado a atenção em homens como Abraão, Davi, os profetas e os discípulos de Jesus, é o profundo amor que tinham por Deus, Davi no Sl 18:1 diz, “ eu te amo oh Senhor” Jesus externou o seu amor incondicional ao Pai, e à sua vontade,sua vida foi em tudo direcionado por este amor, amor que se transformou em uma vida prática de devoção, adoração, submissão e principalmente obediência e sacrifício (Jo.4:34).
Quando falo deste amor falo do amor que Deus coloca no coração de cada um de nós seus filhos através do Espírito Santo que nos leva a uma comunhão que não pode ser quebrada por nada deste mundo. Paulo fala em Rom. 8:35 o que pode nos separar do amor de Cristo? A tribulação ou a angústia, ou a perseguição, ou a  fome ou a nudez, ou o perigo ou a espada? E conclui no verso 38, pois estou certo de que nem a morte nem os principados, nem as potestades, nem o presente nem o porvir, nem altura, nem alguma  outra criatura nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus  nosso Senhor.
Posso pois entender que este amor que o texto fala de um amor sobrenatural que brota da própria presença do Pai em nós que nos faz amar a Deus, acima de todas as coisas. Em Dt. 11:1 Moisés ordenava ao povo “amarás, pois, o Senhor teu Deus”. Agora pela graça nós podemos fazê-lo através do Espírito Santo. Minha pergunta é sempre o que  é amar a Deus, e o quanto eu amo? Passando por esta ou por aquela provação este amor  é verdadeiramente provado, se estar ou não bem financeiramente, interfere neste amor, devemos ver os fundamentos do nosso amor para com  Deus e o seu reino.
Adoração é uma resposta ao amor constante a Deus, como o amor que Abraão tinha, que entregou seu próprio filho, figura do amor que Deus tem por nós que também o fez. E porque Ele nos amou primeiro é que também podemos amá-lo.
Amor expresso em gratidão: Este amor deve ser expresso em nossas vidas primeiramente em gratidão. Um adorador tem um coração grato.  Paulo fala: “Em tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus para convosco”, o salmista falou em entrar por suas portas com “ações de graça” – Esta gratidão que nos leva a dar graças a Deus em qualquer situação é um  sublime incenso de amor que nos leva a reconhecer a soberania de Deus sobre todas as coisas. A linguagem deste mundo é a murmuração, a gratidão é porém, fruto dos lábios e corações daqueles que conhecem a Deus. Nosso louvor tem que ser fruto desta gratidão constante em nosso coração, quando me converti recebi de meu amado pastor um livro cujo título era “Louvor que liberta” cujo enfoque era a gratidão em qualquer situação, pois quando assim agimos estamos reconhecendo a soberania de Deus em qualquer situação e sempre lhe somos gratos.
Amor expresso em obediência: A obediência é outro fruto deste amor. Um adorador tem prazer em obedecer a vontade do Pai. Jesus assim o fez. Em Jo 4:34 diz que minha comida e minha  bebida é fazer a vontade daquele que me enviou isto é seu prazer maior, acima até mesmo de sua vontade natural era obedecer, a palavra nos diz também que  Ele foi obediente até a morte e morte de cruz. A vida de  adoração de Cristo não foi regada de conceitos que muitas vezes impomos à nossa adoração como música ou palavras, mas sim foi expressa em uma incondicional vida de amor ao Pai expresso em obediência. Em I Sam. 15:22 Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor que o sacrificar, e o atender melhor que a gordura de carneiros. A grande diferença entre o tabernáculo de Moisés e o novo tabernáculo que aqui neste texto Deus começa a mencionar é a obediência requisitada por Ele que lhe agrada bem mais que os antigos sacrifícios. Obediência estas que foi totalmente consumada em Jesus.
Amor expresso em confiança: Estes dois aspectos anteriores só podem ser gerados em nosso coração quando existe fé “Sem fé é impossível agradar a Deus” e adoração é fruto de fé. Sem crermos de uma maneira total em Deus não poderemos adorá-lo, como Ele é digno de ser adorado. O inimigo sempre tenta roubar a fé. Podemos Ter muita gratidão, podemos até Ter muita obediência, porém somente poderemos agradar a Deus e nos achegar confiantemente ao Seu trono de graças, crendo em um Deus que sempre foi, é e será poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos pelo seu poder que opera em nós. Adoramos porque cremos. Crer não é algo automático  em uma vida . Fé uma semente de Deus em nossa vida, a qual o inimigo constantemente  nos tenta roubar, e quando isto acontece vem algo que chamamos de incredulidade, Jesus falou desta semente como um grão de mostarda em nosso coração. Nos disse também que tudo que pedíssemos em seu nome ele o faria colocando sobre nós um fundamento para nossa fé: SUA FIDELIDADE. Somos fiéis por causa de um Deus Fiel.
Asaph Borba

sexta-feira, 22 de abril de 2011

ANDAR COM DEUS


O aprendizado de andar com Deus é um processo. Cada vez que achamos que já sabemos como é, Deus nos leva a um lugar novo, onde os nossos velhos truques não funcionam. De fato, pode parecer que temos de aprender tudo de novo. E, num certo sentido, é isso mesmo. Entramos num território desconhecido e logo somos lembrados de que , se caminhamos por nós mesmos, tropeçamos. No entanto, quando seguramos na mão de Deus, nós voamos. Ele deseja que flutuemos muito acima das limitações da vida e do nosso próprio ser. Quer nos levar a lugares onde jamais estivemos e aonde não podemos chegar sem a sua ajuda.


Quando Deus usou Moisés para liderar os israelitas na saída do Egito, ele e o povo tiveram de aprender a depender dele a cada passo da jornada para a TERRA PROMETIDA. Quando não faziam isto, tinham sérios problemas. O mesmo acontece hoje. Deus nos conduz por um caminho novo, para um lugar onde jamais estivemos antes, e acreditamos que fracassaremos se tivermos de depender dele para chegar lá. Tentamos agir por conta própria porque achamos que dependência é sinal de fraqueza, em vez de entendermos que é um sinal da nossa disposição de permitir que Deus seja forte em nós.


Se você sente que se encontra num lugar onde não pode dar nenhum passo sem a ajuda do Senhor, alegre-se. Você se encontra onde Deus deseja que esteja. Se você está se perguntando: "Será que fiz algo errado?", provavelmente a resposta é: "Não. Você fez algo certo". Deus manterá você neste caminho, não importa quão difícil ou impossível possa parecer agora, porque você está disposto a seguir-lo. Ele deseja realizar grandes coisas por seu intermédio, coisas que só podem proceder de uma vida de fé. ELE quer sua atenção total, porque você não pode realizar essas coisas por conta própria. O caminho não é uma punição - é um privilégio. Não é uma restrição - é uma recompensa.


"Deus nos ama, e por isso permite que entremos em lugares difíceis em nossa vida, para que percebamos quanto temos de depender dEle.


by FBGS